Teresa sem medo: Sou Feliz?
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Auto-Diagnóstico: Estou feliz de Finanças?

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Este artigo de auto-diagnóstico faz parte de um conjunto de questões que vêm na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição da revista Prevenir de Fevereiro, e que está disponível também aqui no blog. Para alcançar a Felicidade, terá que acreditar na possibilidade de a encontrar. É capaz?

 Auto-Diagnóstico: Sou Feliz com as minhas Finanças?


Qual é a minha relação com o Dinheiro?

a) Sempre tive uma má relação com o dinheiro.
Por mais que tente, o dinheiro escapa-se. Nunca consigo chegar com dinheiro ao fim do mês. Existe sempre mais uma conta para pagar.

b) Acho que o dinheiro não dá felicidade.
O dinheiro não me traz felicidade. Aliás, o dinheiro só faz com que as pessoas sintam que nunca é suficiente. Habituei-me a viver com o essencial e isso basta-me.

c) Gosto assumidamente de dinheiro por o que pode proporcionar e pela independência que me dá.
Trabalho para isso e mereço ser bem paga. Não tenho vergonha de assumir o prazer de não ter problemas financeiros. E, se algum dia os tiver, farei tudo para recuperar a minha independência, nem que tenha de ter dois empregos.


A trabalhar: 
Se as suas convicções sobre dinheiro estão representadas nas afirmações a) e b), deve começar por trabalhar as suas crenças sobre merecimento no que respeita à prosperidade financeira.

Existe uma enorme diferença entre o que dizemos merecer e aquilo que sentimos merecer!

Não adianta afirmar que merece ter dinheiro, se lá no fundo não é isso que sente. Irá falhar o objectivo. Trabalhe a confiança na sua capacidade para ganhar dinheiro. Talvez tenha crescido numa família onde o dinheiro foi sempre visto como algo difícil de conseguir, algo que só chega às mãos de alguns ou que os ricos são fúteis.

Anule a visão do dinheiro como algo ao qual é difícil chegar.

Finalmente, note que para sermos felizes no capítulo financeiro não basta termos mais dinheiro. Há quem tenha muito dinheiro e continue a sentir carência financeira vivendo atormentado para não gastar. Têm medo de ficar sem dinheiro.

O dinheiro tem de contribuir para termos uma vida de qualidade. Tem efectivamente de contribuir para a nossa felicidade. Se para termos dinheiro tivermos de nos subjugar a uma profissão que detestamos ou que aguentamos para pagar as contas, continuamos a viver na ideia de carência.

Você merece ter o dinheiro que necessita para viver desafogadamente, por direito próprio. Mas tem de se sentir merecedora disso. Caso contrário afastará de si o dinheiro, mesmo que o ganhe.

Estou feliz com a Família que tenho?

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É feliz com a sua família? Sente-se acolhida e bem aceite no seu seio familiar? Este artigo vem na sequência de um conjunto de questões de auto-diagnóstico que fazem parte do artigo Sou Feliz? que saiu na edição de Fevereiro da revista Prevenir, e que pode ler também aqui no blog.



 Auto-Diagnóstico: Sou Feliz com a minha Família?


Na minha Família:

a) Sinto-me muito incompreendida e até abandonada, pela minha família.
Acho que nunca perceberam os meus desejos e o que me faz feliz.

b) A minha família é como todas: há momentos bons e momentos maus.
Sempre ignorei os maus momentos. Assim evito sofrer.

c) Empenho-me para que na minha família exista compreensão e abertura.
Há espaço para expressar sentimentos. Tenho especial atenção para que a culpa e a crítica não sejam usadas. Ao invés, motivo a expressão de carinho e amor entre todos.

A trabalhar: 
Não critique a sua família nem apoie ou promova ressentimentos. A nossa família é um sistema de diferentes pessoas, cada uma com a sua história individual.

Geralmente, vemos a família como solução para as nossas feridas e um apoio para as nossas contingências, falhas e medos. Esquecemo-nos, amiúde, que “eles” procuram o mesmo. Como nós, também querem ser entendidos, amados e que não os abandonem. Esta é a sabedoria emocional que deve usar para melhorar os seus relacionamentos familiares e sentir-se mais feliz.

A verdade é que todos sentem estar a fazer seu o melhor.

Trabalhe o amor e a aceitação, essenciais para a sobrevivência do “clã”, mesmo nas situações mais difíceis. Conceda a si mesma a oportunidade de abrir o seu coração e permita que os membros da sua família façam o mesmo.

Anule a crítica, a culpabilização e o ressentimento. 
Tente compreender o caminho que os membros da sua família escolheram. Esta atitude é a base da mudança que deseja ver. Talvez esteja nas suas mãos iniciá-la!

Auto-Diagnóstico: Como estou de Saúde?

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"Serei Feliz?" -  Pergunta bem. Para alcançar a Felicidade, tem de acreditar na possibilidade de a encontrar.  Este artigo faz parte de um conjunto de questões de auto-diagnóstico, na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição da revista Prevenir de Fevereiro, e que está disponível também aqui no blog.


 Auto-Diagnóstico: Estou Feliz com a minha Saúde?


A felicidade na minha saúde:

a) O meu nível de energia é baixo.
Sinto-me exausta frequentemente. Acho que é de família. A minha mãe é igual.

b) A minha saúde não é o meu ponto forte e por isso protejo-me
Protejo-me imenso. Tomo vitaminas e faço check-ups anuais. Tento fazer uma alimentação cuidada e não tenho dependências.

c) Tenho uma boa relação com a saúde. Cuido de mim, física, mental e espiritualmente.
Sigo o que o meu corpo me diz que me faz bem. Não sou escrava de dietas, nem de medicação. Isso torna-me mais forte, mais saudável e consequentemente mais feliz.


