Teresa sem medo: Dicas Felicidade
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Estratégias para “desligar” nas férias:

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Descubra 13 dicas para o ajudar a desligar-se do trabalho durante as férias. Estas dicas foram publicadas na edição de Agosto da revista Prevenir. Leia-as agora:

Estratégias para conseguir “desligar” durante as férias:

1. Faça férias repartidas o mais possível. Isso vai diminuir a sua ansiedade quanto ao facto de ficar muito tempo fora.

2. Evite ir de férias com amigos comuns aos do trabalho.

3. Planei com antecedência as actividades que vai fazer em cada dia. Use tempo para fazer coisas diferentes das habituais ou para as quais não costuma ter tempo, como ir ao SPA ou visitar mercados de rua do comércio tradicional.

5. Planei tempo livre e permita-se passá-lo sozinha.

6. Se tiver crianças planei com antecedência algumas actividades para elas. Isso diminui as perguntas e a necessidade de arranjar desculpas e justificações de última hora.

7. Não se submeta a ir de férias para salvar um relacionamento. Se a sua relação não está bem, o tempo livre vai obrigá-la a passar mais tempo a analisar os porquês. Isso pode acabar com a sua relação. Mas pode acabar consigo, mantendo a sua  relação igual ou pior.

8. Viva os dias de férias com mais leveza dando aos assuntos do trabalho o seu peso real e não a carga que lhes confere.

9. Disponibilizar tempo para estar com pessoas, mas pessoas de quem realmente goste e que lhe façam realmente bem.

10. Se viajar para fora de Portugal tente um destino onde sinta conforto. Opte por países para onde não tem de ir preocupada com vacinação, cuidados alimentares específicos ou segurança.

11. Tenha coragem para desligar as “máquinas”: telemóvel, net móvel, etc. Se de todo não conseguir fazê-lo, estabeleça uma hora para o fazer específica e um limite de tempo para estar on-line ligada à empresa (não mais de meia-hora por dia!).

12. Simplifique! Os dias, as refeições, o vestuário, as saídas, os convívios. Aproveite para treinar dizer “não” ao que não gosta nem lhe faz bem. Basta!

13. Não se culpabilize por ir de férias. Descanse. O trabalho existirá sempre. Estará lá sempre. Amanhã não sabemos como será. O único tempo que podemos controlar é o agora. Por isso, aproveite!

Desligar do trabalho durante as férias

Dicas: Como Praticar o Desapego?

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“Desapegar” é desconfortável pois obriga a contactar com aquilo que nos dói. desapego é uma atitude e resulta da nossa capacidade para ultrapassar o medo da insegurança e da carência.

Veja abaixo algumas dicas para o ajudar a Praticar o Desapego.

Como Praticar o Desapego?


  1. Valorizar menos as expectativas que os outros têm sobre si e os objectivos que lhe colocam. As contas finais da sua vida são dadas por si, a si mesma! 

  2. Treinar o merecimento libertando a ideia de que aquilo que merece depende do valor que os outros lhe atribuem. 

  3. Ser menos perfeccionista deixando ir a ideia de que nunca é suficiente. 

  4. Identificar os pesos que a sua vida tem e se ainda precisa deles para ser feliz. Perceba se aquilo que carrega como importante para a sua sobrevivência não é algo pelo qual está a pagar um preço elevadíssimo. 

  5. Permita-se ser quem é e como é e liberte a necessidade de controlar o que os outros são.

  6. Comece por se desapegar de coisas simples: diminuir o número de cafés por dia; a quantidade de vezes que troca de mala ou de sapatos; os pequenos-almoços fora; o último gadget; levar o carro até à porta do emprego. Aos poucos vai começar a sentir-se melhor pois está usar a força do fazer para se desapegar de coisas que afinal até pode prescindir. 


COMO DESAPEGAR-SE...

