Teresa sem medo: coragem
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Como “desligar” durante as férias?

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Finalmente de férias!
No entanto, que tanto planeámos, os nossos dias de descanso, afinal, não nos descansam! Devíamos estar a sentir-nos felizes, leves e libertas! Mas não estamos!


Que impacto tem na nossa saúde e no nosso bem-estar não conseguirmos desligar do trabalho, mesmo quando estamos de férias?

Ir de férias pode de facto causar-nos mal-estar ao ponto de podermos mesmo ter sintomas físicos como distúrbios gastro-intestinais, febre ligeira e dores musculares.

Esteja atenta a sinais de alerta como: sentimentos de angústia e de ansiedade por ir de férias, que se intensificam nas vésperas da data marcada. Cansaço quando está sem fazer nada. Não conseguir descansar. Necessidade de interromper as férias. Irritabilidade, falta de paciência para os outros, necessidade de comer mais do que o habitual, fortes dores de cabeça, descontrole do ciclo menstrual e perturbações do ciclo do sono/vigília.


Porque não conseguimos deixar de sentir stress, nem desligar do trabalho, quando estamos de férias?

Porque sofremos por um tipo muito especial de stress: o “stress do vazio”.
O stress que ocorre quando simplesmente não temos obrigações para cumprir, objectivos a atingir e marcações na agenda.

São sentimentos que resultam de um conjunto de factores, nomeadamente: o facto do nosso conceito de valor pessoal resultar daquilo que fazemos e do que possuímos (cargo, prestígio, dinheiro, bens materiais, amizades, companhia). O facto do ócio ter sido algo a que não fomos habituadas. O facto de nos terem ensinado que descansar é algo a que não nos devemos permitir, algo improdutivo, pouco sério e pouco útil à sociedade. O facto de podermos usar o nosso trabalho como tábua de salvação para os nossos problemas emocionais, relacionamentos insatisfatórios, solidão, sensação de desamor ou falta de objectivos pessoais.

Em todos estes pontos o trabalho é sentido como o refúgio que nos ajuda a enfrentar o que de menos bom acontece na nossa vida. Quando crescemos com a ideia de que o nosso valor pessoal depende da nossa produtividade precisamos do nosso trabalho para nos sentimos seguras: em relação a nós e em relação aos outros.

Clique aqui para conhecer 13 Estratégias para Conseguir “Desligar” durante as Férias


Este artigo foi originalmente escrito por Teresa Marta, para ser publicado na revista Prevenir, na sua edição de Agosto de 2015.

Praticar o Desapego

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O desapego é uma atitude e resulta da nossa capacidade para ultrapassar o medo da insegurança e da carência. Carência financeira, mas também carência relativa a objectos e bens materiais, pessoas, relacionamentos, empregos, crenças e até a imagem que construímos sobre nós (carência de estima pessoal). Estamos a praticar o desapego quando conseguimos fluir pela vida, independentemente desta nos estar a oferecer aquilo que desejamos ou a levar-nos para o desconforto da insegurança.


“Desapegar” é desconfortável pois obriga a contactar com aquilo que nos dói.

Faz com que o nosso Self “contacte” com o nascimento: o momento de desprendimento mais difícil pelo qual passámos. Embora não tenhamos consciência disso, o nascimento é o nosso momento originário de desapego. Um desapego imposto, que nos obriga a deixar o conforto uterino em segundos. A deixar ir o cordão umbilical que nos acompanhou desde a primeira célula e a abandonar a nossa respiração (sobrevivência) uterina para a substituir, em instantes, por uma nova forma de respirar.

Praticar o desapego significa ter a coragem para deixar ir. Deixar partir. Ter coragem para nos rendermos. Significa perceber que persistir “amarrado” traz-nos mais dor emocional, mais peso no dia-a-dia, mais stress, menos auto-estima, menos saúde e menos alegria. Desapegar significa deixar ir o perfeccionismo, o medo de falhar e preocupações de tipo “e se?” ou “como vou conseguir?”. E também ter a capacidade de nos desligarmos das expectativas e dos objectivos que perspectivaram para nós.

Desapegar é, no entanto, muito difícil.
Desde logo, porque temos consciência de que podemos estar a sair para o nada, a deixar algo para entrar no vazio. Este processo gera a sensação interna de que podemos fracassar. E com essa sensação, o medo. E com ele a vontade de ficarmos imóveis. De ficarmos presas à nossa zona de conforto.

Vantagens de praticar o desapego 

Praticar o desapego não significa ser irresponsável. Ao contrário significa ter a capacidade para perceber o que já não nos faz felizes, o que já não contribui para o nosso crescimento e agir em conformidade com esses inputs.

