Teresa sem medo: Dicas
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Como “desligar” durante as férias?

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Finalmente de férias!
No entanto, que tanto planeámos, os nossos dias de descanso, afinal, não nos descansam! Devíamos estar a sentir-nos felizes, leves e libertas! Mas não estamos!


Que impacto tem na nossa saúde e no nosso bem-estar não conseguirmos desligar do trabalho, mesmo quando estamos de férias?

Ir de férias pode de facto causar-nos mal-estar ao ponto de podermos mesmo ter sintomas físicos como distúrbios gastro-intestinais, febre ligeira e dores musculares.

Esteja atenta a sinais de alerta como: sentimentos de angústia e de ansiedade por ir de férias, que se intensificam nas vésperas da data marcada. Cansaço quando está sem fazer nada. Não conseguir descansar. Necessidade de interromper as férias. Irritabilidade, falta de paciência para os outros, necessidade de comer mais do que o habitual, fortes dores de cabeça, descontrole do ciclo menstrual e perturbações do ciclo do sono/vigília.


Porque não conseguimos deixar de sentir stress, nem desligar do trabalho, quando estamos de férias?

Porque sofremos por um tipo muito especial de stress: o “stress do vazio”.
O stress que ocorre quando simplesmente não temos obrigações para cumprir, objectivos a atingir e marcações na agenda.

São sentimentos que resultam de um conjunto de factores, nomeadamente: o facto do nosso conceito de valor pessoal resultar daquilo que fazemos e do que possuímos (cargo, prestígio, dinheiro, bens materiais, amizades, companhia). O facto do ócio ter sido algo a que não fomos habituadas. O facto de nos terem ensinado que descansar é algo a que não nos devemos permitir, algo improdutivo, pouco sério e pouco útil à sociedade. O facto de podermos usar o nosso trabalho como tábua de salvação para os nossos problemas emocionais, relacionamentos insatisfatórios, solidão, sensação de desamor ou falta de objectivos pessoais.

Em todos estes pontos o trabalho é sentido como o refúgio que nos ajuda a enfrentar o que de menos bom acontece na nossa vida. Quando crescemos com a ideia de que o nosso valor pessoal depende da nossa produtividade precisamos do nosso trabalho para nos sentimos seguras: em relação a nós e em relação aos outros.

Clique aqui para conhecer 13 Estratégias para Conseguir “Desligar” durante as Férias


Este artigo foi originalmente escrito por Teresa Marta, para ser publicado na revista Prevenir, na sua edição de Agosto de 2015.

Estratégias para “desligar” nas férias:

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Descubra 13 dicas para o ajudar a desligar-se do trabalho durante as férias. Estas dicas foram publicadas na edição de Agosto da revista Prevenir. Leia-as agora:

Estratégias para conseguir “desligar” durante as férias:

1. Faça férias repartidas o mais possível. Isso vai diminuir a sua ansiedade quanto ao facto de ficar muito tempo fora.

2. Evite ir de férias com amigos comuns aos do trabalho.

3. Planei com antecedência as actividades que vai fazer em cada dia. Use tempo para fazer coisas diferentes das habituais ou para as quais não costuma ter tempo, como ir ao SPA ou visitar mercados de rua do comércio tradicional.

5. Planei tempo livre e permita-se passá-lo sozinha.

6. Se tiver crianças planei com antecedência algumas actividades para elas. Isso diminui as perguntas e a necessidade de arranjar desculpas e justificações de última hora.

7. Não se submeta a ir de férias para salvar um relacionamento. Se a sua relação não está bem, o tempo livre vai obrigá-la a passar mais tempo a analisar os porquês. Isso pode acabar com a sua relação. Mas pode acabar consigo, mantendo a sua  relação igual ou pior.

8. Viva os dias de férias com mais leveza dando aos assuntos do trabalho o seu peso real e não a carga que lhes confere.

9. Disponibilizar tempo para estar com pessoas, mas pessoas de quem realmente goste e que lhe façam realmente bem.

10. Se viajar para fora de Portugal tente um destino onde sinta conforto. Opte por países para onde não tem de ir preocupada com vacinação, cuidados alimentares específicos ou segurança.

11. Tenha coragem para desligar as “máquinas”: telemóvel, net móvel, etc. Se de todo não conseguir fazê-lo, estabeleça uma hora para o fazer específica e um limite de tempo para estar on-line ligada à empresa (não mais de meia-hora por dia!).

12. Simplifique! Os dias, as refeições, o vestuário, as saídas, os convívios. Aproveite para treinar dizer “não” ao que não gosta nem lhe faz bem. Basta!

13. Não se culpabilize por ir de férias. Descanse. O trabalho existirá sempre. Estará lá sempre. Amanhã não sabemos como será. O único tempo que podemos controlar é o agora. Por isso, aproveite!

Desligar do trabalho durante as férias

Dicas: Como Praticar o Desapego?

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“Desapegar” é desconfortável pois obriga a contactar com aquilo que nos dói. desapego é uma atitude e resulta da nossa capacidade para ultrapassar o medo da insegurança e da carência.

Veja abaixo algumas dicas para o ajudar a Praticar o Desapego.

Como Praticar o Desapego?


  1. Valorizar menos as expectativas que os outros têm sobre si e os objectivos que lhe colocam. As contas finais da sua vida são dadas por si, a si mesma! 

  2. Treinar o merecimento libertando a ideia de que aquilo que merece depende do valor que os outros lhe atribuem. 

  3. Ser menos perfeccionista deixando ir a ideia de que nunca é suficiente. 

  4. Identificar os pesos que a sua vida tem e se ainda precisa deles para ser feliz. Perceba se aquilo que carrega como importante para a sua sobrevivência não é algo pelo qual está a pagar um preço elevadíssimo. 

  5. Permita-se ser quem é e como é e liberte a necessidade de controlar o que os outros são.

  6. Comece por se desapegar de coisas simples: diminuir o número de cafés por dia; a quantidade de vezes que troca de mala ou de sapatos; os pequenos-almoços fora; o último gadget; levar o carro até à porta do emprego. Aos poucos vai começar a sentir-se melhor pois está usar a força do fazer para se desapegar de coisas que afinal até pode prescindir. 


COMO DESAPEGAR-SE...

…de bens materiais?
Praticar o desapego de bens materiais exige coragem para nos assumirmos pelo que somos e não pelo que temos. Um bom exercício é reduzir as nossas necessidades e perceber que, mesmo vivendo com menos, sobrevivemos. Este exercício permite-nos resgatar a fé na nossa capacidade criativa e no nosso potencial de mudança. Muitas vezes vivemos situações de dependência material às quais nos apegamos porque deixamos de acreditar na nossa capacidade de mudar, de fazer algo diferente, de seguir sem o apoio das pessoas habituais. Todas estas são estratégias que a nossa mente percepciona como confortáveis pois não nos obrigam a ir para o desconhecido. Ter menos bens materiais não nos deve preocupar. O que deve preocupar-nos é perdermos a vontade própria, a resiliência e a capacidade de acreditar no nosso potencial e na nossa força criativa.

…de sentimentos negativos?
Os nossos sentimentos resultam daquilo que pensamos. Como tal, para agir sobre a forma como se sente tem de agir primeiro sobre a forma como pensa, sobre aquilo que pensa. Praticar o desapego relativo a sentimentos negativos significa estar consciente de que a única coisa que podemos efectivamente controlar é a escolha do que sentimos face ao que nos acontece. Esta é a base da sabedoria emocional. Tudo o resto é apego a velhas fórmulas que já testámos e que já não nos servem para nada. Seja honesta com aquilo que sente. Este processo é complexo, mas pode simplificá-lo assumindo, de uma vez por todas, o respeito pela sua verdade interior. Seja honesta e assuma o que é melhor para si. Isso fará com que os sentimentos negativos fiquem cada vez mais longe.