A trabalhar: 
Se a sua ideia sobre saúde está próxima de afirmações como as de a) e b), poderá caminhar para uma vida com baixos níveis de energia anímica, bem-estar e felicidade.

Aprenda a cuidar de si, na totalidade. Isto significa cuidar do seu corpo, da sua mente e do seu espírito. Significa não insistir em comportamentos que já percebeu serem prejudiciais para si.

Afaste-se igualmente de pessoas que se queixam muito e que têm imensa preocupação com doenças. Vigie as suas emoções. Perceba que curar as suas emoções negativas é curar a sua saúde. Liberte raivas, ressentimentos, passados sofredores, pessoas que lhe fizeram mal. Liberte-se daquilo que lhe dá peso, que lhe recorda maus momentos, más experiências.

Você está agora aqui. Conseguiu, apesar de tudo. 
Como tal, abençoe o que conseguiu. O seu corpo, por ter resistido. O seu cérebro por não a ter abandonado. E coloque alegria e sorriso na sua vida. Mesmo que acorde sem grandes motivos para estar alegre, anime-se e vá para a rua distribuir alegria.

Sinta o que recebe. Isso é saúde. Isso dá verdadeira felicidade.

Auto-Diagnóstico: Sou Feliz... no trabalho?

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Como vê a Felicidade? Considera-se uma pessoa feliz? Sob que parâmetros avaliar, precisa de ajuda?
Em Fevereiro, saiu na revista Prevenir o artigo Serei Feliz? que já publiquei num post aqui no blog, na sequência do qual, surgem algumas questões de auto-diagnóstico. Esta é a terceira:

 Auto-Diagnóstico: Eu sou Feliz no meu trabalho?
(Profissão)


Sou feliz na minha profissão?

a) Odeio o meu trabalho.
Detesto o que faço e não me sinto feliz com o meu trabalho. Mas preciso do salário, por isso obrigo-me.

b) Mais ou menos.
Não digo que seja infeliz com o que faço, mas não sou propriamente uma pessoa realizada profissionalmente. Mas é o que tenho...

c) Sempre vi a minha profissão como uma das bases da minha realização pessoal.
Quando não me sinto plena com o que faço, crio objectivos pessoais para não me desmotivar. Nem que seja ajudar colegas em tarefas complicadas. Isso faz-me sentir útil e dá sentido ao meu dia.


A trabalhar: 
Estamos sempre à procura do melhor emprego. Com isso, pensamos em ter uma casa melhor, um carro melhor e uma melhor condição social. A questão é que esta azáfama em busca do next-step, faz-nos escravas da nossa própria procura.

Seremos felizes nesta azáfama? Ou será que aumenta a nossa insegurança e o nosso medo de não sermos suficientes?

Se assim for, tenha coragem pare cortar esta corrente. Não tenha medo do que ainda não tentou. Não podemos ser felizes amarradas a esqueletos que nos impedem de seguir em frente.

Avalie o significado pessoal do seu trabalho. Trata-se de uma obrigação que tem de cumprir? Ou algo que lhe dá prazer e bem-estar? Avalie se o seu trabalho a realiza, se contribui para dar significado à sua vida. Se a resposta for negativa crie um PPMP - Plano Pessoal de Mudança Profissional©.

Finalmente, mas não menos importante para a sua felicidade profissional: mesmo que o seu trabalho não seja o que deseja sinta-se grata. Pare queixas e negativismo. Caso contrário vai sentir-se angustiada, triste e sem forças para mudar.

Pense no seu actual trabalho como rampa de lançamento para outro que a realize. Mas lembre-se: a mudança só acontece se agir nesse sentido!

Auto-Diagnóstico: Sou Feliz... no Amor?

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Ser feliz é o objectivo máximo de vida. Mas é também um dos mais difíceis de alcançar. Este artigo faz parte de um conjunto de questões de auto-diagnóstico que vêm na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição de Fevereiro da revista Prevenir, e que publiquei também aqui no blog.

Auto-Diagnóstico: Eu sou Feliz no Amor?
(relacionamentos)


Eu sou Feliz nos meus relacionamentos?

a) Ainda não encontrei a minha alma gémea.
Não sei se um dia vou conseguir amar e ser amada. Sinto-me incompleta e isso faz-me infeliz.

b) Nunca fui muito feliz no amor.
Sinto sempre medo de perder o outro. Isso estraga tudo. Acabo sempre por ser abandonada.

c) Retiro das minhas relações o melhor que me dão.
Acho que aprendo com todas, mesmo quando não correm tão bem como esperava.


A trabalhar: 
Acreditamos que para sermos felizes temos de ter um relacionamento amoroso e que este nos deve dar a felicidade que imaginámos. No entanto, felicidade e amor podem nem sempre andar de mãos dadas. Desde logo, porque não podemos pedir ao outro que nos dê aquilo que nós não conseguimos dar ou criar.

Não devemos ver os relacionamentos como base da nossa felicidade. Isso é transferir para o outro a responsabilidade de sermos ou não felizes. Se o outro estiver presente e corresponder às expectativas, estamos bem.

Quando não existe ninguém ou não corresponde àquilo que esperávamos, ficamos ansiosas, angustiadas, perdidas e a vida fica sem sentido.