São várias as vantagens de praticar o desapego. Eis algumas:

  • Ter uma vida mais leve, menos exigente
  • Aumentar a liberdade pessoal
  • Viver em função do nosso propósito de vida 
  • Ter mais tempo para nós e para a família
  • Viver com menos stress 
  • Fazer, cada vez mais, o que gostamos
  • Dormir melhor
  • Ser mais alegre 
  • Afastar pessoas tóxicas 
  • Dizer o que pensamos sem medo
  • Diminuir a culpa 
  • Retirar o peso do perfeccionismo 
  • Viver feliz com menos bens materiais
  • Aumentar a auto-estima e a percepção do valor pessoal
  • Aumentar a auto-aceitação e o auto respeito
  • Viver cada vez menos em função do que parece bem aos outros
  • Sair da prisão das circunstâncias do passado

Como praticar o desapego?

O desapego é uma capacidade emocional que se aprende. Para nos desapegarmos temos de estar conscientes de que aquilo que nos prende está fora de nós (pessoas, objectos, condições de vida, relacionamentos…).

Treine o desapego: Veja o artigo das Dicas para Praticar o Desapego aqui:
http://teresasemmedo.blogspot.com/2015/06/dicas-praticar-o-desapego.html

 A que devemos, então, apegar-nos? 


  • Pessoas positivas e construtivas
  • Família e amigos
  • Pensamentos positivos
  • Pequenas conquistas do dia a dia
  • À capacidade de relativizar e de ver para além do problema presente
  • À capacidade de acreditar na vida
  • À nossa força infinita para mudar e de recomeçar
  • Ao agora, ao Presente
  • Ao reforço do nosso sentimento de merecimento
  • A um local de conforto onde nos sintamos seguros
  • À nossa capacidade inata e infinita de mudança
  • A todos os obstáculos que já conseguimos ultrapassar
  • A tudo o que já temos e que nos esquecemos de agradecer
  • À nossa verdade interior


Este artigo foi originalmente escrito por mim para a revista Prevenir e foi publicado na edição de Maio 2015.


Teresa Marta

Crescer pelo confronto

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Visita à SEIES - Entrega dos Donativos da Conferência da Coragem Geralmente temos medo de entrar em confronto com o outro. E não gostamos de ser confrontados. Na raiz de ambas as situações está o nosso receio de sermos humilhados, de perdermos a batalha que origina o confronto. Mas também, amiúde, o receio de sermos abandonados pelo outro. Ou de perdermos a sua estima, a sua admiração, e, na base, o seu amor.

No entanto, assumir o confronto, sem medo, poderá ter resultados muito positivos no aumento da nossa auto-estima e no reforço do nosso valor pessoal. Claro que, estamos aqui a falar de confronto praticado com honestidade e respeito pelo outro. Pelas suas diferenças de opinião. Pela sua singularidade.

Hoje, tive o grato prazer de visitar a SEIES - Sociedade de Estudos e Intervenção em Engenharia Social, na sua sede, em Setúbal. O motivo da visita foi entregar o donativo angariado aquando da primeira Conferência da Academia da CoragemAs Mulheres e a Coragem, que teve lugar no passado dia 7 de Março. Nesta visita, foi-nos apresentada a Associação, que ficámos a conhecer por dentro. Percebemos melhor qual a sua missão, que apoio dá às mulheres que a procuram e as variadas formas como esse apoio é prestado.

Em conversa com a Dra. Isabel Rebelo, que nos explicou a origem do projecto, no início dos anos 80, foi com alegria e alguma surpresa que ouvimos a dirigente dizer que a SEIES ajuda mulheres sim, mas estabelecendo com elas um confronto que as obrigue a encontrarem por si mesmas as respostas que procuram, os recursos que pretendem e as mudanças de vida que desejam. Ou seja, a ajuda é muito mais que oferecer o peixe sem espinhas e já cozinhado. A caridade ajuda significa devolver ao outro a sua capacidade inata de dar a volta por cima! É esta a filosofia desta Organização, que considero um exemplo!

Obrigada pelo trabalho que estão a desenvolver!
A Academia da Coragem cá estará para continuar a apoiá-lo!

Leia também a notícia sobre a entrega dos donativos no site da Academia da Coragem:
http://www.academiadacoragem.pt/noticias/academia-entrega-donativos-a-seies

Teresa Marta

Mais magra ou mais "forte"?

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O Marketing define o valor de um produto de forma muito simples: o valor é aquilo que o consumidor diz que é. Neste sentido, o valor não é mensurável. Resulta da apreciação subjectiva de cada consumidor.

E o que se passa com a avaliação do valor das pessoas? Basicamente, o mesmo! O nosso valor resulta da avaliação (subjectiva) que os outros fazem de nós. Em geral, passamos a vida a tentar corresponder ao valor que os outros acham que temos. No entanto, lutar dia-a-dia para corresponder às expectativas dos outros desgasta-nos, cansa-nos, gera angústia em nós. Perdemos a noção de quem somos realmente: se nós, se a imagem reflectida de nós. 