…de pessoas?
A maioria das situações que nos prendem são de natureza relacional: “não consigo viver sem esta pessoa”, “não consigo seguir em frente sozinha”. Um dos melhores exercícios que pode fazer para se desligar de pessoas que já não contribuem para o seu bem-estar é fazer o exercício do “regresso à origem”. Isto é: antes de existir a pessoa da qual tem de se afastar já era pessoa. Já tinha a sua vida. Bem ou mal, existia, produzia, crescia e avançava. Trabalhe o amor e a aceitação por si mesma. Quanto mais se aceitar e acreditar em si, mais as circunstâncias lhe parecerão simples e as soluções possíveis. Porque as situações ficarão a depender cada vez mais de si e não daquilo que os outros possam ou não fazer. Logo, ficará menos presa ao que a envolve e mais ligada à sua vontade pessoal.

…do passado?
O desapego relativo ao passado (face ao que tivemos e já não temos, face ao que amámos e que será irrepetível, face à culpa e à perda) ultrapassa-se com aceitação. Para tal, anule a crítica e a culpabilização. O que passou está lá. Aceite-se como é agora e as circunstâncias como se apresentam. Só aceitando a situação presente, sem fugir, pode construir algo diferente para o seu futuro. Tenha orgulho em si e na sua história. Apesar de tudo o que possa estar a sentir, foi ela que a fez chegar aqui. Não podemos ser felizes se permanecemos amarrados a esqueletos antigos, que não nos deixam seguir em frente. Não tenha receio de percorrer caminhos novos. Buscar o que ainda não alcançou traz-lhe uma sensação de liberdade incrível! E, dessa liberdade pessoal também nasce a felicidade. A culpa é algo que tem de aprender a deixar para trás, se quer ser feliz. A culpa não serve para nada! Apenas para nos sobrecarregar de angústia, de vazio e de tristeza. Aquilo que fez, e que está a gerar essa culpa, fê-lo o melhor que sabia, nas condições e com os conhecimentos que tinha na altura.

…do futuro?
O desapego face ao futuro significa tranquilizarmo-nos pelo que pode ou não vir a acontecer. Porque o apego ao futuro representa o nosso desejo de controlo: o desejo de controlar aquilo que não podemos mas desejamos. Para nos desapegarmos dos “E se?” que nos prendem, temos de ter vontade de entrar no desconhecido, o campo de todas as possibilidades. Trabalhe para criar o futuro que deseja. Essa é a principal forma de o alcançar. Neste trabalho, desprenda-se do resultado e foque-se no caminho que está a fazer para o alcançar. Isso diminui-lhe a ansiedade pela concretização permitindo-lhe observar alternativas mais simples para alcançar o que deseja. O foco no resultado está sempre ligado ao medo e à insegurança. E estes são as nossas grandes prisões. Seja qual for a sua origem familiar, as suas condições de partida, os seus traumas e inseguranças, pode sempre trabalhar para criar o futuro que deseja. Lembre-se que mais importante do que aquilo que fizeram de nós e aquilo que nos deram, é aquilo que conseguimos fazer com o que temos agora.


Estas Dicas fazem parte de um artigo originalmente escrito por mim para a revista Prevenir e publicado na edição de Maio 2015. Estas são as Dicas sobre a primeira parte do artigo, que pode ler aqui no blog.


Teresa Marta

Praticar o Desapego

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O desapego é uma atitude e resulta da nossa capacidade para ultrapassar o medo da insegurança e da carência. Carência financeira, mas também carência relativa a objectos e bens materiais, pessoas, relacionamentos, empregos, crenças e até a imagem que construímos sobre nós (carência de estima pessoal). Estamos a praticar o desapego quando conseguimos fluir pela vida, independentemente desta nos estar a oferecer aquilo que desejamos ou a levar-nos para o desconforto da insegurança.


“Desapegar” é desconfortável pois obriga a contactar com aquilo que nos dói.

Faz com que o nosso Self “contacte” com o nascimento: o momento de desprendimento mais difícil pelo qual passámos. Embora não tenhamos consciência disso, o nascimento é o nosso momento originário de desapego. Um desapego imposto, que nos obriga a deixar o conforto uterino em segundos. A deixar ir o cordão umbilical que nos acompanhou desde a primeira célula e a abandonar a nossa respiração (sobrevivência) uterina para a substituir, em instantes, por uma nova forma de respirar.

Praticar o desapego significa ter a coragem para deixar ir. Deixar partir. Ter coragem para nos rendermos. Significa perceber que persistir “amarrado” traz-nos mais dor emocional, mais peso no dia-a-dia, mais stress, menos auto-estima, menos saúde e menos alegria. Desapegar significa deixar ir o perfeccionismo, o medo de falhar e preocupações de tipo “e se?” ou “como vou conseguir?”. E também ter a capacidade de nos desligarmos das expectativas e dos objectivos que perspectivaram para nós.

Desapegar é, no entanto, muito difícil.
Desde logo, porque temos consciência de que podemos estar a sair para o nada, a deixar algo para entrar no vazio. Este processo gera a sensação interna de que podemos fracassar. E com essa sensação, o medo. E com ele a vontade de ficarmos imóveis. De ficarmos presas à nossa zona de conforto.

Vantagens de praticar o desapego 

Praticar o desapego não significa ser irresponsável. Ao contrário significa ter a capacidade para perceber o que já não nos faz felizes, o que já não contribui para o nosso crescimento e agir em conformidade com esses inputs.

São várias as vantagens de praticar o desapego. Eis algumas:

  • Ter uma vida mais leve, menos exigente
  • Aumentar a liberdade pessoal
  • Viver em função do nosso propósito de vida 
  • Ter mais tempo para nós e para a família
  • Viver com menos stress 
  • Fazer, cada vez mais, o que gostamos
  • Dormir melhor
  • Ser mais alegre 
  • Afastar pessoas tóxicas 
  • Dizer o que pensamos sem medo
  • Diminuir a culpa 
  • Retirar o peso do perfeccionismo 
  • Viver feliz com menos bens materiais
  • Aumentar a auto-estima e a percepção do valor pessoal
  • Aumentar a auto-aceitação e o auto respeito
  • Viver cada vez menos em função do que parece bem aos outros
  • Sair da prisão das circunstâncias do passado

Como praticar o desapego?

O desapego é uma capacidade emocional que se aprende. Para nos desapegarmos temos de estar conscientes de que aquilo que nos prende está fora de nós (pessoas, objectos, condições de vida, relacionamentos…).

Treine o desapego: Veja o artigo das Dicas para Praticar o Desapego aqui:
http://teresasemmedo.blogspot.com/2015/06/dicas-praticar-o-desapego.html

 A que devemos, então, apegar-nos? 


  • Pessoas positivas e construtivas
  • Família e amigos
  • Pensamentos positivos
  • Pequenas conquistas do dia a dia
  • À capacidade de relativizar e de ver para além do problema presente
  • À capacidade de acreditar na vida
  • À nossa força infinita para mudar e de recomeçar
  • Ao agora, ao Presente
  • Ao reforço do nosso sentimento de merecimento
  • A um local de conforto onde nos sintamos seguros
  • À nossa capacidade inata e infinita de mudança
  • A todos os obstáculos que já conseguimos ultrapassar
  • A tudo o que já temos e que nos esquecemos de agradecer
  • À nossa verdade interior


Este artigo foi originalmente escrito por mim para a revista Prevenir e foi publicado na edição de Maio 2015.