Foque-se nos momentos de alegria dos seus relacionamentos e viva-os em pleno. Quanto mais usar a alegria na sua vida amorosa, sem julgamentos prévios e comparações com o passado, mais feliz se sentirá.


Auto-diagnóstico: Para mim, felicidade é...?

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Na continuação do artigo Serei Feliz? que publiquei num post anterior aqui no blog, surgem algumas questões de auto-diagnóstico. Não pretendo aqui definir Felicidade, mas ajudar a identificar aspectos da sua vida que pode melhorar para se sentir mais feliz.

Auto-diagnóstico - como vejo a Felicidade?


1. Para mim a Felicidade é:
a)   Algo inalcançável. Nunca somos completamente felizes.
b)   Uma meta difícil. Depende da conjugação de muitos factores que não podemos controlar.
c)   A Felicidade é um estado de equilíbrio global que consigo sentir quando me foco no lado positivo da vida, mesmo quando não parece haver nenhum.


2. Já fui feliz?
a)   Nunca me senti completamente feliz.
b)   Sim, quando era (nova/casada/solteira/amada…) e tinha (dinheiro, amigos, uma profissão que gostava, casa de praia…).
c)   Nunca me sinto infeliz. Posso ter momentos maus, mas tento sempre ver o lado positivo das situações. Isso leva-me para o que posso fazer e desfoca-me daquilo que perdi ou posso perder.


A trabalhar:
Se vê a felicidade como difícil de atingir, é natural que ela teime em não ir ao seu encontro. 

Recorde que aquilo em que colocamos energia prospera. Se dedicar as suas forças ao lado negativo da vida terá dificuldade em alcançar aquilo que deseja de bom. Neste sentido a felicidade exige que nos reprogramemos.

Se o seu cérebro tende a ver o lado negativo e facilmente perde a esperança, tem de mudar os seus pensamentos, pois isso mudará a forma como se sente. O pensamento treina-se. Pode conduzi-lo para o lado  positivo, mesmo em situações que à partida parecem desesperantes.
A felicidade constrói-se dia-a-dia, sem pressa, a partir de momentos simples, que por vezes nem temos consciência de estarem a ocorrer. Acredite na sua capacidade infinita de mudar. Aja em função da mudança que deseja ver na sua vida, começando por mudar os seus pensamentos.

Serei Feliz?

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Capa da edição de Fevereiro 2015 da revista Prevenir FELICIDADE Para a alcançar, tem de acreditar na possibilidade de a encontrar e viver em função daquilo que sente e deseja, em vez de se regular pelo que os outros esperam de si.

Serei Feliz? 

Pergunta bem. A felicidade deve estar no topo das suas prioridades. Encontre a sua resposta em sete áreas-chave da sua vida e descubra o que precisa para a alcançar.


Felicidade, o que é afinal? 

Não sendo fácil defini-la existem algumas noções em torno do conceito que podem ajudar a encontrar a sua: a felicidade é um estado que inclui a conjugação simultânea de várias vertentes – a físico-biológica, a psico-emocional e a espiritual. É um sentimento, logo, é subjectiva – depende da interpretação de cada um face às circunstâncias.
Isto faz, por exemplo, com que existam pessoas que se sentem felizes por serem saudáveis e amadas e outras que, mesmo amadas e tendo saúde, se sentem infelizes. Precisam de “algo mais”.

Uma coisa é certa: a sensação pessoal de felicidade aumenta quando vivemos em função daquilo que sentimos que nos faz bem, ao invés de regularmos a nossa vida por aquilo que os outros acham ser o mais correto para nós.

A felicidade tende também a estar mais presente nas pessoas que acreditam na possibilidade de a alcançar. Ser honesta com aquilo que sente e deseja é um dos caminhos mais eficazes para ser feliz.

Ponha em prática esta atitude para responder às questões que se seguem e talvez encontre o caminho para a sua felicidade:

1. Para mim a felicidade é...?

2. Serei Feliz no Amor?

3. Sou Feliz no meu Trabalho?

4. E a minha Saúde?

5. Estou Feliz com a Família que tenho?

6. Qual é a minha relação com o Dinheiro?

7. Serei Feliz nas minhas Amizades e relacionamentos?

Clique nos links acima e encontre algumas Dicas para ajudar a responder a estas 7 questões e ajudar a ser mais Feliz nestas 7 áreas da sua vida.

Este artigo é a primeira parte de um artigo escrito por mim para a revista Prevenir e que foi publicado na edição de Fevereiro de 2015. A continuação está em cada uma das perguntas.

Em 2014 consegui... Não ter medo das Emoções

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Na quinta e última parte do artigo da edição de Janeiro da revista Prevenir que comecei aqui, sobre os objectivos que traçámos para 2014, falamos de emoções. E de não ter medo de as sentir. Leia, por fim, o final do artigo e as dicas sugeridas abaixo.

Parte V

NÃO TER MEDO DAS EMOÇÕES


O Amor é assim: tão depressa precisa de ser partilhado para ganhar novo ânimo, como refreado, para marcar uma posição. Em ambas as situações, importa apenas senti-lo ou se for o caso...partir em busca dele.

VOU DIZER MAIS VEZES «AMO-TE»
Esta decisão revela que está na sua relação porque o traço de união ainda é afectivo e emocional, não tanto logístico, económico ou por hábito. Ao verbalizar os seus sentimentos estará a dar cor e emoção à sua vida - analisa Alcina Rosa, psicóloga clínica.