Em resultado da percepção do outro, lutamos em permanência para sermos alguém de quem os outros gostem, que os outros apreciem, que os outros reconheçam, acabando por esquecer quem de facto somos, qual o nosso valor efectivo.

A angústia gerada por tentarmos corresponder ao que esperam de nós é ainda agudizada pelos objectivos que colocamos a nós próprias. Estamos sempre a esticar a fasquia! Queremos forçar as coisas a acontecerem, desejamos controlar tudo: nós, os outros, os acontecimentos, o tempo, a evolução natural do nosso corpo, a idade. E acabamos por nos concentrar muitas vezes naquilo que não temos, no que nos falta, no que não somos, no que não chega ou não é suficiente.

Num mundo que esgota a nossa identidade ao avaliar-nos pelo que fazemos, pela nossa beleza, a nossa riqueza ou a nossa pobreza, o nosso poder ou a nossa juventude, angustia-mo-nos ao vivermos em função daquilo que julgamos dever ser. Dizemos a nós próprios, “se eu fosse mais alto, mais jovem, mais magro, mais rico, mais comunicativo, mais feliz…”, estaria tudo bem.

Mas não estaria tudo bem. Bem, ficaremos quando tivermos carinho por quem somos, compreensão pelo que estamos a viver e respeito pelo que já fizemos.

Teresa Marta

Deixar fluir, sem culpa

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Faz hoje precisamente dois meses que assinalámos o Dia sem medo. Após essa aventura rumo à coragem, tenho recebido largas dezenas de mensagens com questões sobre "Como ultrapassar o medo". Não me é humanamente possível responder a todas as dúvidas. E também não gosto de usar mensagens formatadas para feedback massivo. Porque tenho um enorme respeito pela singularidade de cada pessoa. É assim que gosto que me tratem. É assim que trato quem me lê e me procura. 

Um sincero agradecimento a todos os que comigo fazem este caminho de transformação dos medos em coragem, aqui no Teresa sem medo
Esta semana, já somos 15 mil! Em menos de um ano! OBRIGADA!

Entrevista na SIC  Caso apenas hoje tenha chegado a este espaço, pode ver a minha entrevista da Coragem, na SIC, aqui: http://youtu.be/En0Wxk9ojmY


O tamanho do medo


O medo não é grande nem pequeno. O medo tem o tamanho da história que contamos a nós mesmos. Também eu continuo esse caminho. Sem vergonha de quem sou. Assumidamente pessoa. Com angústias, receios, frustrações. Mas também com uma fé inabalável no processo da vida. No meu processo, em particular, e, desde há um ano, com uma Fé Inabalável no processo de todos aqueles que comigo têm partilhado experiências de medo e coragem, quer no Teresa sem medo. 


Deixar fluir

Procuramos a melhor forma de reagir às coisas que nos acontecem. Tenho-me habituado, que a melhor forma nem sempre é aquela que teimamos em aplicar. Amiúde, a melhor forma é apenas aquilo que sempre evitámos fazer. Talvez por parecer mal a alguém. Talvez por ser diferente do que sempre fizemos. Talvez porque tenhamos receio de seguir o Coração. Talvez porque deixar fluir é algo complicado para nós. Porque deixar fluir significa deixar o controlo. E isso nós temos muita dificuldade em fazer.

Deixar fluir a vida significa também olhar para os lados opostos. Para os caminhos paralelos. Perceber que eles lá estão e, mesmo assim, sentir conforto por estarmos no caminho que escolhemos. Estar atento às oportunidades. Atento às pequenas clareiras por entre a densidade da floresta. Seguir, mesmo quando tudo à nossa volta nos motiva a desistir. 

Largar a necessidade de controlar

A nossa necessidade extrema de controlo reside na nossa insegurança pessoal. Achamos que se controlarmos as coisas, a vida acontece como desejamos. No entanto, basta estar vivo para sabermos que não é assim. Quando nos permitimos abrandar o controlo, sendo mais suaves connosco e com a vida, percebemos que existe ordem na desordem. E o quanto isso pode mudar tudo. Para melhor!

Ao longo da vida temos fases de dúvida sobre aquilo de que somos capazes. Ensinaram-nos que para sermos alguém, temos, primeiro, de mostrar o nosso potencial. A verdade é que o nosso potencial está sempre cá. Nós é que estamos a evitá-lo, exercendo o controlo sobre o que sentimos, para sentir e agir de acordo com aquilo que nos dizem ser o correcto. Porque esse é o preço que pagamos para termos um lugar. Para sermos aceites. Para que nos amem. 

O que estamos a deixar para trás? O que estamos a deixar de fazer, ser, desejar e criar? Estaremos a deixar para trás aquilo que é essencial para a nossa felicidade? Escondendo os nossos sonhos? Esquecendo que somos merecedores? 

Deixar fluir. Pensar um pouco mais em si. Sem culpa!

Teresa Marta



Convite:
Junte-se a mim num Dia sem Medo...