Teresa Marta

5 Dicas para melhorar a sua vida já!

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1. Praticar a Aceitação


Se pretende fazer alguma mudança estrutural na sua vida, comece por aceitar o que tem e quem é, neste preciso momento. Mesmo que isso signifique aceitar algumas partes de si que não goste, tudo o que é, e o que tem neste momento, é a matéria que lhe vai permitir alavancar a mudança que deseja fazer. Mais: aceitar o que a vida nos tem colocado no caminho, caso não seja algo de positivo, não é uma condenação nem um acto de submissão. Trata-se apenas da base para trabalharmos no sentido de percebermos porque continuamos mergulhados em processos com os quais não nos identificamos e dos quais não gostamos.


2. Mergulhar nos medos

Mergulhar nos nossos medos, naquilo que mais tememos pode parecer aterrador, mas é indispensável para que se revelem todas as bênçãos que procuramos e que não conseguimos alcançar. Como diz o ditado “depois da tempestade vem a bonança”. No entanto, para que o sol apareça é necessário que enfrentemos a tempestade. É necessário enfrentarmos o que pensamos ser impossível. Paradoxalmente, qualquer transformação que sinta ser a mais difícil é a que mais precisa de fazer para que a mudança positiva se manifeste. Vale a pena tentar. 


3. Acreditar no timing dos processos

As soluções que procuramos estão normalmente mais perto do que pensamos. No entanto, não as vemos pois estamos muito preocupados e concentrados no que se vai passar e como se vai passar mais à frente, no futuro. Antes pois de fazer planos sobre como as coisas virão até si, tente perceber se as respostas que procura já não se encontram perto de si. Perdemos tantas oportunidades por estarmos focados naquilo que pode vir a acontecer! Os processos têm os seus timings. Confie na sua intuição para se deixar guiar por eles. Pacifique o seu Coração.

4. Abraçar a mudança  

Por vezes sentimos que as mudanças que desejamos tendem a demorar. Na grande maioria das vezes em que isso acontece, não vemos as respostas porque efectivamente, não estamos dispostos a mudar. Se fizermos as mudanças necessárias, as respostas que procurávamos surgem de imediato à nossa frente.

5. Agir com consequência

“Não estou psicologicamente preparada!”, “Não vale a pena, já não vou chegar a tempo”, “Amanhã será ideal para fazer isso, hoje não”. Se estas razões lhe surgem frequentemente na cabeça para não fazer o que planeia, significa que a sua acção não tem consequência. É vazia. E como tal nunca lhe trará o retorno esperado. Se as acções que planeamos fazer são de facto importantes para o nosso crescimento pessoal, continuar a adiar (por muito válidas que o nosso cérebro considere serem as razões), só nos traz tristeza e culpa para connosco próprios. E  ninguém pode ser feliz assim! 

Teresa Marta

Estarei feliz com as minhas Amizades?

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A sua felicidade nas amizades e nas relações sociais é um factor de peso para a sua felicidade num todo, pois somos seres sociais. Mas como anda a sua? Este artigo faz parte de um conjunto de questões de auto-diagnóstico na sequência do artigo Sou Feliz? publicado na edição de Fevereiro da revista Prevenir, e que pode ler também aqui no blog.

 Auto-Diagnóstico: Eu sou Feliz nas minhas Amizades?
(Relacionamentos)


A minha felicidade nas amizades e relações sociais:

a) Não consigo dizer Não.
Os meus amigos não respeitam os meus limites e têm dificuldade em pôr-se no meu lugar. Sinto que dou mais do que recebo. Não consigo dizer “não”.

b) Não gosto de pedir ajuda aos meus amigos.
Prefiro contar comigo a incomodar os outros. Por vezes duvido se podemos mesmo confiar em alguém.

c) Sei respeitar o espaço, o tempo e os problemas dos meus amigos.
Não me imponho nem culpabilizo. Não dou conselhos que não pratico. Digo não quando preciso e sei estabelecer limites saudáveis.


A trabalhar: 
As amizades são dos relacionamentos mais importantes que podemos ter ao longo da vida.

Podemos perder familiares, não ter filhos ou marido, mas tudo se torna mais fácil quando temos amigos.

Não há duração nem intensidade para as amizades. As amizades podem ser breves ou durarem muito tempo. Podem ser mais intensas ou mais suaves. Todas têm a sua função na nossa vida e todas nos recordam que ninguém é feliz isolado. Não podemos escolher os nossos pais. Ao invés, os nossos amigos fazem parte das nossas escolhas conscientes.

No entanto, como em todos os relacionamentos, as amizades também têm limites para não se tornarem relações que nos adoecem. Não se culpabilize quando as amizades não correm como esperava. A culpa é algo que tem de aprender a deixar para trás, se quer ser feliz. A culpa apenas serve para nos sobrecarregar de angústia, de vazio e de tristeza.

Não se sinta Obrigada a dizer “Sim, vou ao cinema contigo!”, “Estou muito cansada, mas podes ligar logo de manhã!”, quando a resposta que lhe apetece dar é: “Estou cansada e manhã é domingo e quero dormir!”. Você está a viver a sua vida, não a dos seus amigos.

Auto-Diagnóstico: Estou feliz de Finanças?

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Este artigo de auto-diagnóstico faz parte de um conjunto de questões que vêm na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição da revista Prevenir de Fevereiro, e que está disponível também aqui no blog. Para alcançar a Felicidade, terá que acreditar na possibilidade de a encontrar. É capaz?

 Auto-Diagnóstico: Sou Feliz com as minhas Finanças?


Qual é a minha relação com o Dinheiro?

a) Sempre tive uma má relação com o dinheiro.
Por mais que tente, o dinheiro escapa-se. Nunca consigo chegar com dinheiro ao fim do mês. Existe sempre mais uma conta para pagar.

b) Acho que o dinheiro não dá felicidade.
O dinheiro não me traz felicidade. Aliás, o dinheiro só faz com que as pessoas sintam que nunca é suficiente. Habituei-me a viver com o essencial e isso basta-me.

c) Gosto assumidamente de dinheiro por o que pode proporcionar e pela independência que me dá.
Trabalho para isso e mereço ser bem paga. Não tenho vergonha de assumir o prazer de não ter problemas financeiros. E, se algum dia os tiver, farei tudo para recuperar a minha independência, nem que tenha de ter dois empregos.


A trabalhar: 
Se as suas convicções sobre dinheiro estão representadas nas afirmações a) e b), deve começar por trabalhar as suas crenças sobre merecimento no que respeita à prosperidade financeira.

Existe uma enorme diferença entre o que dizemos merecer e aquilo que sentimos merecer!

Não adianta afirmar que merece ter dinheiro, se lá no fundo não é isso que sente. Irá falhar o objectivo. Trabalhe a confiança na sua capacidade para ganhar dinheiro. Talvez tenha crescido numa família onde o dinheiro foi sempre visto como algo difícil de conseguir, algo que só chega às mãos de alguns ou que os ricos são fúteis.

Anule a visão do dinheiro como algo ao qual é difícil chegar.

Finalmente, note que para sermos felizes no capítulo financeiro não basta termos mais dinheiro. Há quem tenha muito dinheiro e continue a sentir carência financeira vivendo atormentado para não gastar. Têm medo de ficar sem dinheiro.

O dinheiro tem de contribuir para termos uma vida de qualidade. Tem efectivamente de contribuir para a nossa felicidade. Se para termos dinheiro tivermos de nos subjugar a uma profissão que detestamos ou que aguentamos para pagar as contas, continuamos a viver na ideia de carência.

Você merece ter o dinheiro que necessita para viver desafogadamente, por direito próprio. Mas tem de se sentir merecedora disso. Caso contrário afastará de si o dinheiro, mesmo que o ganhe.

Auto-Diagnóstico: Como estou de Saúde?

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"Serei Feliz?" -  Pergunta bem. Para alcançar a Felicidade, tem de acreditar na possibilidade de a encontrar.  Este artigo faz parte de um conjunto de questões de auto-diagnóstico, na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição da revista Prevenir de Fevereiro, e que está disponível também aqui no blog.