PASSE À PRÁTICA:
Se já o diz mas gostaria de o dizer mais vezes deve fazê-lo sem banalizar os sentimentos, ou seja, sentindo-o de facto. Se está só agora a começar, tente perceber qual a forma mais genuína de transmitir os seus sentimentos e avance. Pode fazê-lo verbalmente ou através de gestos tão simples como aninhar-se no sofá ao lado do seu companheiro ou com uma troca de carinhos - sugere a especialista.

VOU 
Esta decisão revela que está emocionalmente disponível para agarrar a sua felicidade e apostar no seu bem-estar individual e enquanto parte do casal - diz a psicóloga.

PASSE À PRÁTICA:
Partindo do princípio que uma relação não é (sempre) um mar de rosas, a primeira premissa é adaptar as expectativas à situação real e não a um ideal projectado. Tentar mudar o outro ou adequá-lo a si pode originar conflitos. A melhor forma de cuidar da relação é encontrar soluções quotidianas que tragam calma e harmonia à vida a dois. Pode encontrá-las em coisas tão simples como telefonar-lhe a meio do dia, oferecer um presente simbólico que tenha a ver com ele, combinar uma saída a dois e arranjar, todos os dias, tempo e espaço para o casal - exemplifica.
DICA:


Tentar mudar o Outro pode gerar conflitos. 
Adapte as expectativas à situação real.




QUERO VOLTAR A APAIXONAR-ME
Em termos emocionais, o verbo «quero» provoca muita ansiedade. O amor não é como um objecto que se controla temporalmente, não se quer e se tem. Não, o amor faz parte do domínio do acontecer, pelo que o melhor é pensar "eu gostaria de voltar a apaixonar-me" em vez de, mesmo que inconscientemente, estar a definir um tempo para que isso aconteça. Essa postura de não ficar à espera que a vida aconteça revela uma atitude mais activa, de investimento em si e na sua vida..

PASSE À PRÁTICA:
Aumente o número de interacções sociais: saia, conviva, divirta-se e junte-se a grupos de interesse que lhe permitam conhecer pessoas. Deve, porém, evitar centrar a sua felicidade na realização ou não do seu desejo, sob pena de se sentir frustrada, desvalorizada e inquieta.

VOU EDUCAR SEM SENTIMENTOS DE CULPA 
Dizer «não» e impor limites aos filhos traz, em alguns casos, sentimentos de culpa. Reconhecê-lo revela uma necessidade de alterar os seus paradigmas educativos e o próprio papel de mãe. Dizer «não» faz parte da educação e dos valores que deve transmitir aos seus filhos - caso contrário, poderá estar a encaminhá-los para um mau desenvolvimento pessoal - explica Alcina Rosa.

PASSE À PRÁTICA:
Lembre-se de que o seu papel é educar e aprender a dizer «não» é tão importante como dizer «sim». Objective as situações que gostaria de ver alteradas e, sempre que estiver perante esse cenário, controle-se e decida-se pela atitude ou resposta que considera mais justa e não a que vai agradar mais ao seu filho. Mesmo que isso, no momento, lhe pareça desmedido ou até cruel.

DICA:
 
Tome Nota!

Evite centrar a sua felicidade no amor, sob pena de se sentir frustrada.



VOU VOLTAR AOS TREINOS 
Parabéns! Acabou de estabelecer o compromisso que fará de si uma pessoa mais saudável, energética e bem-disposta. Irá, ainda, reduzir o risco de vir a sofrer de artrite, doença cardiovascular, cancro ou depressão.

PASSE À PRÁTICA:
  1. Estabeleça objectivos realistas e comece devagar, com caminhadas de 20 minutos, três vezes por semana, e aumente gradualmente a intensidade;
  2. Intervale os treinos com dias de descanso;
  3. Junte-se a um grupo de treino, de forma a estabelecer um compromisso;
  4. Invista em bom equipamento (sentir-se bonita é uma motivação extra para não desistir);
  5. Inscreva-se num ginásio e aconselhe-se com um personal trainer sobre o melhor plano de treino para si.
 Fonte: www.webmd.com


Este artigo faz parte de uma sequência de artigos que fizeram parte da edição de Janeiro da revista Prevenir, na qual participei, para indicar o caminho para realizar os seus desejos neste ano de 2014.
Publico-o agora para que possamos fazer uma reflexão sobre este ano que chega ao fim e sobre os objectivos que traçamos para nós mesmos.

Será que os conseguimos concretizar?


Leia os outros artigos "Em 2014, eu consegui...":


Em 2014 consegui... Gostar Mais de Mim

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Na quarta parte do artigo que comecei aqui, falamos do assunto que, em última instância, vai impulsionar todas as outras decisões para um ano novo verdadeiramente concretizado: gostar de nós próprios e cuidar de nós.

Parte IV

GOSTAR MAIS DE MIM

O seu bem-estar emocional depende da forma como lida com as adversidades, da sua realização pessoa e dos investimentos que faz na sua vida. Está na altura de pensar mais em si.

VOU EVITAR PENSAMENTOS NEGATIVOS
Ansiedade, angústia e, no limite, depressão são alguns dos sintomas corrosivos do pessimismo. Destroem o bem-estar emocional e a saúde e, quando são recorrentes, acabam por fechá-la numa prisão mental auto-destrutiva, retirando-lhes a capacidade de acreditar que é capaz de ultrapasssar as adversidades.

PASSE À PRÁTICA:
Os pensamentos negativos são processos mentais que ocorrem dentro de si, não correspondem à realidade. Sempre que se sentir assombrada faça uma lista com as suas vitórias. Isso vai ajudar a sua energia e a sua vida.