…de bens materiais?
Praticar o desapego de bens materiais exige coragem para nos assumirmos pelo que somos e não pelo que temos. Um bom exercício é reduzir as nossas necessidades e perceber que, mesmo vivendo com menos, sobrevivemos. Este exercício permite-nos resgatar a fé na nossa capacidade criativa e no nosso potencial de mudança. Muitas vezes vivemos situações de dependência material às quais nos apegamos porque deixamos de acreditar na nossa capacidade de mudar, de fazer algo diferente, de seguir sem o apoio das pessoas habituais. Todas estas são estratégias que a nossa mente percepciona como confortáveis pois não nos obrigam a ir para o desconhecido. Ter menos bens materiais não nos deve preocupar. O que deve preocupar-nos é perdermos a vontade própria, a resiliência e a capacidade de acreditar no nosso potencial e na nossa força criativa.

…de sentimentos negativos?
Os nossos sentimentos resultam daquilo que pensamos. Como tal, para agir sobre a forma como se sente tem de agir primeiro sobre a forma como pensa, sobre aquilo que pensa. Praticar o desapego relativo a sentimentos negativos significa estar consciente de que a única coisa que podemos efectivamente controlar é a escolha do que sentimos face ao que nos acontece. Esta é a base da sabedoria emocional. Tudo o resto é apego a velhas fórmulas que já testámos e que já não nos servem para nada. Seja honesta com aquilo que sente. Este processo é complexo, mas pode simplificá-lo assumindo, de uma vez por todas, o respeito pela sua verdade interior. Seja honesta e assuma o que é melhor para si. Isso fará com que os sentimentos negativos fiquem cada vez mais longe.

…de pessoas?
A maioria das situações que nos prendem são de natureza relacional: “não consigo viver sem esta pessoa”, “não consigo seguir em frente sozinha”. Um dos melhores exercícios que pode fazer para se desligar de pessoas que já não contribuem para o seu bem-estar é fazer o exercício do “regresso à origem”. Isto é: antes de existir a pessoa da qual tem de se afastar já era pessoa. Já tinha a sua vida. Bem ou mal, existia, produzia, crescia e avançava. Trabalhe o amor e a aceitação por si mesma. Quanto mais se aceitar e acreditar em si, mais as circunstâncias lhe parecerão simples e as soluções possíveis. Porque as situações ficarão a depender cada vez mais de si e não daquilo que os outros possam ou não fazer. Logo, ficará menos presa ao que a envolve e mais ligada à sua vontade pessoal.

…do passado?
O desapego relativo ao passado (face ao que tivemos e já não temos, face ao que amámos e que será irrepetível, face à culpa e à perda) ultrapassa-se com aceitação. Para tal, anule a crítica e a culpabilização. O que passou está lá. Aceite-se como é agora e as circunstâncias como se apresentam. Só aceitando a situação presente, sem fugir, pode construir algo diferente para o seu futuro. Tenha orgulho em si e na sua história. Apesar de tudo o que possa estar a sentir, foi ela que a fez chegar aqui. Não podemos ser felizes se permanecemos amarrados a esqueletos antigos, que não nos deixam seguir em frente. Não tenha receio de percorrer caminhos novos. Buscar o que ainda não alcançou traz-lhe uma sensação de liberdade incrível! E, dessa liberdade pessoal também nasce a felicidade. A culpa é algo que tem de aprender a deixar para trás, se quer ser feliz. A culpa não serve para nada! Apenas para nos sobrecarregar de angústia, de vazio e de tristeza. Aquilo que fez, e que está a gerar essa culpa, fê-lo o melhor que sabia, nas condições e com os conhecimentos que tinha na altura.

…do futuro?
O desapego face ao futuro significa tranquilizarmo-nos pelo que pode ou não vir a acontecer. Porque o apego ao futuro representa o nosso desejo de controlo: o desejo de controlar aquilo que não podemos mas desejamos. Para nos desapegarmos dos “E se?” que nos prendem, temos de ter vontade de entrar no desconhecido, o campo de todas as possibilidades. Trabalhe para criar o futuro que deseja. Essa é a principal forma de o alcançar. Neste trabalho, desprenda-se do resultado e foque-se no caminho que está a fazer para o alcançar. Isso diminui-lhe a ansiedade pela concretização permitindo-lhe observar alternativas mais simples para alcançar o que deseja. O foco no resultado está sempre ligado ao medo e à insegurança. E estes são as nossas grandes prisões. Seja qual for a sua origem familiar, as suas condições de partida, os seus traumas e inseguranças, pode sempre trabalhar para criar o futuro que deseja. Lembre-se que mais importante do que aquilo que fizeram de nós e aquilo que nos deram, é aquilo que conseguimos fazer com o que temos agora.