 Auto-Diagnóstico: Estou Feliz com a minha Saúde?


A felicidade na minha saúde:

a) O meu nível de energia é baixo.
Sinto-me exausta frequentemente. Acho que é de família. A minha mãe é igual.

b) A minha saúde não é o meu ponto forte e por isso protejo-me
Protejo-me imenso. Tomo vitaminas e faço check-ups anuais. Tento fazer uma alimentação cuidada e não tenho dependências.

c) Tenho uma boa relação com a saúde. Cuido de mim, física, mental e espiritualmente.
Sigo o que o meu corpo me diz que me faz bem. Não sou escrava de dietas, nem de medicação. Isso torna-me mais forte, mais saudável e consequentemente mais feliz.


A trabalhar: 
Se a sua ideia sobre saúde está próxima de afirmações como as de a) e b), poderá caminhar para uma vida com baixos níveis de energia anímica, bem-estar e felicidade.

Aprenda a cuidar de si, na totalidade. Isto significa cuidar do seu corpo, da sua mente e do seu espírito. Significa não insistir em comportamentos que já percebeu serem prejudiciais para si.

Afaste-se igualmente de pessoas que se queixam muito e que têm imensa preocupação com doenças. Vigie as suas emoções. Perceba que curar as suas emoções negativas é curar a sua saúde. Liberte raivas, ressentimentos, passados sofredores, pessoas que lhe fizeram mal. Liberte-se daquilo que lhe dá peso, que lhe recorda maus momentos, más experiências.

Você está agora aqui. Conseguiu, apesar de tudo. 
Como tal, abençoe o que conseguiu. O seu corpo, por ter resistido. O seu cérebro por não a ter abandonado. E coloque alegria e sorriso na sua vida. Mesmo que acorde sem grandes motivos para estar alegre, anime-se e vá para a rua distribuir alegria.

Sinta o que recebe. Isso é saúde. Isso dá verdadeira felicidade.

Auto-Diagnóstico: Sou Feliz... no Amor?

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Ser feliz é o objectivo máximo de vida. Mas é também um dos mais difíceis de alcançar. Este artigo faz parte de um conjunto de questões de auto-diagnóstico que vêm na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição de Fevereiro da revista Prevenir, e que publiquei também aqui no blog.

Auto-Diagnóstico: Eu sou Feliz no Amor?
(relacionamentos)


Eu sou Feliz nos meus relacionamentos?

a) Ainda não encontrei a minha alma gémea.
Não sei se um dia vou conseguir amar e ser amada. Sinto-me incompleta e isso faz-me infeliz.

b) Nunca fui muito feliz no amor.
Sinto sempre medo de perder o outro. Isso estraga tudo. Acabo sempre por ser abandonada.

c) Retiro das minhas relações o melhor que me dão.
Acho que aprendo com todas, mesmo quando não correm tão bem como esperava.


A trabalhar: 
Acreditamos que para sermos felizes temos de ter um relacionamento amoroso e que este nos deve dar a felicidade que imaginámos. No entanto, felicidade e amor podem nem sempre andar de mãos dadas. Desde logo, porque não podemos pedir ao outro que nos dê aquilo que nós não conseguimos dar ou criar.

Não devemos ver os relacionamentos como base da nossa felicidade. Isso é transferir para o outro a responsabilidade de sermos ou não felizes. Se o outro estiver presente e corresponder às expectativas, estamos bem.

Quando não existe ninguém ou não corresponde àquilo que esperávamos, ficamos ansiosas, angustiadas, perdidas e a vida fica sem sentido.

Foque-se nos momentos de alegria dos seus relacionamentos e viva-os em pleno. Quanto mais usar a alegria na sua vida amorosa, sem julgamentos prévios e comparações com o passado, mais feliz se sentirá.


Auto-diagnóstico: Para mim, felicidade é...?

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Na continuação do artigo Serei Feliz? que publiquei num post anterior aqui no blog, surgem algumas questões de auto-diagnóstico. Não pretendo aqui definir Felicidade, mas ajudar a identificar aspectos da sua vida que pode melhorar para se sentir mais feliz.

Auto-diagnóstico - como vejo a Felicidade?


1. Para mim a Felicidade é:
a)   Algo inalcançável. Nunca somos completamente felizes.
b)   Uma meta difícil. Depende da conjugação de muitos factores que não podemos controlar.
c)   A Felicidade é um estado de equilíbrio global que consigo sentir quando me foco no lado positivo da vida, mesmo quando não parece haver nenhum.


2. Já fui feliz?
a)   Nunca me senti completamente feliz.
b)   Sim, quando era (nova/casada/solteira/amada…) e tinha (dinheiro, amigos, uma profissão que gostava, casa de praia…).
c)   Nunca me sinto infeliz. Posso ter momentos maus, mas tento sempre ver o lado positivo das situações. Isso leva-me para o que posso fazer e desfoca-me daquilo que perdi ou posso perder.


A trabalhar:
Se vê a felicidade como difícil de atingir, é natural que ela teime em não ir ao seu encontro. 

Recorde que aquilo em que colocamos energia prospera. Se dedicar as suas forças ao lado negativo da vida terá dificuldade em alcançar aquilo que deseja de bom. Neste sentido a felicidade exige que nos reprogramemos.

Se o seu cérebro tende a ver o lado negativo e facilmente perde a esperança, tem de mudar os seus pensamentos, pois isso mudará a forma como se sente. O pensamento treina-se. Pode conduzi-lo para o lado  positivo, mesmo em situações que à partida parecem desesperantes.
A felicidade constrói-se dia-a-dia, sem pressa, a partir de momentos simples, que por vezes nem temos consciência de estarem a ocorrer. Acredite na sua capacidade infinita de mudar. Aja em função da mudança que deseja ver na sua vida, começando por mudar os seus pensamentos.

Serei Feliz?

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Capa da edição de Fevereiro 2015 da revista Prevenir FELICIDADE Para a alcançar, tem de acreditar na possibilidade de a encontrar e viver em função daquilo que sente e deseja, em vez de se regular pelo que os outros esperam de si.

Serei Feliz? 

Pergunta bem. A felicidade deve estar no topo das suas prioridades. Encontre a sua resposta em sete áreas-chave da sua vida e descubra o que precisa para a alcançar.


Felicidade, o que é afinal? 

Não sendo fácil defini-la existem algumas noções em torno do conceito que podem ajudar a encontrar a sua: a felicidade é um estado que inclui a conjugação simultânea de várias vertentes – a físico-biológica, a psico-emocional e a espiritual. É um sentimento, logo, é subjectiva – depende da interpretação de cada um face às circunstâncias.
Isto faz, por exemplo, com que existam pessoas que se sentem felizes por serem saudáveis e amadas e outras que, mesmo amadas e tendo saúde, se sentem infelizes. Precisam de “algo mais”.

Uma coisa é certa: a sensação pessoal de felicidade aumenta quando vivemos em função daquilo que sentimos que nos faz bem, ao invés de regularmos a nossa vida por aquilo que os outros acham ser o mais correto para nós.

A felicidade tende também a estar mais presente nas pessoas que acreditam na possibilidade de a alcançar. Ser honesta com aquilo que sente e deseja é um dos caminhos mais eficazes para ser feliz.

Ponha em prática esta atitude para responder às questões que se seguem e talvez encontre o caminho para a sua felicidade:

1. Para mim a felicidade é...?

2. Serei Feliz no Amor?

3. Sou Feliz no meu Trabalho?

4. E a minha Saúde?

5. Estou Feliz com a Família que tenho?

6. Qual é a minha relação com o Dinheiro?

7. Serei Feliz nas minhas Amizades e relacionamentos?

Clique nos links acima e encontre algumas Dicas para ajudar a responder a estas 7 questões e ajudar a ser mais Feliz nestas 7 áreas da sua vida.