VOU APRENDER QUALQUER COISA DE NOVO
Esta resolução vai fazê-la sentir-se realizada e dar-lhe confiança para fazer mudanças na sua vida. Para além de lhe devolver a fé na sua capacidade de concretizar, vai permitir-lhe conhecer novas pessoas e novas vertentes daquilo em que se pode ter sucesso, aumentando a sua auto-estima e poder pessoal.

PASSE À PRÁTICA:
Comece por fazer uma lista com os benefícios que a sua vida irá registar, a qual deve rever sempre que se sentir desmotivada. Depois, verifique qual o processo de concretização mais indicado para si e avance, sem que isso exija endividamento pessoal.

VOU REALIZAR UM SONHO ANTIGO
Esta decisão vai provocar em si uma sensação semelhante à de estar apaixonada. A confiança em si e na vida aumentam, a auto-estima sai reforçada e a saúde física e emocional melhoram.

PASSE À PRÁTICA:

Acredite em si. Defina o que quer e certifique-se de que corresponde a algo que quer para si e não para agradar a alguém. Estabeleça timings e objectivos concretos.

VOU COMBATER A FOME EMOCIONAL
Evitar compensar frustrações com comida implica resolver as situações que estão na origem da compulsão alimentar - explica Célia Francisco, psicóloga. Se, por um lado, libertar-se do vicio irá conduzir a um aumento de auto-estima, por outro, o facto de estar focada num objectivo tratá melhorias ao seu estado de humor e a sintomas depressivos, como a vergonha e a culpa - diz.

PASSE À PRÁTICA:
Sempre que comer, anote o seu estado de espírito, a situação em que o fez e as consequências. Escreva o comportamento oposto e coloque-o em prática.

VOU CUIDAR MAIS DE MIM
Cuidar de si é assumir a responsabilidade de ser feliz. Não se trata de egoísmo, antes uma atitude reveladora de uma boa autoestima - refere Helena Marques, psicóloga e fashion advisor.

PASSE À PRÁTICA:
  1. Rodeie-se de pessoas optimistas;
  2. Frequente lugares agradáveis que lhe promovam a adopção de comportamentos saudáveis e momentos de relaxamento (spa, jardim, ginásio);
  3. Mime-se com uma limpeza de pele, um branqueamento dentário ou uma sessão de depilação;
  4. Mantenha uma boa higiene do sono;
  5. Invista em pequenos detalhes de guarda-roupa, com a ajuda de uma consultora de moda.


Este artigo faz parte de uma sequência de artigos que fizeram parte da edição de Janeiro da revista Prevenir, na qual participei, para indicar o caminho para realizar os seus desejos neste ano de 2014.

Será que os conseguimos concretizar?

Leia os outros artigos "Em 2014, eu consegui...":


Em 2014 consegui... Ser Feliz no Trabalho

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É através da Mudança que crescemos e nos reinventamos, na esperança de sermos cada vez melhores. Melhores amigos, pais, filhos, irmãos, colegas, companheiros.
Acontece que a mudança, por muito desejada ou programada que seja, depende de um factor difícil de conquistar: a coragem. É ela que nos empurra para fora da nossa zona de conforto e obriga a enfrentar o desconhecido e que nos permite acreditar que mesmo perdendo alguma coisa agora, o que teremos no fundo de nós pessoas mais felizes.

Pô-la em prática implica aceitar que precisamos de mudar, de agir com consequência e rejeitar a culpa que tantas vezes nos impede de avançar.



Parte II

SER MAIS FELIZ NO TRABALHO


Elaborar um Plano de Acção, com objectivos bem definidos, é o primeiro passo para mudar (para melhor) a sua situação profissional e financeira. Acreditar que se vai concretizar também faz parte do processo. Avance!

VOU SER MAIS ORGANIZADA E PONTUAL
O cérebro precisa de harmonia e organização para nos transmitir segurança. A pontualidade, explica Teresa Marta, coach para a coragem, faz parte dessa organização mental de que o nosso cérebro necessita para "sentir" que tudo está no ritmo certo e que somos donos da nossa própria existência.

PASSE À PRÁTICA:
Verifique se está a atribuir aos outros a razão da sua desorganização e elimine essa desculpa. Elabore um plano semanal ao domingo e comece por definir tarefas simples de concretizar, para evitar deixar alguns pontos por cumprir. Diariamente, antes de se deitar, faça a agenda de véspera. Isto permite ao nosso subconsciente memorizá-las e, assim, entrar no ritmo.

VOU GANHAR MAIS DINHEIRO
Acreditar, logo à partida, que tudo se vai resolver pelo melhor, independentemente da dimensão do desafio, ajuda a aumentar a confiança em si própria e nas suas capacidades, e está a programar a sua mente para que tal aconteça - reforça Sandra Pereira, lifecoach.

PASSE À PRÁTICA:
Comece por escrever exactamente o montante que deseja amealhar e estabeleça um prazo para consegui-lo. Detalhe as várias etapas a percorrer (por exemplo, arranjar uma actividade extra que gere retorno financeiro e negociar horários com as suas chefias) e visualize-se com o objectivo já cumprido, antecipando o que irá ganhar quando alcançar o seu desejo. Esta será a sua motivação ao longa da jornada.

VOU NEGOCIAR A MINHA SITUAÇÃO PROFISSIONAL
Pedir um aumento ou reclamar as folgas que acumulou no último ano podem parecer batalhas difíceis de ganhar, mas já falou com o seu chefe? Definir concretamente o que quer para a sua vida e verbalizá-lo é o primeiro passo para alcançar as suas metas - afirma a lifecoach Sandra Pereira.