Estas Dicas fazem parte de um artigo originalmente escrito por mim para a revista Prevenir e publicado na edição de Maio 2015. Estas são as Dicas sobre a primeira parte do artigo, que pode ler aqui no blog.


Teresa Marta

Estou feliz com a Família que tenho?

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É feliz com a sua família? Sente-se acolhida e bem aceite no seu seio familiar? Este artigo vem na sequência de um conjunto de questões de auto-diagnóstico que fazem parte do artigo Sou Feliz? que saiu na edição de Fevereiro da revista Prevenir, e que pode ler também aqui no blog.



 Auto-Diagnóstico: Sou Feliz com a minha Família?


Na minha Família:

a) Sinto-me muito incompreendida e até abandonada, pela minha família.
Acho que nunca perceberam os meus desejos e o que me faz feliz.

b) A minha família é como todas: há momentos bons e momentos maus.
Sempre ignorei os maus momentos. Assim evito sofrer.

c) Empenho-me para que na minha família exista compreensão e abertura.
Há espaço para expressar sentimentos. Tenho especial atenção para que a culpa e a crítica não sejam usadas. Ao invés, motivo a expressão de carinho e amor entre todos.

A trabalhar: 
Não critique a sua família nem apoie ou promova ressentimentos. A nossa família é um sistema de diferentes pessoas, cada uma com a sua história individual.

Geralmente, vemos a família como solução para as nossas feridas e um apoio para as nossas contingências, falhas e medos. Esquecemo-nos, amiúde, que “eles” procuram o mesmo. Como nós, também querem ser entendidos, amados e que não os abandonem. Esta é a sabedoria emocional que deve usar para melhorar os seus relacionamentos familiares e sentir-se mais feliz.

A verdade é que todos sentem estar a fazer seu o melhor.

Trabalhe o amor e a aceitação, essenciais para a sobrevivência do “clã”, mesmo nas situações mais difíceis. Conceda a si mesma a oportunidade de abrir o seu coração e permita que os membros da sua família façam o mesmo.

Anule a crítica, a culpabilização e o ressentimento. 
Tente compreender o caminho que os membros da sua família escolheram. Esta atitude é a base da mudança que deseja ver. Talvez esteja nas suas mãos iniciá-la!

Auto-Diagnóstico: Como estou de Saúde?

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"Serei Feliz?" -  Pergunta bem. Para alcançar a Felicidade, tem de acreditar na possibilidade de a encontrar.  Este artigo faz parte de um conjunto de questões de auto-diagnóstico, na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição da revista Prevenir de Fevereiro, e que está disponível também aqui no blog.


 Auto-Diagnóstico: Estou Feliz com a minha Saúde?


A felicidade na minha saúde:

a) O meu nível de energia é baixo.
Sinto-me exausta frequentemente. Acho que é de família. A minha mãe é igual.

b) A minha saúde não é o meu ponto forte e por isso protejo-me
Protejo-me imenso. Tomo vitaminas e faço check-ups anuais. Tento fazer uma alimentação cuidada e não tenho dependências.

c) Tenho uma boa relação com a saúde. Cuido de mim, física, mental e espiritualmente.
Sigo o que o meu corpo me diz que me faz bem. Não sou escrava de dietas, nem de medicação. Isso torna-me mais forte, mais saudável e consequentemente mais feliz.


A trabalhar: 
Se a sua ideia sobre saúde está próxima de afirmações como as de a) e b), poderá caminhar para uma vida com baixos níveis de energia anímica, bem-estar e felicidade.

Aprenda a cuidar de si, na totalidade. Isto significa cuidar do seu corpo, da sua mente e do seu espírito. Significa não insistir em comportamentos que já percebeu serem prejudiciais para si.