Este artigo é a primeira parte de um artigo escrito por mim para a revista Prevenir e que foi publicado na edição de Fevereiro de 2015. A continuação está em cada uma das perguntas.

Terapia da Gratidão

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A gratidão cura as nossas emoções e, através da cura emocional, curamos a nossa vida. Quanto mais gratidão sentimos, mais a nossa vida melhora.

Não se trata de nenhum passe de magia!
Trata-se, simplesmente, de uma mudança de percepção face àquilo que já temos. Ao elevarmos o nosso nível de gratidão aumentamos as emoções positivas que sentimos e começamos a focar-nos nos pontos positivos em detrimento dos aspectos negativos. Desta forma, praticar a gratidão significa passarmos a ter ainda mais coisas pelas quais nos sentimos gratas.

Nesta perspectiva, a gratidão é uma das maiores forças curativas que podemos usar na nossa vida. E tem grandes vantagens: a gratidão não depende do estatuto social, do valor do nosso salário, do cargo que ocupamos, de termos ou não um curso superior. A gratidão não depende das marcas que usamos, dos sítios onde passamos férias ou do carro que temos. A gratidão é um sentimento que temos (ou não temos), independentemente das nossas condições materiais, sociais ou educacionais.

No entanto, é difícil sentir gratidão. Porque temos de aprender a ser gratas, mesmo quando as coisas não correm bem. Mesmo quando a vida não corresponde àquilo que esperávamos. Raramente nos ensinaram o poder da gratidão, a olhar para as pequenas vitórias do dia-a-dia e para as coisas boas que já temos. Um simples duche quente no fim de um dia extenuante. Um abraço dos nossos filhos. O sorriso de alguém que se cruza connosco na rua. O nosso sofá, onde nos enroscamos numa tarde de chuva. Os amigos que nos telefonam para saber como estamos. O nosso carro, que “pega” de manhã. Temos tanto para agradecer a estas pequenas coisas que já temos e que damos como adquiridas, já não lhes prestando atenção.

Alguns dados da Psicologia Positiva

A gratidão é inata ao ser humano, embora apenas em 2001 a Psicologia Positiva lhe tenha começado a dirigir maior atenção em termos de estudo (McCullough). Concluiu-se, nomeadamente, a existência de uma relação positiva entre gratidão e bem-estar subjectivo da pessoa. Bem como entre a gratidão e a qualidade das nossas relações interpessoais.

A gratidão afecta de modo positivo a vida, as relações e o bem-estar dos sujeitos que a sentem e a praticam. É neste sentido que vão também os estudos de Seligman (2008), que conclui existir uma relação directa entre a prática da gratidão e a felicidade sentida pelo sujeito. De facto, a gratidão é uma emoção positiva que amplia o sentimento de bem-estar emocional. Uma emoção que, experienciada e praticada, transforma a nossa vida para melhor. Torna-nos mais criativos, mais resilientes, mais saudáveis, mais felizes e socialmente mais integrados (Fredrickson, 2004).


Porque tendemos a não sentir gratidão? 

Na exigência que impomos a nós mesmas, nunca nada é suficientemente glorioso, visível ou importante. Desvalorizamos as pequenas conquistas, que são passos gigantes para afirmar o nosso valor único e a nossa capacidade de ver para além do momento presente, para além das crises que enfrentamos. Desvalorizamos pequenos momentos que nos devolvem a capacidade de acreditar na vida, de acreditar na nossa força infinita para fazer a mudança. Ao desvalorizarmos o que já temos, por pouco que isso nos possa parecer, tudo se torna irrelevante. Começamos a achar que apenas somos felizes se tivermos mais ou se as coisas forem diferentes. Achamos que para estarmos gratas algo de extraordinário tem de acontecer: um aumento de salário, um carro novo, uma cura milagrosa das nossas dores emocionais, uma saúde de ferro, umas férias paradisíacas. Enquanto nos sentirmos incompletas, enquanto sentirmos que ainda não é suficiente, afastamos a gratidão e com ela a capacidade inata de valorizar “algos” tão simples como o facto de estarmos agora, aqui, a respirar.

Veja também:
Dicas para aumentar a gratidão
Exercícios para aumentar a gratidão




“Sábio é aquele que não chora pelas coisas que não possui,  mas rejubila com as que já tem.” 
- Epíteto


Teresa Marta

Dicas para aumentar a gratidão

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 Dicas para aumentar a Gratidão

1. Valorize a pessoa que já é.  Para chegar aqui fez um caminho. Mais fácil ou mais difícil, mas é o seu caminho. Um caminho que deve respeitar por tudo aquilo que aprendeu e tudo aquilo que conseguiu ultrapassar.

2. Sinta-se grata por pequenas coisas às quais não costuma estar atenta. Por exemplo, poder estar agora a ler este artigo. Ter tempo para isso. Mais: estar a ler, sem ser em Braille. Talvez esteja em casa, no cabeleireiro, na sala de espera de um consultório. Agradeça. Está a ler por si mesma!

3. Agradeça sempre que conseguir deitar fora experiências, padrões, comportamentos e pessoas, que já não lhe faziam bem.

4. Seja grata pelas suas relações falhadas. Cada relação que termina é uma oportunidade única para praticar o perdão e para conhecer novas pessoas que façam realmente sentido na sua vida.

5. Agradeça, sempre que consegue desapegar-se coisas, pessoas e profissões aniquilantes, que já não contribuem para a sua felicidade. Se agora tem pouco. Vai ter mais. Se já tem muito vai ter mais. A gratidão é uma emoção win-win.

6. Se sente vazio (de amor, de tempo, de amizade, de sentido de vida), agradeça ao seu vazio a oportunidade que ele lhe oferece. Se sentir que tem pouco, agradeça o pouco. Significa que tem um campo imenso à sua frente para ter mais. Para produzir mais. Para amar mais. Para voltar a apaixonar-se. Tem espaço vazio para tudo isso!

7. Agradeça aos seus erros e aos seus medos. Reconheça-lhes o seu valor pois eles existiram para a fortalecer. Precisou deles ultrapassar obstáculos em determinada altura da sua vida.



Exercícios para aumentar a Gratidão

Passo a passo, exercitar a gratidão:

1. Auto-diagnóstico:
Faça um barómetro do seu nível de gratidão. Numa escala de 1 a 20, qual considera ser o seu nível de gratidão actual? Pense individualmente, quão grata se sente, nos seguintes pontos: Amor/relacionamentos; Família; Profissão; Saúde; Prosperidade Financeira.

2. Auto-análise:
Tente perceber porque se está a sentir pouco grata nos sectores a que atribuiu valores mais baixos.

3. Plano de acção:
Identifique estratégias e acções que possam aumentar o seu nível de gratidão actual, para cada um dos sectores da sua vida. Tente que o seu plano dependa essencialmente de si e daquilo que pode fazer e não dos outros ou das circunstâncias externas.

4. Partilhe a sua gratidão:
Partilhe amor, esperança e alegria, mesmo em tempos difíceis. Quando partilha alegria em situações complicadas tudo à sua volta se transforma. A situação difícil passa a ser vista de forma mais positiva e o outro passa também a sentir-se grato.

5. Cure a sua linguagem:
Anule expressões como: “Tive a infelicidade de ficar desempregada”, “Nada me corre bem”, “Sou fraca”, “Não consigo”, “Quando as coisas corem bem, até duvido!”, “Tenho um salário muito baixo”; “Ninguém me entende”; “Está tudo tão caro”, “O amor foge-me”. Estas frases anulam por completo a sua capacidade inata para se sentir grata. E isso faz com que a sua vida fique parada no ressentimento, no queixume e na vitimização. Algo que, decerto, não quer para si!