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Qual o primeiro passo para enfrentar os nossos medos? 
Admiti-los! Admitir os nossos medos, sem medo de olhar para eles, é o primeiro passo para sairmos da angústia que o medo nos causa. 

O medo protege-nos de inúmeras contingências da vida. 
É verdade. No entanto, quando nos deixamos dominar pelo medo, a nossa vida transforma-se numa angústia permanente. Perdemos a nossa capacidade de auto-afirmação, a nossa auto-econfiança e o nosso poder pessoal.

O medo fecha-nos para o mundo e deixamos de agir.
Com isso, colocamos a nossa vida em suspenso e vamos sentindo cada vez menos força para ir em frente e ultrapassar os problemas que nos acontecem.

Por saber na pele o que isto significa, senti que faltava criar uma ferramenta para que todos nós, cada um à sua maneira, possamos enfrentar os medos. Foi por essa razão que criei uma metodologia de Coaching inovadora, o Coaching para a Coragem.

E foi isso que me motivou também a criar o Dia sem medo! Um dia, onde todos nós, possamos admitir, sem medo, os medos que nos limitam e paralisam a nossa capacidade de agir. Acredito, porque passei e estudei esse processo, que podemos mudar o nosso pensamento do medo para a coragem, que conseguimos combater os nossos medos e não deixar que estes comandem a nossa vida.

Convido-vos assim a juntarem-se a mim no dia 9 de Dezembro para assinalarmos o Dia Sem Medo.

Fique atento aqui ao blog e à página do Teresa Sem Medo no Facebook porque muitas coisas boas vão acontecer no dia 9 de Dezembro!

Teresa Marta

Aprender a ser feliz

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Nas minhas sessões de Coaching individuais, todos os dias me confronto com esta questão: “Teresa, como é que se faz? Afinal, quando vou conseguir ser feliz?”. 

A base é: será que a Felicidade se aprende? Sim. Podemos aprender a ser felizes. Mas, para o conseguirmos fazer, temos de deixar para trás as camadas que fomos colocando em cima de nós, as protecções, as grelhas de análise e as crenças limitativas, que, ao invés de nos darem vida, apenas nos separam dela!

Na exigência diária que impomos a nós mesmos (ser perfeito, conseguir ultrapassar obstáculos, ser o colo de toa a gente, manter sempre um sorriso, nunca desistir, não ter tempo para nós, nem para aquilo que gostamos, que nos dá prazer), desvalorizamos as pequenas conquistas, desvalorizamos o que já fizemos, onde já chegámos, esquecemos que somos pessoas. Que somos humanos! Caramba! Somos humanos!

Como humanos que somos, temos direito à felicidade! Porque achar, então, que estamos privados dela? Que a felicidade é algo distante, raramente alcançável? Uma das razões é porque nos esquecemos de sentir. Fugimos de sentir e de ouvir o que o nosso coração tem para dizer. Sim! Tenho de o dizer! Nas primeiras sessões de um processo de coaching, tenho à minha frente apenas Ego. Ego. Ego. Ego! O Ego tem medo. O Coração não tem. O Ego vive para ter. O Coração vive para ser. Mas lá está. Contaram-nos uma história, desde a nossa infância. Uma história muito bem contada. Uma história que nos diz que temos de ter alguma coisa. Temos de ter! Inteligência. Sucesso. Casa. Família estruturada. Beleza. Dinheiro. Focamos a nossa vida em alcançar tudo isso. 
Acreditamos que, se tivermos estamos seguros.


Esqueça! Porque quando a nossa segurança depende daquilo que temos, basta perdermos alguma coisa, por pequena que seja, e passamos a sentir-nos desprotegidos, como medo de não conseguir, com medo de perder ainda mais. Ficamos centrados na dificuldade do momento presente e deixamos para trás a nossa capacidade de acreditar na vida, de acreditar na nossa força infinita para fazer a mudança.

Para sermos efectivamente felizes, é preciso, muitas vezes passarmos pela contingência de não ter nada: passarmos pela “desmaterialização”, praticarmos o desapego. Desde logo, desapegarmo-nos das expectativas que colocaram sobre nós, dos objectivos que perspectivaram para nós. Ao mesmo tempo desapegarmo-nos da ideia de que não somos merecedores. De que nunca somos suficientes. De que o nosso merecimento está dependente do valor que os outros nos atribuem. Nós merecemos! Nós podemos! Nós conseguimos!

Como fazer? Basta ter coragem para deixar ir. Deixar partir. Rendermo-nos. Deixar ir velhos preconceitos, deixar ir as guerrinhas do dia-a-dia, a raiva, a ira, a angústia, o nó no estômago, o medo de falhar, o perfeccionismo, a preocupação do “e se?” e do “como vou conseguir lá chegar?”. Praticar a Coragem de nos assumirmos pelo que somos e não pelo que temos. Deixar ir o passado (o que tivemos e já não temos, o que amámos e que será irrepetível). E deixar fluir, sem medo, o agora. Para isso temos de deixar de lado a culpa e os pensamentos de carência. Deixar de lado o medo do que pode vir a acontecer. Se acontecer (se), cá estaremos para resolver.