PASSE À PRÁTICA:
Defina objectivos reais e alcançáveis, tendo em conta a sua situação actual e marque, finalmente, uma reunião com o seu chefe. Num discurso bem articulado, enumere as suas qualidades profissionais (horas que trabalha, empenho e dedicação) e indique as mais-valias de que a empresa irá beneficiar se atender ao seu pedido, traçando compromissos para o futuro.
DICA:


Tome Nota: Criar metas diárias, no início de cada semana, vai ajudar a realizar as suas tarefas do dia-a-dia sem esforço.



Este artigo faz parte de uma sequência de artigos que fizeram parte da edição de Janeiro da revista Prevenir, na qual participei, para indicar o caminho para realizar os seus desejos neste ano de 2014.
Publico-o agora para que possamos fazer uma reflexão sobre este ano que chega ao fim e sobre os objectivos que traçamos para nós mesmos. Será que os conseguimos concretizar?


Leia os outros artigos "Em 2014, eu consegui...":

Reforce o seu Valor Pessoal

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Estamos tão preocupados em mostrar que somos capazes, em ser uma solução, em encontrar soluções, que nos esquecemos de Ser. De ser pessoas. De nos entendermos a nós próprios. De nos darmos tempo. De nos desculparmos quando não somos os melhores.

Esquecemo-nos de nos vermos com carinho e de mostrarmos gratidão por aquilo que conseguimos. Todos os dias. Por pouco que seja. Conseguimos alguma coisa. Alguma coisa que até pode ser imperceptível para os outros. Mas que nós sabemos que fizemos acontecer. Fomos nós.
O valor que nos atribuímos (auto-valor) condiciona a forma como vemos o mundo e como lhe reagimos, a forma como conseguimos reagir ao que nos acontece.

Quando a nossa noção de auto-valor é baixa, sentimo-nos inseguros, temos receio de arriscar, receio de expressar o que sentimos, de sermos ridicularizados e de sermos menosprezados. Se não nos reconhecemos valor, a nossa auto-estima diminui, bem como a nossa noção de merecimento. Viver sem nos reconhecermos valor condiciona pois o nosso comportamento em sociedade e em família.

Auto-valor

Talvez tenha crescido com a crença de que nada do que fazia estava certo. Esta situação pode ser muito limitadora e angustiante. Pode, por exemplo limitar a sua produtividade e o seu sucesso profissionais (medo de tomar decisões, de inovar, de não ser reconhecido). O não reconhecimento do nosso valor pode limitar também a qualidade dos nossos relacionamentos interpessoais: ou porque necessitamos em permanência que nos valorizem, que nos digam que fizemos bem; ou porque desconfiamos da nossa capacidade para fazermos os outros felizes. Evitamos agir espontaneamente, dizer o que sentimos com autenticidade, com receio de que o outro nos critique ou que inclusive nos abandone.

Vivemos tão condicionados pela insegurança, por podermos frustrar as expectativas dos outros, que por vezes não conseguimos ver o nosso próprio valor. Sentimos que não somos merecedores. Sejamos pois, um pouco mais conscientes do nosso Valor Pessoal, pois a imagem que temos de nós não é mais que a soma de todos os feedbacks que recebemos ao longo da vida, em relação ao modo como nos comportámos e sobre aquilo que sabíamos ou deixávamos de saber.

Teresa Marta
DICAS PARA REFORÇAR O SEU VALOR PESSOAL:

Valorize as suas vitórias
Aceite o seu valor como um direito próprio e natural
Valorize as suas tentativas de melhoria
Identifique e reforce os seus pontos fortes
Não assuma o papel de vítima
Diga abertamente o que precisa

Dicas para Relacionamentos mais Felizes

1 comment
Não veja no outro a solução para os seus problemas

Procurar no «outro» as nossas soluções, a nossa completude ou o nosso bem-estar é apenas uma forma de adiarmos o problema. De dizermos: “sozinho não sou nada; sem ti, não consigo”. Quando deveríamos estar a dizer: “sou inteiro, feliz e equilibrado, comigo mesmo”. Ou seja, quando colocamos no «outro» a responsabilidade de suprimir algo em nós, estamos apenas a criar mais insatisfação para todos.
Tome consciência de que o outro não foi feito para si

Estamos em permanência a considerar que tudo o que necessitamos nos pode ser dado por «eles», como se «eles» tivessem sido desenhados à nossa medida. Tomar consciência de que não é assim é um primeiro grande passo para não sentirmos injustiça, incompreensão e ausência de amor por parte dos «outros».
Livre-se do desejo de mudar o outro

Liberte-se da crença que pode, e até deve, mudar o «outro». Desde logo, porque nós não mudamos ninguém e ninguém nos muda a nós. Respeitamos ou não as diferenças do «outro». E o «outro» respeita ou não as nossas diferenças.
Liberte o medo de perder o outro

O medo de perder o outro está na base do insucesso de muitas relações amorosas. Sempre que sentimos receio de perder a pessoa que amamos, devemos começar por perguntar de que temos medo exactamente. De perder o outro ou de não conseguirmos viver connosco? De não ser autónomos? De não conseguirmos liderar a nossa vida sem que o outro esteja nela? Seremos nós suficientes? Ou vivemos na ansiedade de deixar de ser caso, o outro saia da nossa vida?
Respeite a individualidade do outro

Olhar e sentir o «outro» tal como ele é, sem mais nem menos, com a sua individualidade. Este é o verdadeiro sentido de uma relação amorosa equilibrada. Sempre que tentamos acrescentar ou retirar alguma coisa ao outro, estamos a fazer com que se transforme em algo que não é. E isso, mais tarde ou mais cedo, vai correr mal. Como refere Erich Fromm, “O respeito implica a preocupação de que a outra pessoa cresça e se desenvolva tal como é. Implica a ausência de exploração”, ou seja, a ausência de condicionamento.
Ame, começando por Si

Brinque mais, ria mais, cuide mais, perdoe mais, respeite mais, ame mais! Mas lembre-se de começar por Si.

