Teresa sem medo: frustração
Mostrar mensagens com a etiqueta frustração. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta frustração. Mostrar todas as mensagens

Estratégias para “desligar” nas férias:

Comente este artigo

Descubra 13 dicas para o ajudar a desligar-se do trabalho durante as férias. Estas dicas foram publicadas na edição de Agosto da revista Prevenir. Leia-as agora:

Estratégias para conseguir “desligar” durante as férias:

1. Faça férias repartidas o mais possível. Isso vai diminuir a sua ansiedade quanto ao facto de ficar muito tempo fora.

2. Evite ir de férias com amigos comuns aos do trabalho.

3. Planei com antecedência as actividades que vai fazer em cada dia. Use tempo para fazer coisas diferentes das habituais ou para as quais não costuma ter tempo, como ir ao SPA ou visitar mercados de rua do comércio tradicional.

5. Planei tempo livre e permita-se passá-lo sozinha.

6. Se tiver crianças planei com antecedência algumas actividades para elas. Isso diminui as perguntas e a necessidade de arranjar desculpas e justificações de última hora.

7. Não se submeta a ir de férias para salvar um relacionamento. Se a sua relação não está bem, o tempo livre vai obrigá-la a passar mais tempo a analisar os porquês. Isso pode acabar com a sua relação. Mas pode acabar consigo, mantendo a sua  relação igual ou pior.

8. Viva os dias de férias com mais leveza dando aos assuntos do trabalho o seu peso real e não a carga que lhes confere.

9. Disponibilizar tempo para estar com pessoas, mas pessoas de quem realmente goste e que lhe façam realmente bem.

10. Se viajar para fora de Portugal tente um destino onde sinta conforto. Opte por países para onde não tem de ir preocupada com vacinação, cuidados alimentares específicos ou segurança.

11. Tenha coragem para desligar as “máquinas”: telemóvel, net móvel, etc. Se de todo não conseguir fazê-lo, estabeleça uma hora para o fazer específica e um limite de tempo para estar on-line ligada à empresa (não mais de meia-hora por dia!).

12. Simplifique! Os dias, as refeições, o vestuário, as saídas, os convívios. Aproveite para treinar dizer “não” ao que não gosta nem lhe faz bem. Basta!

13. Não se culpabilize por ir de férias. Descanse. O trabalho existirá sempre. Estará lá sempre. Amanhã não sabemos como será. O único tempo que podemos controlar é o agora. Por isso, aproveite!

Desligar do trabalho durante as férias

Deixar fluir, sem culpa

Comente este artigo
Faz hoje precisamente dois meses que assinalámos o Dia sem medo. Após essa aventura rumo à coragem, tenho recebido largas dezenas de mensagens com questões sobre "Como ultrapassar o medo". Não me é humanamente possível responder a todas as dúvidas. E também não gosto de usar mensagens formatadas para feedback massivo. Porque tenho um enorme respeito pela singularidade de cada pessoa. É assim que gosto que me tratem. É assim que trato quem me lê e me procura. 

Um sincero agradecimento a todos os que comigo fazem este caminho de transformação dos medos em coragem, aqui no Teresa sem medo
Esta semana, já somos 15 mil! Em menos de um ano! OBRIGADA!

Entrevista na SIC  Caso apenas hoje tenha chegado a este espaço, pode ver a minha entrevista da Coragem, na SIC, aqui: http://youtu.be/En0Wxk9ojmY


O tamanho do medo


O medo não é grande nem pequeno. O medo tem o tamanho da história que contamos a nós mesmos. Também eu continuo esse caminho. Sem vergonha de quem sou. Assumidamente pessoa. Com angústias, receios, frustrações. Mas também com uma fé inabalável no processo da vida. No meu processo, em particular, e, desde há um ano, com uma Fé Inabalável no processo de todos aqueles que comigo têm partilhado experiências de medo e coragem, quer no Teresa sem medo. 


Deixar fluir

Procuramos a melhor forma de reagir às coisas que nos acontecem. Tenho-me habituado, que a melhor forma nem sempre é aquela que teimamos em aplicar. Amiúde, a melhor forma é apenas aquilo que sempre evitámos fazer. Talvez por parecer mal a alguém. Talvez por ser diferente do que sempre fizemos. Talvez porque tenhamos receio de seguir o Coração. Talvez porque deixar fluir é algo complicado para nós. Porque deixar fluir significa deixar o controlo. E isso nós temos muita dificuldade em fazer.

Deixar fluir a vida significa também olhar para os lados opostos. Para os caminhos paralelos. Perceber que eles lá estão e, mesmo assim, sentir conforto por estarmos no caminho que escolhemos. Estar atento às oportunidades. Atento às pequenas clareiras por entre a densidade da floresta. Seguir, mesmo quando tudo à nossa volta nos motiva a desistir. 

Largar a necessidade de controlar

A nossa necessidade extrema de controlo reside na nossa insegurança pessoal. Achamos que se controlarmos as coisas, a vida acontece como desejamos. No entanto, basta estar vivo para sabermos que não é assim. Quando nos permitimos abrandar o controlo, sendo mais suaves connosco e com a vida, percebemos que existe ordem na desordem. E o quanto isso pode mudar tudo. Para melhor!