Afaste-se igualmente de pessoas que se queixam muito e que têm imensa preocupação com doenças. Vigie as suas emoções. Perceba que curar as suas emoções negativas é curar a sua saúde. Liberte raivas, ressentimentos, passados sofredores, pessoas que lhe fizeram mal. Liberte-se daquilo que lhe dá peso, que lhe recorda maus momentos, más experiências.

Você está agora aqui. Conseguiu, apesar de tudo. 
Como tal, abençoe o que conseguiu. O seu corpo, por ter resistido. O seu cérebro por não a ter abandonado. E coloque alegria e sorriso na sua vida. Mesmo que acorde sem grandes motivos para estar alegre, anime-se e vá para a rua distribuir alegria.

Sinta o que recebe. Isso é saúde. Isso dá verdadeira felicidade.

Auto-Diagnóstico: Sou Feliz... no trabalho?

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Como vê a Felicidade? Considera-se uma pessoa feliz? Sob que parâmetros avaliar, precisa de ajuda?
Em Fevereiro, saiu na revista Prevenir o artigo Serei Feliz? que já publiquei num post aqui no blog, na sequência do qual, surgem algumas questões de auto-diagnóstico. Esta é a terceira:

 Auto-Diagnóstico: Eu sou Feliz no meu trabalho?
(Profissão)


Sou feliz na minha profissão?

a) Odeio o meu trabalho.
Detesto o que faço e não me sinto feliz com o meu trabalho. Mas preciso do salário, por isso obrigo-me.

b) Mais ou menos.
Não digo que seja infeliz com o que faço, mas não sou propriamente uma pessoa realizada profissionalmente. Mas é o que tenho...

c) Sempre vi a minha profissão como uma das bases da minha realização pessoal.
Quando não me sinto plena com o que faço, crio objectivos pessoais para não me desmotivar. Nem que seja ajudar colegas em tarefas complicadas. Isso faz-me sentir útil e dá sentido ao meu dia.


A trabalhar: 
Estamos sempre à procura do melhor emprego. Com isso, pensamos em ter uma casa melhor, um carro melhor e uma melhor condição social. A questão é que esta azáfama em busca do next-step, faz-nos escravas da nossa própria procura.

Seremos felizes nesta azáfama? Ou será que aumenta a nossa insegurança e o nosso medo de não sermos suficientes?

Se assim for, tenha coragem pare cortar esta corrente. Não tenha medo do que ainda não tentou. Não podemos ser felizes amarradas a esqueletos que nos impedem de seguir em frente.

Avalie o significado pessoal do seu trabalho. Trata-se de uma obrigação que tem de cumprir? Ou algo que lhe dá prazer e bem-estar? Avalie se o seu trabalho a realiza, se contribui para dar significado à sua vida. Se a resposta for negativa crie um PPMP - Plano Pessoal de Mudança Profissional©.

Finalmente, mas não menos importante para a sua felicidade profissional: mesmo que o seu trabalho não seja o que deseja sinta-se grata. Pare queixas e negativismo. Caso contrário vai sentir-se angustiada, triste e sem forças para mudar.

Pense no seu actual trabalho como rampa de lançamento para outro que a realize. Mas lembre-se: a mudança só acontece se agir nesse sentido!

Auto-diagnóstico: Para mim, felicidade é...?

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Na continuação do artigo Serei Feliz? que publiquei num post anterior aqui no blog, surgem algumas questões de auto-diagnóstico. Não pretendo aqui definir Felicidade, mas ajudar a identificar aspectos da sua vida que pode melhorar para se sentir mais feliz.

Auto-diagnóstico - como vejo a Felicidade?


1. Para mim a Felicidade é:
a)   Algo inalcançável. Nunca somos completamente felizes.
b)   Uma meta difícil. Depende da conjugação de muitos factores que não podemos controlar.
c)   A Felicidade é um estado de equilíbrio global que consigo sentir quando me foco no lado positivo da vida, mesmo quando não parece haver nenhum.