Estas dicas fazem parte do artigo que "Terapia da Gratidão" que saiu na edição de Fevereiro de 2015 da revista Prevenir e que pode ser lido aqui.

Emoções Positivas

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Para evitar a depressão do sistema imunitário, é preciso manter a «alegria de viver», para isso é preciso definir as estratégias...

1. Pense em si 
Não tenha medo de tomar decisões em função do seu bem-estar e da sua felicidade, em detrimento daquilo que acha que os outros irão apreciar.

2. Diga “não” 
Diga-o as vezes que forem necessárias. Se perder alguém ou alguma coisa por dizer "não", acredite que essa pessoa ou essa “coisa” já não lhe pertencia.

3. Amplie o seu mundo 
Conheça novas pessoas e outras realidades. Mude a sua rotina, as pessoas habituais e os locais de sempre.

4. Não exija demais de si mesma
Liberte sentimentos de autoavaliação e de perfecionismo.

5. Deixe os acontecimentos negativos fluírem 
Em vez de os guardar, tente perceber o que lhe vieram ensinar. A seguir, liberte-os.

6. Assuma um ar menos sério 
Divirta-se mais. Ria mais. Brincar com as adversidades é muito importante para a nossa cura emocional e, consequentemente, o melhor remédio para a nossa saúde, o nosso bem-estar e a nossa felicidade.




Estas dicas fazem parte de um artigo da revista Prevenir para o qual colaborei, intitulado "Não fique doente" e disponível na edição de dezembro de 2014 da revista.

12 Dicas para curar as suas emoções

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  1. Faça escolhas equilibradas. Escolher de forma equilibrada significa optar pelo que sente que lhe faz bem e não por aquilo que acha que os outros irão apreciar. Não tenha medo de escolher em função do seu bem-estar e da sua felicidade. Você está a viver a sua vida e é a si que tem de prestar contas.

  2. Seja carinhosa consigo. Respeite a sua vontade e sinta-se merecedora! Se existem pessoas e situações que sente serem tóxicas para si, tente eliminá-las o mais possível. Esta atitude faz parte de uma vida equilibrada, onde devemos criar limites saudáveis para os nossos relacionamentos.

  3. Aprenda a dizer não! Diga não as vezes que forem necessárias. Se perder alguém ou alguma coisa por fazê-lo, acredite que essa pessoa ou essa “coisa” já não lhe pertenciam. Não tenha medo! Respeite-se. Respeite o que sente. Você merece ser feliz!

  4. Elimine os“E Se?”do seu discurso e do seu pensamento. Todos os “ses” que imaginamos são apenas isso: imagens mentais que criamos! Troque o “Se…”, por afirmações no presente do indicativo, como: “Estou a conseguir ser cada vez mais positiva!”.“Hoje foi mais um dia em que consegui focar-me no presente, rodeando-me de pessoas, pensamentos e situações que me fazem bem”.

  5. Amplie o seu mundo. Conheça nova pessoas e outras realidades. Não precisa sair do País ou gastar muito dinheiro. Se quer mudanças na sua vida terá de mudar a sua rotina, as pessoas habituais e os locais de sempre.

  6. Coma alimentos curativos. Respeite o seu corpo quando este lhe dá sinais de que determinados alimentos não lhe fazem bem. Retire-os!

  7. Foque-se no presente e naquilo que, neste momento, consegue controlar. Por muito grave que lhe pareça a situação, lembre-se de que pode sempre fazer uso de recursos que já tem, mesmo que lhe pareça o contrário.

  8. Não exija demais de si mesma. Liberte sentimentos de auto-avaliação e de perfeccionismo. É bom colocarmos a nós mesmas objectivos ambiciosos, mas não podemos deixar-nos consumir pela angústia da superação.

  9. Afaste-se de pessoas negativas, que estão sempre a ver o lado pior dos acontecimentos. Se com essa atitude perder alguns amigos, deixe ir. É porque essas pessoas nunca foram, de facto, amigos.  

  10. Tranquilize o seu coração. Pratique pensamentos positivos como: “Não há razão para ter medo!”. “Tudo está a acontecer no tempo certo para mim!”. “Aconteça o que acontecer vou sair desta situação reforçada!”. “Eu consigo!”

  11. Aprenda a deixar fluir os acontecimentos negativos. Ao invés de os guardar tente perceber o que lhe vieram ensinar. A seguir, liberte-os.

  12. Pratique a capacidade de brincar com a vida! Assuma um ar menos sério. Divirta-se mais. Ria mais! Brincar com as adversidades é muito importante para a nossa cura emocional e, consequentemente, o melhor remédio para a nossa saúde, o nosso bem-estar e a nossa felicidade!

Em 2014 consegui... Não ter medo das Emoções

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Na quinta e última parte do artigo da edição de Janeiro da revista Prevenir que comecei aqui, sobre os objectivos que traçámos para 2014, falamos de emoções. E de não ter medo de as sentir. Leia, por fim, o final do artigo e as dicas sugeridas abaixo.

Parte V

NÃO TER MEDO DAS EMOÇÕES


O Amor é assim: tão depressa precisa de ser partilhado para ganhar novo ânimo, como refreado, para marcar uma posição. Em ambas as situações, importa apenas senti-lo ou se for o caso...partir em busca dele.

VOU DIZER MAIS VEZES «AMO-TE»
Esta decisão revela que está na sua relação porque o traço de união ainda é afectivo e emocional, não tanto logístico, económico ou por hábito. Ao verbalizar os seus sentimentos estará a dar cor e emoção à sua vida - analisa Alcina Rosa, psicóloga clínica.

PASSE À PRÁTICA:
Se já o diz mas gostaria de o dizer mais vezes deve fazê-lo sem banalizar os sentimentos, ou seja, sentindo-o de facto. Se está só agora a começar, tente perceber qual a forma mais genuína de transmitir os seus sentimentos e avance. Pode fazê-lo verbalmente ou através de gestos tão simples como aninhar-se no sofá ao lado do seu companheiro ou com uma troca de carinhos - sugere a especialista.

VOU 
Esta decisão revela que está emocionalmente disponível para agarrar a sua felicidade e apostar no seu bem-estar individual e enquanto parte do casal - diz a psicóloga.

PASSE À PRÁTICA:
Partindo do princípio que uma relação não é (sempre) um mar de rosas, a primeira premissa é adaptar as expectativas à situação real e não a um ideal projectado. Tentar mudar o outro ou adequá-lo a si pode originar conflitos. A melhor forma de cuidar da relação é encontrar soluções quotidianas que tragam calma e harmonia à vida a dois. Pode encontrá-las em coisas tão simples como telefonar-lhe a meio do dia, oferecer um presente simbólico que tenha a ver com ele, combinar uma saída a dois e arranjar, todos os dias, tempo e espaço para o casal - exemplifica.
DICA:


Tentar mudar o Outro pode gerar conflitos. 
Adapte as expectativas à situação real.




QUERO VOLTAR A APAIXONAR-ME
Em termos emocionais, o verbo «quero» provoca muita ansiedade. O amor não é como um objecto que se controla temporalmente, não se quer e se tem. Não, o amor faz parte do domínio do acontecer, pelo que o melhor é pensar "eu gostaria de voltar a apaixonar-me" em vez de, mesmo que inconscientemente, estar a definir um tempo para que isso aconteça. Essa postura de não ficar à espera que a vida aconteça revela uma atitude mais activa, de investimento em si e na sua vida..

PASSE À PRÁTICA:
Aumente o número de interacções sociais: saia, conviva, divirta-se e junte-se a grupos de interesse que lhe permitam conhecer pessoas. Deve, porém, evitar centrar a sua felicidade na realização ou não do seu desejo, sob pena de se sentir frustrada, desvalorizada e inquieta.