A Felicidade torna-se mais próxima de nós quando interiorizarmos, que a única coisa que podemos efectivamente controlar é aquilo que escolhemos sentir face ao que nos acontece. Esta é a base da sabedoria que o nosso coração nos dá!

Siga o que sente! Seja feliz.

Teresa Marta

Escolhas Equilibradas

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Se o seu padrão é ficar à espera que a escolham, possivelmente acabará por concluir que está a deixar de liderar a sua vida.

Prefere fazer as suas opções ou sente-se mais confortável quando optam por si? Gosta mais de escolher ou que a escolham? Estas perguntas, aparentemente simples, podem tornar-se muito angustiantes, nomeadamente quando estamos a enfrentar dilemas difíceis de resolver.

Isso não é bom nem é mau. É apenas, e mais uma vez, uma escolha que fazemos. E as escolhas que fazemos ditam a nossa qualidade de vida.

A questão é que, mesmo quando escolhemos não escolher, já estamos a fazer uma escolha. Mesmo quando nos mantemos num emprego que não gostamos ou numa relação que não nos dá alegria, estamos a escolher ficar aí. Por muito que o nosso cérebro nos diga que não, que estamos em determinado sítio ou com determinada pessoa porque somos obrigados, porque não temos alternativa ou porque é melhor aceitar as condições, que algo melhor virá, mesmo assim, estamos a escolher.

A forma como escolhemos é pois determinante para o nosso equilíbrio. No entanto, raramente as escolhas que fazemos são em função daquilo que efectivamente é melhor para nós. Escolhemos, muitas vezes, em função do que é melhor para que os outros nos aceitem como iguais. Resumindo, raramente nos escolhemos a nós mesmos, antes de escolhermos qualquer coisa, situação ou pessoa.

A forma como exercemos o nosso poder de escolha reflecte pois o modo como nos tratamos e revela muito sobre a nossa auto-estima e a forma como nos vemos. De facto, começamos a ganhar qualidade de vida quando nos tratamos bem, quando cuidamos de nós. Quando nos estimamos.

Colocar-se no centro não é um acto de egoísmo. É, ao contrário, um acto de equilíbrio emocional. Um acto de coragem que melhora a sua vida, o seu bem-estar, a sua auto-estima. E isso faz com que você consiga melhorar a vida dos que o rodeiam. Só quem se compromete genuinamente consigo mesmo consegue estabelecer um compromisso com os outros. No fundo, esta atitude significa perguntar: “o que é que eu inspiro aos outros com a minha presença?”.

Não seremos nós o poder de que andamos à procura?

Teresa Marta


DICAS PARA FAZER ESCOLHAS MAIS COERENTES E ALCANÇAR O EQUILÍBRIO:
Clique nos títulos abaixo para seguir o link e explorar as Dicas listadas:



A Teresa responde:
Como seguir em frente depois do Divórcio?

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Desde o dia 18 de Julho, estivemos a recolher as suas dúvidas existenciais, os seus bloqueios e frustrações, na página de Facebook do Teresa Sem Medo.

De todas as questões submetidas em comentário aos posts, a Teresa Marta - Mestre em Relação de Ajuda / Psicoterapia Existencial e Coach para a Coragem - escolheu cinco para responder durante o mês de Agosto.

As respostas estão agora todas aqui, em vídeo:

Como afastar os medos que nos consomem?



Como lidar com uma separação e seguir em frente?



Porque é que nos sentimos incompletos?



Como seguir em frente depois da morte dos que amamos?



Como desbloquear o medo que nos impede de agir?


Saiba mais sobre esta acção no post original, aqui: https://bitly.com/aTeresaResponde

Do medo à coragem

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No dia 8 de Agosto começo a responder, em vídeo, às questões que me colocaram no Teresa sem medo. Sinto-me grata pela participação de todos, que, sem medo, partilharam comigo as suas angústias, frustrações e inseguranças, sentimentos comuns a todos nós. A todos os que caminham na vida, com tudo o que isso significa.


Pessoalmente, acredito na capacidade infinita do ser humano para ultrapassar as fases menos boas que a vida nos coloca. Por vezes, são fases muito difíceis. Fases, onde a dor emocional e o medo nos fazem desacreditar. Desacreditar que ainda é possível. Desacreditar que haverá por aí algo de bom. Algo de bom, ainda, à nossa espera. E por isso me mantenho aqui. E também por isso criei o Teresa sem medo.