Ao longo da vida temos fases de dúvida sobre aquilo de que somos capazes. Ensinaram-nos que para sermos alguém, temos, primeiro, de mostrar o nosso potencial. A verdade é que o nosso potencial está sempre cá. Nós é que estamos a evitá-lo, exercendo o controlo sobre o que sentimos, para sentir e agir de acordo com aquilo que nos dizem ser o correcto. Porque esse é o preço que pagamos para termos um lugar. Para sermos aceites. Para que nos amem. 

O que estamos a deixar para trás? O que estamos a deixar de fazer, ser, desejar e criar? Estaremos a deixar para trás aquilo que é essencial para a nossa felicidade? Escondendo os nossos sonhos? Esquecendo que somos merecedores? 

Deixar fluir. Pensar um pouco mais em si. Sem culpa!

Teresa Marta



Doença do Tempo

Comente este artigo
Capa da edição de Fevereiro 2015 da revista HAPPY Woman É sempre maravilhoso vermos reconhecido o nosso trabalho. Sobretudo quando nos é reconhecida a utilidade do que fazemos para a melhoria do bem-estar e do equilíbrio emocional das pessoas a quem nos dirigimos. Este mês fui entrevistada pela Revista Happy Woman, a propósito da Doença do Tempo, um conceito introduzido na Psicopatologia por Eugene Minkowski (1885-1972).

O meu sincero agradecimento à Jornalista Carla Novo, pelo seu interesse numa temática tão pertinente como esta: a nossa relação com o tempo e como essa relação pode assumir contornos de Doença

Eugene Minkowski desenvolveu a noção de tempo vivido, um tempo que tem pouco a ver com os minutos e as horas do relógio. Um tempo focado na forma como cada um de nós percepciona e interpreta a vida, as circunstâncias e aquilo que nos acontece. 

Ao analisar a forma como a dimensão temporal é vivida por cada indivíduo, E. Minkowski destaca a melancolia, como um estado psicopatológico em que a pessoa está centrada no tal tempo vivido, não conseguindo estar plenamente no presente. Desta forma, interrompe a sua linha temporal, focando-se naquilo que foi e no que podia ter sido diferente. A grande armadilha, é que presos ao tempo que foi, não nos conseguimos focar naquilo que poderá vir a ser. Naquilo que poderemos vir a fazer, a concretizar. 

Ficamos presos em ruminações circulares que criam bloqueios, frustração existencial, angústia e ansiedade. Sem nos conseguirmos projectar no futuro, eliminamos a nossa capacidade para (co)criar a nossa vida. 
Academia da Coragem: Voucher «Happy time» edição de Fevereiro 2015


Poderá ler o artigo completo na edição da Happy Woman de Fevereiro e usufruir de um voucher que lhe dá acesso a uma sessão de Coaching para a Coragem.

Se sente que a sua relação com o tempo vivido não é a que gostaria que fosse, experimente!


Teresa Marta



Dicas para aumentar a sua Resiliência

Comente este artigo
ACREDITAR QUE É POSSÍVEL 
Acreditar que é possível dar a volta por cima é o primeiro pensamento que deve cultivar. Mesmo sentido que a situação concreta não depende de si, ou apenas de si, pode sempre fazer algo para mudar as circunstâncias. Se de todo não puder mudar nada talvez possa olhar para o problema de outra forma. Esta atitude mental pode marcar o início de uma solução.

NÃO ADIE DECISÕES 
Pode também aumentar a sua Resiliência não adiando decisões. Adiar é o primeiro passo para deixar os acontecimentos dominarem a sua vida e não ser você a dominar os acontecimentos. Com isso estagnamos. Perdemos a confiança em nós mesmos. Começamos a acreditar que não somos capazes. E vamos adiando tudo na nossa vida. Começando por aquilo com que sonhamos.

IDENTIFIQUE OS SEUS RECURSOS 
Faça uma lista dos seus recursos, isto é, de todos os pontos onde alguma vez se saiu bem, onde tenha conseguido superar obstáculos. Este será o seu guia sempre que necessitar de ir buscar forças. Passar no exame de condução, ter perdido o medo de nadar fora de pé, conseguir fazer aquele relatório que julgava impossível… Você já mostrou ser capaz imensas vezes!

VEJA O ERRO COMO ALGO POSITIVO 
Treine a sua capacidade de ver o erro como algo positivo. Assumir o erro como aprendizagem é excelente para verificarmos que é possível dar a volta por cima. Enfrente as suas limitações. Se nunca as enfrentar, nunca vai saber se teria sido capaz. E, lá à frente, irá pensar em tudo o que perdeu por ter ficado acomodado às suas limitações, ou pior, à ideia de que tinha limitações.

SUPERE METAS 
Finalmente é importante que estabeleça metas pessoais e que as tente superar (até quando vou fazer isto ou conseguir aquilo? Como o vou fazer?).

NÃO DESISTA À PRIMEIRA 
Seja perseverante. Vai sentir medo muitas vezes. Vontade de desistir. Resista à tentação de desistir. Ou de dizer que faz mais tarde. Por isso, ter um plano de acção pessoal é muito importante para que consiga crescer com os momentos negativos ao invés de se deixar inundar por eles. Confiando em si e nas suas capacidades inatas.

A Resiliência é fundamental para enfrentar a fase em que vivemos!

Vamos a isso!