2. Já fui feliz?
a)   Nunca me senti completamente feliz.
b)   Sim, quando era (nova/casada/solteira/amada…) e tinha (dinheiro, amigos, uma profissão que gostava, casa de praia…).
c)   Nunca me sinto infeliz. Posso ter momentos maus, mas tento sempre ver o lado positivo das situações. Isso leva-me para o que posso fazer e desfoca-me daquilo que perdi ou posso perder.


A trabalhar:
Se vê a felicidade como difícil de atingir, é natural que ela teime em não ir ao seu encontro. 

Recorde que aquilo em que colocamos energia prospera. Se dedicar as suas forças ao lado negativo da vida terá dificuldade em alcançar aquilo que deseja de bom. Neste sentido a felicidade exige que nos reprogramemos.

Se o seu cérebro tende a ver o lado negativo e facilmente perde a esperança, tem de mudar os seus pensamentos, pois isso mudará a forma como se sente. O pensamento treina-se. Pode conduzi-lo para o lado  positivo, mesmo em situações que à partida parecem desesperantes.
A felicidade constrói-se dia-a-dia, sem pressa, a partir de momentos simples, que por vezes nem temos consciência de estarem a ocorrer. Acredite na sua capacidade infinita de mudar. Aja em função da mudança que deseja ver na sua vida, começando por mudar os seus pensamentos.

Em 2014 consegui... Ser Feliz no Trabalho

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É através da Mudança que crescemos e nos reinventamos, na esperança de sermos cada vez melhores. Melhores amigos, pais, filhos, irmãos, colegas, companheiros.
Acontece que a mudança, por muito desejada ou programada que seja, depende de um factor difícil de conquistar: a coragem. É ela que nos empurra para fora da nossa zona de conforto e obriga a enfrentar o desconhecido e que nos permite acreditar que mesmo perdendo alguma coisa agora, o que teremos no fundo de nós pessoas mais felizes.

Pô-la em prática implica aceitar que precisamos de mudar, de agir com consequência e rejeitar a culpa que tantas vezes nos impede de avançar.



Parte II

SER MAIS FELIZ NO TRABALHO


Elaborar um Plano de Acção, com objectivos bem definidos, é o primeiro passo para mudar (para melhor) a sua situação profissional e financeira. Acreditar que se vai concretizar também faz parte do processo. Avance!

VOU SER MAIS ORGANIZADA E PONTUAL
O cérebro precisa de harmonia e organização para nos transmitir segurança. A pontualidade, explica Teresa Marta, coach para a coragem, faz parte dessa organização mental de que o nosso cérebro necessita para "sentir" que tudo está no ritmo certo e que somos donos da nossa própria existência.

PASSE À PRÁTICA:
Verifique se está a atribuir aos outros a razão da sua desorganização e elimine essa desculpa. Elabore um plano semanal ao domingo e comece por definir tarefas simples de concretizar, para evitar deixar alguns pontos por cumprir. Diariamente, antes de se deitar, faça a agenda de véspera. Isto permite ao nosso subconsciente memorizá-las e, assim, entrar no ritmo.

VOU GANHAR MAIS DINHEIRO
Acreditar, logo à partida, que tudo se vai resolver pelo melhor, independentemente da dimensão do desafio, ajuda a aumentar a confiança em si própria e nas suas capacidades, e está a programar a sua mente para que tal aconteça - reforça Sandra Pereira, lifecoach.

PASSE À PRÁTICA:
Comece por escrever exactamente o montante que deseja amealhar e estabeleça um prazo para consegui-lo. Detalhe as várias etapas a percorrer (por exemplo, arranjar uma actividade extra que gere retorno financeiro e negociar horários com as suas chefias) e visualize-se com o objectivo já cumprido, antecipando o que irá ganhar quando alcançar o seu desejo. Esta será a sua motivação ao longa da jornada.

VOU NEGOCIAR A MINHA SITUAÇÃO PROFISSIONAL
Pedir um aumento ou reclamar as folgas que acumulou no último ano podem parecer batalhas difíceis de ganhar, mas já falou com o seu chefe? Definir concretamente o que quer para a sua vida e verbalizá-lo é o primeiro passo para alcançar as suas metas - afirma a lifecoach Sandra Pereira.