A minha vida teve todos os sentimentos de que falo neste espaço: angústia, frustração, tristeza, abandono, doença física e emocional, perda de bens e de pessoas. Perda de pessoas fundamentais para a minha Alma, para a pessoa que sou. Desde cedo, a minha mãe. Mas, tudo isso não me arrancou a esperança. A esperança de que a minha vida pudesse ser diferente. Pudesse ser melhor. Tudo o que passei só me mostrou que sou capaz de continuar. E, a cada dia que passa, sou alguém alegre. Alguém que acredita mais em si e no que a vida nos reserva. Desde que à vida não viremos as costas.



Talvez por isso o riso genuíno nunca me tenha abandonado. Ele, e a vontade de ouvir o outro. De simplesmente estar. Ali. Serenamente à escuta. Porque tantas vezes soube o que é precisarmos apenas que alguém nos ouça. Apenas de um colo. Algo que não depende de dinheiro. Só dessa capacidade inata que se chama empatia. E tantas vezes, precisando, não tive. E outras tantas tive, mas duvidei. E por isso, tantas vezes me isolei.


Depois de 17 anos em cargos de direcção de empresas, voltei à Universidade para fazer mestrado em Relação de Ajuda - Psicoterapia Existencial. Era para mim a certeza de que queria e devia responder ao apelo que me dizia que o meu caminho era o de ajudar os outros. Ajudar os outros a ultrapassarem as suas dores emocionais e existenciais. E foi isso que fiz. E foi isso que me levou a criar uma metodologia de Coaching Terapêutico inexistente em Portugal, o Coaching para a Coragem®. O Coaching para a Coragem® tem por base um processo de sete passos, que levam a pessoa a caminhar do medo à coragem. Trata-se de um Coaching Terapêutico porque permite que a pessoa cure os seus medos. Ao curarmos os nossos medos curamos a nossa vida. Readquirimos a esperança e somos autores da nossa própria história. Aquilo que eu mesma fiz. Aquilo que acredito que todos conseguimos fazer.

7 Dicas para Libertar o que lhe Faz Mal

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1. IDENTIFIQUE O QUE O PERTURBA
Identifique quais os aspectos da sua vida relativamente aos quais sente que está a perder a sua alegria. Em aspectos está a deixar para trás os seus valores e as suas prioridades? Onde está a deixar esquecido o seu Eu?


2. NÃO INVENTE DESCULPAS PARA NÃO MUDAR
É natural que encontre imensas desculpas para ficar dependente daquilo que aprendeu como sendo correcto. Viver no conforto do conhecido é de facto mais agradável do que fazer rupturas para ir em busca de algo que, regra geral, não faz sentido para os outros. Mas o importante é que faça sentido para Si. Se uma situação, pessoa ou local lhe retiram a energia, está na altura de mudar!    


3. NÃO TENHA MEDO DA OPINIÃO DOS OUTROS
Neste processo de resgate da sua alegria vai sentir-se avaliado. Não desista! Pode estar a fazer algo incómodo mas não está a fazer nada de errado. Recorde que o Tempo é limitado. Por isso, devemos desenvolver acções com propósito: acções que estejam em sintonia com aquilo que é o sentido da nossa vida, mais do que viver no sentido da vida dos outros, sejam eles quem forem.


4. NÃO ADIE DECISÕES
Se é para cortar, corte! Se é para iniciar, inicie! Não prolongue as coisas para além do limite do desejável, nem as antecipe, ao ponto de comprometer o seu sucesso. Ouça-se! Saberá qual o melhor momento para agir. Mas tem de o fazer.


5. SEJA COERENTE
Seja coerente entre o que diz e o que faz. A falta de coerência entre discurso e acção leva-nos a comportamentos de culpa, de auto-punição e de falta de confiança nas nossas capacidades pessoais.


6. LIVRE-SE DO ACESSÓRIO
Livrar-se do acessório permite focalizar-se naquilo que é realmente importante para o objectivo traçado. Permite-lhe fazer as mudanças que realmente deseja na sua vida. Se sente que é acessório, porque o mantém? Porque se foca nisso? Porque deixa para trás o mais importante e avança com aquelas coisas simples e fáceis para si, que não geram mudanças significativas?


7. NÃO TENHA MEDO
Não tenha medo de ser incompreendido nem do julgamento dos outros. É impossível agradarmos a toda a gente. Quando ficamos presos àquilo que podem ou não pensar de nós, ficamos presos a uma vida que não nos preenche nem nos faz felizes. Anule pois aquelas situações em que sente que vai fazer algo para “parecer bem”. Centre-se em fazer aquilo que sente ser importante para aumentar a sua auto-estima e o seu amor-próprio. Liberte-se de viver em função de!

A Teresa Responde!

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Gostava de ver respondidas as questões que o perturbam?

Até dia 25 de Julho, vamos estar a recolher as suas dúvidas existenciais, os seus bloqueios e frustrações, na página de Facebook do Teresa Sem Medo. De todas as questões submetidas em comentário aos posts, a Teresa Marta  - Mestre em Relação de Ajuda / Psicoterapia Existencial e Coach para a Coragem - vai escolher cinco  para responder durante o mês de Agosto. As respostas serão publicadas em vídeo, aqui no blog.