VOU EDUCAR SEM SENTIMENTOS DE CULPA 
Dizer «não» e impor limites aos filhos traz, em alguns casos, sentimentos de culpa. Reconhecê-lo revela uma necessidade de alterar os seus paradigmas educativos e o próprio papel de mãe. Dizer «não» faz parte da educação e dos valores que deve transmitir aos seus filhos - caso contrário, poderá estar a encaminhá-los para um mau desenvolvimento pessoal - explica Alcina Rosa.

PASSE À PRÁTICA:
Lembre-se de que o seu papel é educar e aprender a dizer «não» é tão importante como dizer «sim». Objective as situações que gostaria de ver alteradas e, sempre que estiver perante esse cenário, controle-se e decida-se pela atitude ou resposta que considera mais justa e não a que vai agradar mais ao seu filho. Mesmo que isso, no momento, lhe pareça desmedido ou até cruel.

DICA:
 
Tome Nota!

Evite centrar a sua felicidade no amor, sob pena de se sentir frustrada.



VOU VOLTAR AOS TREINOS 
Parabéns! Acabou de estabelecer o compromisso que fará de si uma pessoa mais saudável, energética e bem-disposta. Irá, ainda, reduzir o risco de vir a sofrer de artrite, doença cardiovascular, cancro ou depressão.

PASSE À PRÁTICA:
  1. Estabeleça objectivos realistas e comece devagar, com caminhadas de 20 minutos, três vezes por semana, e aumente gradualmente a intensidade;
  2. Intervale os treinos com dias de descanso;
  3. Junte-se a um grupo de treino, de forma a estabelecer um compromisso;
  4. Invista em bom equipamento (sentir-se bonita é uma motivação extra para não desistir);
  5. Inscreva-se num ginásio e aconselhe-se com um personal trainer sobre o melhor plano de treino para si.
 Fonte: www.webmd.com


Este artigo faz parte de uma sequência de artigos que fizeram parte da edição de Janeiro da revista Prevenir, na qual participei, para indicar o caminho para realizar os seus desejos neste ano de 2014.
Publico-o agora para que possamos fazer uma reflexão sobre este ano que chega ao fim e sobre os objectivos que traçamos para nós mesmos.

Será que os conseguimos concretizar?


Leia os outros artigos "Em 2014, eu consegui...":


Em 2014 consegui... Ser Mais Saudável

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Na terceira parte do artigo que comecei aqui, falamos de saúde. Porque este deverá ser sempre um dos itens a incluir, a cada novo ano, na lista de objectivos para um ano melhor.


Parte III

SER MAIS SAUDÁVEL


Cuidar da saúde é uma prioridade. Aproveite o novo ano para rever os exames que deve fazer e, pôr, finalmente, em prática o plano de deixar de fumar (por exemplo) e aprender a canalizar energias para o que realmente importa. Sem Stress.

VOU STRESSAR MENOS
O stress dá-lhe uma falsa sensação de energia que desgasta o cérebro, as emoções e o próprio corpo, pelo que é normal que não se aperceba que está a ser vítima da «cultura do objectivos», ou seja, a viver sobrecarregada de tarefas. E isso pode fazer com que adoeça.

PASSE À PRÁTICA:
Faça uma lista das suas tarefas diárias. Verifique se os objectivos traçados continuam a fazer sentido ou se não serão demasiado pesados para continuar a suportá-los. Avalie-se menos e seja menos perfeccionista.

VOU DEIXAR DE FUMAR
Ao fazê-lo, estará a reduzir o risco de vir a sofrer de doença cardiovascular, cancro do pulmão, do esófago e da boca, doença respiratória grave e incapacitante e a diminuir o risco de morte prematura, de acordo com a Direcção-Geral de Saúde.

PASSE À PRÁTICA:
Esforço e auto-disciplina são as palavras de ordem. Para tornar o processo mais fácil, a Direcção-Geral de Saúde aconselha: escreva uma lista com as razões que a motivam e releia-a sempre que pensar em desistir. Fixe um dia para o fazer de forma a estabelecer um compromisso consigo própria. Envolva amigos e família na sua decisão. Evite a proximidade com fumadores. Pratique exercício físico e adopte uma alimentação saudável. Se não conseguir à primeira, marque nova data e recomece.

VOU FAZER OS EXAMES ESSENCIAIS
Marque na Agenda as consultas e exames que deverá realizar em 2014.

PASSE À PRÁTICA:
Check-up:
Inclui uma avaliação geral com exame clínico, medição da pressão arterial e eventual requisição de exames laboratoriais (análises): urina, colesterol, glicemia e hemograma.

Consulta ginecológica:
Se é Mulher, a consulta ginecológica permite detectar problemas na vagina, colo do útero e mama.

Consulta de Dermatologia:
Se tem pele clara e sinais cutâneos, é conveniente analisá-los se notar alterações na simetria, rebordo, diâmetro e/ou cor.

Consulta Dentária:
Uma vez por ano deve fazer uma limpeza dentária e avaliar o estado da sua boca.

Revisão Científica: Dr. Pedro Ribeiro da Silva, médico de Medicina Geral e Familiar, na Divisão de Estilos de Vida Saudável da Direcção-Geral de Saúde.


Este artigo faz parte de uma sequência de artigos que fizeram parte da edição de Janeiro da revista Prevenir, na qual participei, para indicar o caminho para realizar os seus desejos neste ano de 2014.

Será que os conseguimos concretizar?

Leia os outros artigos "Em 2014, eu consegui...":


Em 2014 consegui... Ser Feliz no Trabalho

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É através da Mudança que crescemos e nos reinventamos, na esperança de sermos cada vez melhores. Melhores amigos, pais, filhos, irmãos, colegas, companheiros.
Acontece que a mudança, por muito desejada ou programada que seja, depende de um factor difícil de conquistar: a coragem. É ela que nos empurra para fora da nossa zona de conforto e obriga a enfrentar o desconhecido e que nos permite acreditar que mesmo perdendo alguma coisa agora, o que teremos no fundo de nós pessoas mais felizes.

Pô-la em prática implica aceitar que precisamos de mudar, de agir com consequência e rejeitar a culpa que tantas vezes nos impede de avançar.



Parte II

SER MAIS FELIZ NO TRABALHO


Elaborar um Plano de Acção, com objectivos bem definidos, é o primeiro passo para mudar (para melhor) a sua situação profissional e financeira. Acreditar que se vai concretizar também faz parte do processo. Avance!

VOU SER MAIS ORGANIZADA E PONTUAL
O cérebro precisa de harmonia e organização para nos transmitir segurança. A pontualidade, explica Teresa Marta, coach para a coragem, faz parte dessa organização mental de que o nosso cérebro necessita para "sentir" que tudo está no ritmo certo e que somos donos da nossa própria existência.

PASSE À PRÁTICA:
Verifique se está a atribuir aos outros a razão da sua desorganização e elimine essa desculpa. Elabore um plano semanal ao domingo e comece por definir tarefas simples de concretizar, para evitar deixar alguns pontos por cumprir. Diariamente, antes de se deitar, faça a agenda de véspera. Isto permite ao nosso subconsciente memorizá-las e, assim, entrar no ritmo.

VOU GANHAR MAIS DINHEIRO
Acreditar, logo à partida, que tudo se vai resolver pelo melhor, independentemente da dimensão do desafio, ajuda a aumentar a confiança em si própria e nas suas capacidades, e está a programar a sua mente para que tal aconteça - reforça Sandra Pereira, lifecoach.