PASSE À PRÁTICA:
Defina objectivos reais e alcançáveis, tendo em conta a sua situação actual e marque, finalmente, uma reunião com o seu chefe. Num discurso bem articulado, enumere as suas qualidades profissionais (horas que trabalha, empenho e dedicação) e indique as mais-valias de que a empresa irá beneficiar se atender ao seu pedido, traçando compromissos para o futuro.
DICA:


Tome Nota: Criar metas diárias, no início de cada semana, vai ajudar a realizar as suas tarefas do dia-a-dia sem esforço.



Este artigo faz parte de uma sequência de artigos que fizeram parte da edição de Janeiro da revista Prevenir, na qual participei, para indicar o caminho para realizar os seus desejos neste ano de 2014.
Publico-o agora para que possamos fazer uma reflexão sobre este ano que chega ao fim e sobre os objectivos que traçamos para nós mesmos. Será que os conseguimos concretizar?


Leia os outros artigos "Em 2014, eu consegui...":

Aprender a ser feliz

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Nas minhas sessões de Coaching individuais, todos os dias me confronto com esta questão: “Teresa, como é que se faz? Afinal, quando vou conseguir ser feliz?”. 

A base é: será que a Felicidade se aprende? Sim. Podemos aprender a ser felizes. Mas, para o conseguirmos fazer, temos de deixar para trás as camadas que fomos colocando em cima de nós, as protecções, as grelhas de análise e as crenças limitativas, que, ao invés de nos darem vida, apenas nos separam dela!

Na exigência diária que impomos a nós mesmos (ser perfeito, conseguir ultrapassar obstáculos, ser o colo de toa a gente, manter sempre um sorriso, nunca desistir, não ter tempo para nós, nem para aquilo que gostamos, que nos dá prazer), desvalorizamos as pequenas conquistas, desvalorizamos o que já fizemos, onde já chegámos, esquecemos que somos pessoas. Que somos humanos! Caramba! Somos humanos!

Como humanos que somos, temos direito à felicidade! Porque achar, então, que estamos privados dela? Que a felicidade é algo distante, raramente alcançável? Uma das razões é porque nos esquecemos de sentir. Fugimos de sentir e de ouvir o que o nosso coração tem para dizer. Sim! Tenho de o dizer! Nas primeiras sessões de um processo de coaching, tenho à minha frente apenas Ego. Ego. Ego. Ego! O Ego tem medo. O Coração não tem. O Ego vive para ter. O Coração vive para ser. Mas lá está. Contaram-nos uma história, desde a nossa infância. Uma história muito bem contada. Uma história que nos diz que temos de ter alguma coisa. Temos de ter! Inteligência. Sucesso. Casa. Família estruturada. Beleza. Dinheiro. Focamos a nossa vida em alcançar tudo isso. 
Acreditamos que, se tivermos estamos seguros.


Esqueça! Porque quando a nossa segurança depende daquilo que temos, basta perdermos alguma coisa, por pequena que seja, e passamos a sentir-nos desprotegidos, como medo de não conseguir, com medo de perder ainda mais. Ficamos centrados na dificuldade do momento presente e deixamos para trás a nossa capacidade de acreditar na vida, de acreditar na nossa força infinita para fazer a mudança.

Para sermos efectivamente felizes, é preciso, muitas vezes passarmos pela contingência de não ter nada: passarmos pela “desmaterialização”, praticarmos o desapego. Desde logo, desapegarmo-nos das expectativas que colocaram sobre nós, dos objectivos que perspectivaram para nós. Ao mesmo tempo desapegarmo-nos da ideia de que não somos merecedores. De que nunca somos suficientes. De que o nosso merecimento está dependente do valor que os outros nos atribuem. Nós merecemos! Nós podemos! Nós conseguimos!

Como fazer? Basta ter coragem para deixar ir. Deixar partir. Rendermo-nos. Deixar ir velhos preconceitos, deixar ir as guerrinhas do dia-a-dia, a raiva, a ira, a angústia, o nó no estômago, o medo de falhar, o perfeccionismo, a preocupação do “e se?” e do “como vou conseguir lá chegar?”. Praticar a Coragem de nos assumirmos pelo que somos e não pelo que temos. Deixar ir o passado (o que tivemos e já não temos, o que amámos e que será irrepetível). E deixar fluir, sem medo, o agora. Para isso temos de deixar de lado a culpa e os pensamentos de carência. Deixar de lado o medo do que pode vir a acontecer. Se acontecer (se), cá estaremos para resolver.