Submeta a sua questão, até dia 25 de Julho, aqui: Página Oficial Teresa Sem Medo no Facebook.

Leia abaixo o regulamento desta acção:


REGULAMENTO "A Teresa Responde!"

1 – A acção
1.1.  “A Teresa Responde” é uma acção que pretende ouvir os seguidores do Teresa Sem Medo e dar-lhes um feedback mais personalizado, "cara a cara".
1.2.   A acção de recolha de questões decorre de 18 e 25 de Julho.
1.3. Serão consideradas válidas apenas as questões inseridas até às 23h59 de dia 25 de Julho.
1.4.  A acção será comunicada na Cronologia da Página Teresa Sem Medo, no Facebook.
1.5. A participação dos fãs deve ser feita em exclusivo nos posts específicos da acção.
1.6. Não serão consideradas perguntas feitas fora dos posts específicos com a imagem da acção.

2 - Quem pode e como pode participar?
2.1.  Para participar, os utilizadores deverão estar registados em www.facebook.com e gostar da página Teresa Sem Medo (https://www.facebook.com/TeresaSemMedo).
2.2.  Os utilizadores terão de comentar os posts específicos sobre a Acção, deixando a sua questão à Teresa Marta.
2.3.  Só será considerado válido um comentário por participante, pelo que, no caso de mais do que uma participação, apenas a primeira será considerada válida para a Acção.
2.4.  A participação na Acção pressupõe o conhecimento e a aceitação, sem reserva, das regras estabelecidas no presente Regulamento.

3 - Os vídeos Seleccionados
3.1.  Serão seleccionadas até um total de 20 questões durante o período de submissão (18 a 25 de Julho de 2014), que cumpram os requisitos acima descritos.
3.2.  Serão sujeitas a apreciação todas as questões submetidas durante a validade da Acção.
3.3.  O critério de selecção fica inteiramente a cargo da Teresa Marta.
3.4.  As respostas às questões serão publicadas em vídeo, neste link, durante o mês de Agosto, com início dia 8 do mesmo mês.
3.5.  A cada semana serão publicadas as respostas em formato vídeo, identificando o participante.

4 - Mais informações
4.1.  Esta Acção não é promovida, nem administrada, nem está associada, de forma alguma, à empresa Facebook. Ao participar, a informação dos participantes é cedida ao Teresa Sem Medo e não ao Facebook.
4.2.  O Teresa Sem Medo reserva-se o direito de, após verificar a existência de qualquer violação do presente Regulamento ou qualquer indício de má conduta, desconsiderar o participante em causa.
4.3.  O Teresa Sem Medo reserva-se o direito de alterar o presente Regulamento, sempre que tais alterações sejam justificadas ou não prejudiquem os participantes.
4.4.  Salvo autorização expressa pelo participante, os dados pessoais facultados serão exclusivamente utilizados para os fins da Acção, bem como, para comunicações posteriores ao fim da iniciativa, pelo Teresa Sem Medo.
4.5.  Questões adicionais relacionadas com a Acção "A Teresa Responde!" devem ser remetidas na forma de Mensagem Privada, na página do Teresa Sem Medo, no Facebook.

Dicas para Reforçar o seu Valor Pessoal

1 comment
Valorize as suas vitórias

As vitórias não são grandes nem pequenas. A primeira vez que deu um passo, foi apenas um passinho. Pequeno. Inseguro. Mas na sua vida pessoal foi uma grande vitória. Valorize os seus sucessos. Deixe de os considerar como algo necessário para merecer a aprovação dos outros. Os seus sucessos são, em primeiro lugar, seus. Fazem parte do seu valor pessoal.
Aceite o seu valor como um direito próprio e natural

Valorizar-se, sem precisar que os outros o façam por si, é essencial pois reflecte o modo como se trata a si mesma. Começamos a ganhar qualidade de vida quando aprendemos a reconhecer o nosso valor. Nesse sentido, o auto-valor é também uma forma de cuidamos de nós e de nos estimarmos. Não o veja como um acto de egoísmo. Quem não se reconhece valor também não consegue ver valor nos outros.
Valorize as suas tentativas de melhoria

Conseguirmos auto-elogiar-nos, sem receio de cairmos no ridículo ou de sermos humilhados é essencial para a nossa auto-estima, a nossa auto-valorização e o nosso crescimento pessoal. Não diga a si mesma o que correu mal. Pense naquilo que correu bem. Valorize as suas tentativas e o seu esforço para melhorar. Isso aumenta a sua auto-confiança e das próximas vezes que tentar vai sentir-se melhor consigo própria.
Identifique e reforce os seus pontos fortes