Coragem para Entrar na Dor e Sair Reforçada

Comente este artigo
Acho que a Coragem só se conquista depois de experimentarmos a dor. É duro isto que digo. Talvez até desmotivante. Mas é a verdade. Dor. Sentida. Vivida. Plasmada em nós. Dor que senti tantas vezes. No meu percurso. Na minha vida. E às vezes. Tantas vezes. Tantas. Uma dor experimentada. Tantas vezes, repetidamente.

Só na multidão

A dor emocional é uma das nossas maiores aprendizagens. Senti-la. Deixá-la avassalar-nos, se assim tiver de ser. E tantas vezes, comigo, teve de ser. E tantas vezes me isolei pensando que assim sentia menos. E tantas vezes parti anónima. Entre a multidão da grande cidade. Querendo confundir-me. Desesperadamente. Querendo que a minha dor, misturada com a dor de outros rostos, não fosse mais que apenas isso. Uma dor qualquer. De uma mulher qualquer. Como tantas outras. Uma dor anónima. De uma mulher anónima. Uma dor, por isso, desvalorizável.

Percebo hoje que a nossa maior restrição ao prazer e à alegria é termos medo de sentir dor. Sentir dor em nós. No nosso Self. Na nossa mente. No nosso Coração. No nosso estômago. No nosso sono. Na nossa Alma.

Sei hoje, que só perdendo o medo de sentir, posso sentir. Sentir que, qualquer que seja a questão, qualquer que seja o resultado, estarei cá. Preparada.

Mesmo que chore. Mesmo que angustiada. Mesmo que com medo. Mergulho nisso tudo. Consciente que só dessa forma estarei cá amanhã. Novamente. Para tudo o que a Vida me reserve. Para abraçar essa "insustentável leveza do ser", que nos caracteriza. E que tanto tentamos anular.

Teresa Marta

Dicas para a Felicidade

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Praticar a Aceitação

Se pretende fazer alguma mudança estrutural na sua vida, comece por aceitar o que é e quem é neste preciso momento. Mesmo que isso signifique aceitar algumas partes de si que não considere tão interessantes, ou que não lhe agradem, tudo o que é neste momento é a matéria que lhe vai permitir alavancar a mudança que deseja fazer. Mais: aceitar o que a vida nos tem colocado no caminho, caso não seja algo de positivo, não é uma condenação nem um acto de submissão. Trata-se apenas da base para trabalharmos no sentido de percebermos porque continuamos mergulhados em processos que não gostamos.
Mergulhar nos nossos medos

Mergulhar nos nossos medos, naquilo que mais tememos pode parecer aterrador, mas é indispensável para que se revelem todas as bênçãos que procuramos e que não conseguimos alcançar. Como diz o ditado “depois da tempestade vem a bonança”. No entanto, para que a mesma ocorra é necessário que enfrentemos a tempestade. É necessário enfrentarmos o que pensamos ser impossível. Paradoxalmente, qualquer transformação que sinta ser a mais difícil é a que mais precisa de fazer para que a mudança positiva se manifeste.
Acreditar no timing dos processos

As soluções que procuramos estão normalmente mais perto do que pensamos. No entanto, não as vemos pois estamos muito preocupados e concentrados no que se vai passar e como se vai passar mais à frente, no futuro. Antes pois de fazer planos sobre como as coisas virão até si, tente perceber se as respostas que procura já não se encontram perto de si. Perdemos tantas oportunidades por estarmos focados naquilo que pode vir a acontecer! Os processos têm os seus timings. Confie na sua intuição para decidir quando se pode deixar guiar por eles. Pacifique o seu Coração.
Abrace a mudança

Por vezes sentimos que as mudanças que desejamos tendem a demorar. Na grande maioria das vezes em que isso acontece, não vemos as respostas porque efectivamente, não estamos dispostos a mudar. Se fizermos as mudanças necessárias, as respostas que procurávamos surgem mesmo à nossa frente.
Agir com consequência

“Não estou psicologicamente preparado!”, “Não vale a pena, já não vou chegar a tempo”, “Amanhã estará a temperatura ideal para fazer isso, hoje não”. Se estas razões lhe surgem frequentemente na cabeça para não fazer o que planeia, significa que a sua acção não tem consequência. É vazia. E como tal nunca lhe trará o retorno esperado. Se as acções que planeamos fazer são de facto importantes para o nosso crescimento pessoal, continuar a adiar, por muito válido que o nosso cérebro considere serem as razões, só nos traz tristeza e culpa para connosco próprios. E ninguém pode ser feliz assim!

Dicas para Ultrapassar a Angústia do Tempo

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Deixar o desejo de controlar tudo

Aprender a deixar as coisas acontecerem, deixando-lhes o tempo que necessitam para se transformarem numa realidade que seja efectivamente a que melhor nos serve, é fundamental para restaurar a nossa fé na dinâmica natural da vida. O nosso desejo de tudo controlar, para que nada falhe, para que tudo corra a nosso favor, quando levado a extremos, cria estados ansiosos intensos e faz com que sejamos inundados pela frustração, sempre que as coisas não correm exactamente como planeámos.