PASSE À PRÁTICA:
Comece por escrever exactamente o montante que deseja amealhar e estabeleça um prazo para consegui-lo. Detalhe as várias etapas a percorrer (por exemplo, arranjar uma actividade extra que gere retorno financeiro e negociar horários com as suas chefias) e visualize-se com o objectivo já cumprido, antecipando o que irá ganhar quando alcançar o seu desejo. Esta será a sua motivação ao longa da jornada.

VOU NEGOCIAR A MINHA SITUAÇÃO PROFISSIONAL
Pedir um aumento ou reclamar as folgas que acumulou no último ano podem parecer batalhas difíceis de ganhar, mas já falou com o seu chefe? Definir concretamente o que quer para a sua vida e verbalizá-lo é o primeiro passo para alcançar as suas metas - afirma a lifecoach Sandra Pereira.

PASSE À PRÁTICA:
Defina objectivos reais e alcançáveis, tendo em conta a sua situação actual e marque, finalmente, uma reunião com o seu chefe. Num discurso bem articulado, enumere as suas qualidades profissionais (horas que trabalha, empenho e dedicação) e indique as mais-valias de que a empresa irá beneficiar se atender ao seu pedido, traçando compromissos para o futuro.
DICA:


Tome Nota: Criar metas diárias, no início de cada semana, vai ajudar a realizar as suas tarefas do dia-a-dia sem esforço.



Este artigo faz parte de uma sequência de artigos que fizeram parte da edição de Janeiro da revista Prevenir, na qual participei, para indicar o caminho para realizar os seus desejos neste ano de 2014.
Publico-o agora para que possamos fazer uma reflexão sobre este ano que chega ao fim e sobre os objectivos que traçamos para nós mesmos. Será que os conseguimos concretizar?


Leia os outros artigos "Em 2014, eu consegui...":

Em 2014 consegui... Valorizar-me Mais

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Em Janeiro deste ano, colaborei na redacção de um artigo para a revista Prevenir sobre os objectivos para 2014. Objectivos esses que se conquistam através de um caminho. No fundo, passos para realizar os desejos para o ano que estava a começar.

Agora que o ano está a chegar ao fim, decidi replicar aqui, esses mesmos passos. Fique atento aos próximos dias, onde vou partilhar os cinco passos referidos na revista, aqui no Teresa Sem Medo.

Parte I

VALORIZAR-ME MAIS

Muitas vezes, para agradar os outros, acabamos por frustrar os nossos desejos. Estas são algumas estratégias para se valorizar sem comprometer as suas relações sociais, indicadas pelo Psicólogo e Psicoterapeuta Vitor Rodrigues, que subscrevo:

VOU DIZER MAIS VEZES «NÃO»
Se nunca dizemos «não», o nosso sim não vale nada. Saber dizer que não faz parte de sermos honestos connosco e com os outros e de nos sabermos respeitar a nós, aos nossos direitos e necessidades. De outro modo, frustramos a nossa verdadeira natureza e isso gera mal-estar e agressividade latente.

PASSE À PRÁTICA:
Ensaie ao espelho e depois com um amigo. Isso ajuda a sentir que é possível, para si, dizer «não». Além disso, questione-se: Estou a respeitar mais o outro e a mim ao dizer que "sim" a tudo? O que me leva a ter medo de dizer que não? Experimente gritar Não! muitas vezes, em tons diferentes, e vá percebendo como se sente. Os primeiros «não»  devem custar mais mas valem a pena.

NÃO VOU PERMITIR QUE ME MALTRATEM
Consentir ser mal tratada e/ou humilhada resulta na perda de auto-estima, produz ressentimentos latentes, conduz à perda de respeito próprio. É como se interiorizássemos a falta de respeito que os outros demonstram por nós. Fazer o oposto ajuda-nos a encontrar a nossa própria força.

PASSE À PRÁTICA:
 Comece por expressar o que sente perante as palavras e os actos da pessoa que maltrata e/ou humilha e proponha-lhe que encontre melhores modos. Muitas vezes, isso exige saber usar a sua força interior. Nem que, para isso, seja necessário frequentar aulas de artes marciais.

VOU DEIXAR DE FAZER FRETES
Fazer um "frente" implica um sentimento de frustração. Gera revolta e mal-estar. É como se uma parte de si estivesse a fazer força para realizar algo e a parte restante se opusesse, fazendo com que fique tensa e desgostada, opondo resistência "passiva".

PASSE À PRÁTICA:
 Seja clara acerca do que está disposta a fazer e encontre o lado positivo nas coisas que faz. Por exemplo, em vez da atitude de revolta face a algo que não lhe dá especial prazer, encontre as razões para o fazer e a satisfação de agir de acordo com a sua ética. Por exemplo, pode não gostar de lavar o chão, mas isso pode ser bom para si e para os outros e pode, nesse caso, ter o prazer de lavá-lo para bem de todos.

 VOU PEDIR DESCULPA
Para muitas pessoas, não pedir desculpa impede-as de se perdoarem. É como se sentissem que algo fica por fazer e que o mal que fizeram permanece dentro delas, assombrando-as e dificultando o seu bem-estar interior.

PASSE À PRÁTICA:
É simples: Peça desculpa encarando isso como um ato natural e civilizado. Encontre um momento adequado e explique à outra pessoa que faz questão de lhe dizer alguma coisa. Estará a repor a harmonia dentro e fora de si.


* Este artigo foi publicado na edição de Janeiro da revista Prevenir e foi escrito com a minha colaboração, juntamente com a Dra. Célia Francisco (psicóloga), Dra. Alcina Rosa (psicóloga), Dra. Helena Marques (psicóloga e fashion advisor), Sandra Pereira (trainer e lifecoach), Dra. Vítor Rodrigues (psicólogo e psicoterapeuta), e Dra. Pedro Ribeiro da Silva (médico de Medicina Geral e Familiar).



Leia os outros artigos "Em 2014, eu consegui...":

5 Dicas para fazer Escolhas mais coerentes e alcançar o Equilíbrio

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Se realmente quer começar a cuidar melhor de si, comece por aceitar fazer um trabalho coerente com aquilo que deseja para a sua vida, com aquilo que sente ser a sua identidade e a sua vontade.

Este trabalho significa, desde logo, aceitar que aquilo que pretende desenvolver depende, em primeiro lugar, de si! Significa aceitar que está disposta a não colocar o seu bem-estar na dependência de alguma coisa ou de alguém.

1. CORAGEM PARA SE ESCOLHER EM PRIMEIRO LUGAR
A sua primeira atitude deve ser ter coragem de se escolher em primeiro lugar. Escolher escolher-se irá aumentar a sua consciência de merecimento.

2. DESENVOLVER A CONSCIÊNCIA DE MERECIMENTO
Desenvolva a sua consciência de merecimento identificando quais as suas acções e pensamentos que neste momento representam esforços inúteis. Abandone-os de imediato.

3. ELIMINE SITUAÇÕES QUE LHE SUGAM ENERGIA
Sinta o alívio de não continuar amarrada a situações que lhe retiram energia, que a desgastam e que a fazem questionar sobre a sua capacidade de fazer as melhores escolhas para si.

4. MEXA-SE! QUANDO SE MOVE, AS COISAS COMEÇAM A MUDAR
Dê a si própria a oportunidade de mudar a sua vida para aquilo que quiser. Você merece. Ponha-se a caminho! Para tal, aprenda a respeitar os seus próprios limites fazendo com que aqueles que a rodeiam os reconheçam.

5. DIGA "NÃO" SEM CULPAS
Diga “não” as vezes que forem necessárias. Não se sinta culpada por isso. Não sinta em permanência que se não fizer uma coisa vai quebrar as expectativas que têm sobre si. Estas são crenças enraizadas desde a nossa primeira infância. Mas nós não estamos condenados a permanecer no sistema de crenças dos nossos pais nem nas limitações que nos incutiram. Você é a pessoa que tem de prestar contas a si mesma. É você que conta, em primeiro lugar.