Faça uma lista dos seus pontos fortes e reforce-a com novos conhecimentos e competências. Faça-o proactivamente e ciclicamente ao longo da vida. Esta atitude faz com que se sinta sempre em sintonia com o que há de novo na sua profissão, na forma como gere os seus relacionamentos e no modo como lida com as suas próprias emoções e sentimentos. Aumenta o seu poder pessoal.
Não assuma o papel de vítima

Para reforçar o seu valor pessoal, elimine os papéis de vitimização, de tipo: “nunca me elogias!”, “faça o que fizer nada é perfeito para ti”, “ninguém me dá valor!”. Para além de nos colocar no papel de vítimas este tipo de atitude também nos retira a capacidade de liderarmos a nossa vida.
Diga abertamente o que precisa

Fale abertamente (e sem criticar o outro), sobre aquilo que sente quando acha que merece que lhe reconheçam valor e não o fazem. Sobretudo porque pode estar em presença de alguém que nunca aprendeu a valorizar os outros ou que acha que valorizar significa perder poder. Amuar, ficar calada ou “remoer” a mágoa, apenas servirá para retirar qualidade aos seus relacionamentos.

Coragem para Entrar na Dor e Sair Reforçada

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Acho que a Coragem só se conquista depois de experimentarmos a dor. É duro isto que digo. Talvez até desmotivante. Mas é a verdade. Dor. Sentida. Vivida. Plasmada em nós. Dor que senti tantas vezes. No meu percurso. Na minha vida. E às vezes. Tantas vezes. Tantas. Uma dor experimentada. Tantas vezes, repetidamente.

Só na multidão

A dor emocional é uma das nossas maiores aprendizagens. Senti-la. Deixá-la avassalar-nos, se assim tiver de ser. E tantas vezes, comigo, teve de ser. E tantas vezes me isolei pensando que assim sentia menos. E tantas vezes parti anónima. Entre a multidão da grande cidade. Querendo confundir-me. Desesperadamente. Querendo que a minha dor, misturada com a dor de outros rostos, não fosse mais que apenas isso. Uma dor qualquer. De uma mulher qualquer. Como tantas outras. Uma dor anónima. De uma mulher anónima. Uma dor, por isso, desvalorizável.

Percebo hoje que a nossa maior restrição ao prazer e à alegria é termos medo de sentir dor. Sentir dor em nós. No nosso Self. Na nossa mente. No nosso Coração. No nosso estômago. No nosso sono. Na nossa Alma.

Sei hoje, que só perdendo o medo de sentir, posso sentir. Sentir que, qualquer que seja a questão, qualquer que seja o resultado, estarei cá. Preparada.

Mesmo que chore. Mesmo que angustiada. Mesmo que com medo. Mergulho nisso tudo. Consciente que só dessa forma estarei cá amanhã. Novamente. Para tudo o que a Vida me reserve. Para abraçar essa "insustentável leveza do ser", que nos caracteriza. E que tanto tentamos anular.

Teresa Marta

Dicas para cuidar melhor de Si

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NÃO COLOQUE O SEU BEM-ESTAR NA DEPENDÊNCIA DE ALGUMA COISA OU ALGUÉM
Se realmente quer começar a cuidar melhor de si, comece por aceitar fazer um trabalho coerente com aquilo que deseja para a sua vida, com aquilo que sente ser a sua identidade e a sua vontade. Este trabalho significa, desde logo, aceitar que aquilo que pretende desenvolver depende, em primeiro lugar de si! Significa aceitar que está disposta a não colocar o seu bem-estar na dependência de alguma coisa ou de alguém.



ESCOLHA-SE A SI MESMA EM PRIMEIRO LUGAR
A sua primeira atitude deve ser ter coragem de se escolher em primeiro lugar. Escolher escolher-se irá aumentar a sua consciência de merecimento.



AUMENTE A SUA CONSCIÊNCIA DE MERECIMENTO
No desenvolvimento da consciência de merecimento é essencial que identifique quais as acções que neste momento representam esforços inúteis para si. Abandone-as de imediato e sinta o alívio de não continuar amarrada a situações que lhe retiram energia, que a desgastam e que a fazem questionar a sua capacidade de fazer as melhores escolhas para si. Isto significa dar-se a si própria a oportunidade de mudar a sua vida para aquilo que quiser. Você merece!


RESPEITE OS SEUS LIMITES 
 Aprenda a respeitar os seus limites fazendo com que aqueles que a rodeiam os reconheçam. Diga “não” as vezes que forem necessárias. Não se sinta culpada por isso. Não sinta em permanência que se não fizer uma coisa vai quebrar as expectativas que têm sobre si. Estas são crenças enraizadas desde a nossa primeira infância. Mas nós não estamos condenados a permanecer no sistema de crenças dos nossos pais nem nas limitações que nos incutiram. Você é a pessoa que tem de prestar contas a si mesma. É você que conta, em primeiro lugar.