Aprender com os ciclos naturais

Aprender a ficar mais perto da natureza e dos seus sábios ciclos permite-nos reflectir e agir de forma adequada perante o que nos acontece. Recorda-nos que também nós funcionamos por ciclos de crescimento, com paragens, renovações, morte e mudança constantes. E que tudo isso não é nada mais que viver. De forma assumida.

Limitar o desejo de abreviar os processos da vida

Sempre que abreviamos os processos estamos a retirar sentido aos factos e aos acontecimentos deixando de entender porque estão a ocorrer na nossa vida. Estamos, por conta própria, a interromper o nosso percurso de crescimento. Não permitimos sequer que o novo se instale, se organize e se mostre.

Permitir-se sentir medo, sem drama

A angústia para que as coisas aconteçam com brevidade impossibilitar-nos também de sentir como é habitar dentro de nós mesmos, com os nossos medos e os nossos fantasmas. Também eles precisam de completar o seu ciclo de vida. Só no seu tempo, os processos dolorosos podem transformar-se e terminar.

Praticar a espera

O desejo de que as coisas corram depressa e de que os resultados surjam rapidamente, traz para a nossa vida muito stress e limita a nosso bem-estar. Ficamos na ansiedade de saber rapidamente o resultado do que plantámos e não nos permitimos afrouxar para dar oportunidade a que as sementes se materializem.

Deixar as nossas acções darem frutos

Como disse Johann Peter Hebel (1760), “nós somos plantas que, quer nos agrade quer não, apoiadas em raízes, têm de romper o solo para florescer e dar frutos”. Cabe a cada um de nós perguntar-se o que estamos a fazer para deixar as nossas raízes fazerem o seu caminho.

Sou Feliz?

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A ditadura da Felicidade
Sempre que, no início de uma acção de desenvolvimento pessoal, pergunto: “em que posso ajudá-lo?”, obtenho muitas vezes uma resposta paradoxal: «Não me sinto feliz, mas não sei muito bem porquê» ou «Acho que tenho tudo, mas não sou feliz».

De facto, não há fórmulas para a Felicidade. Não há truques que se ensinem para a alcançar. Ser feliz é um objectivo natural. A única questão preocupante é que a nossa busca incessante da Felicidade é quase ditatorial: condiciona as nossas decisões, o modo como nos relacionamos com os outros, as amizades que escolhemos e até os empregos que desejamos. Trata-se de uma busca que condiciona até a forma como nos sentimos obrigados a dizer “Estou bem”! “Está tudo bem!”, quando a resposta que nos apetecia dar era: “Não estou nada bem, sinto-me perdida e não sei o que fazer”.

Perspectivas da Psicoterapia Existencial
Rollo May (1958), fundador da Escola Psicoterapêutica Existencial Norte Americana, defende que andamos tão preocupados em ser felizes que estamos a esquecer-nos de ser alegres. Estamos sempre à procura do melhor emprego, da melhor casa, do melhor carro, da melhor companhia, dos melhores amigos, da melhor condição social… de tal forma, que nos tornamos escravos da nossa procura infindável. Escravos de nós mesmos e do que nos impõem (ou do que deixamos que nos imponham). Somos programados para ganhar dinheiro, para fazer amizades rentáveis, para ser excelentes trabalhadores, excelentes estudantes, excelentes amantes.

Neste ciclo, somos também ensinados a ter medo. Medo de perder, medo de não conseguir, medo de sermos considerados inúteis, medíocres, falidos, feios… E ninguém nos programa para sermos mais pessoas, para sentirmos o prazer das pequenas coisas, para abrandarmos e olharmos para os que estão à nossa volta, para termos compaixão, para ouvir atentamente quem precisa da nossa atenção, para dedicarmos tempo aos que estão fragilizados, para darmos primazia aos sentimentos, para as pequenas conquistas do dia-a-dia.

Ajudar-se a si própria
Se por alguma vez já se sentiu perdida na sua busca da Felicidade permita-se alguns luxos, um dos quais o de abrandar e reflectir naquilo que realmente procura. Talvez esteja a procurar algo que já tem, que já existe em si mas que não vê, tal é a correria em que transformou os seus dias.

Permita-se deixar sair as suas emoções. Sejam elas quais forem. Raiva? Deixe sair a raiva. Sufoco? Deixe sair o sufoco. Mesmo que isso signifique chorar. Chorar não é um sinal de fraqueza, pelo contrário, é um reflexo da sua força interior a fazer algo que necessita para a sua sobrevivência em determinado momento.

É tristeza que sente? Permita-se sentir a tristeza. Se ela está a surgir é porque precisa de olhar de forma diferente para a sua vida, é porque precisa de fazer mudanças, caminhar por vias diferentes. Custa? É verdade. Mas aceitar os momentos menos bons e aprender com eles é algo que devemos fazer no sentido da nossa felicidade.

É preciso estar consciente que as emoções negativas fazem surgir os nossos medos mais profundos e por isso evitamo-las a todo o custo. No entanto, sempre que permitimos que se expressem ultrapassamos barreiras e derrubamos obstáculos. E isso tornamo-nos mais fortes e resistentes.

Finalmente, não menos importante, permita-se sentir os momentos de alegria. A felicidade constrói-se dia-a-dia, sem pressa, de forma simples, tranquila, através de momentos simples, que por vezes nem valorizamos.

Não deixe que a sua busca da felicidade a deixe infeliz.
Acredite em si! Faça algo por si! Nada é permanente.