A Felicidade torna-se mais próxima de nós quando interiorizarmos, que a única coisa que podemos efectivamente controlar é aquilo que escolhemos sentir face ao que nos acontece. Esta é a base da sabedoria que o nosso coração nos dá!

Siga o que sente! Seja feliz.

Teresa Marta

5 Dicas para fazer Escolhas mais coerentes e alcançar o Equilíbrio

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Se realmente quer começar a cuidar melhor de si, comece por aceitar fazer um trabalho coerente com aquilo que deseja para a sua vida, com aquilo que sente ser a sua identidade e a sua vontade.

Este trabalho significa, desde logo, aceitar que aquilo que pretende desenvolver depende, em primeiro lugar, de si! Significa aceitar que está disposta a não colocar o seu bem-estar na dependência de alguma coisa ou de alguém.

1. CORAGEM PARA SE ESCOLHER EM PRIMEIRO LUGAR
A sua primeira atitude deve ser ter coragem de se escolher em primeiro lugar. Escolher escolher-se irá aumentar a sua consciência de merecimento.

2. DESENVOLVER A CONSCIÊNCIA DE MERECIMENTO
Desenvolva a sua consciência de merecimento identificando quais as suas acções e pensamentos que neste momento representam esforços inúteis. Abandone-os de imediato.

3. ELIMINE SITUAÇÕES QUE LHE SUGAM ENERGIA
Sinta o alívio de não continuar amarrada a situações que lhe retiram energia, que a desgastam e que a fazem questionar sobre a sua capacidade de fazer as melhores escolhas para si.

4. MEXA-SE! QUANDO SE MOVE, AS COISAS COMEÇAM A MUDAR
Dê a si própria a oportunidade de mudar a sua vida para aquilo que quiser. Você merece. Ponha-se a caminho! Para tal, aprenda a respeitar os seus próprios limites fazendo com que aqueles que a rodeiam os reconheçam.

5. DIGA "NÃO" SEM CULPAS
Diga “não” as vezes que forem necessárias. Não se sinta culpada por isso. Não sinta em permanência que se não fizer uma coisa vai quebrar as expectativas que têm sobre si. Estas são crenças enraizadas desde a nossa primeira infância. Mas nós não estamos condenados a permanecer no sistema de crenças dos nossos pais nem nas limitações que nos incutiram. Você é a pessoa que tem de prestar contas a si mesma. É você que conta, em primeiro lugar.

Dicas para Relacionamentos mais Felizes

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Não veja no outro a solução para os seus problemas

Procurar no «outro» as nossas soluções, a nossa completude ou o nosso bem-estar é apenas uma forma de adiarmos o problema. De dizermos: “sozinho não sou nada; sem ti, não consigo”. Quando deveríamos estar a dizer: “sou inteiro, feliz e equilibrado, comigo mesmo”. Ou seja, quando colocamos no «outro» a responsabilidade de suprimir algo em nós, estamos apenas a criar mais insatisfação para todos.
Tome consciência de que o outro não foi feito para si

Estamos em permanência a considerar que tudo o que necessitamos nos pode ser dado por «eles», como se «eles» tivessem sido desenhados à nossa medida. Tomar consciência de que não é assim é um primeiro grande passo para não sentirmos injustiça, incompreensão e ausência de amor por parte dos «outros».
Livre-se do desejo de mudar o outro

Liberte-se da crença que pode, e até deve, mudar o «outro». Desde logo, porque nós não mudamos ninguém e ninguém nos muda a nós. Respeitamos ou não as diferenças do «outro». E o «outro» respeita ou não as nossas diferenças.
Liberte o medo de perder o outro

O medo de perder o outro está na base do insucesso de muitas relações amorosas. Sempre que sentimos receio de perder a pessoa que amamos, devemos começar por perguntar de que temos medo exactamente. De perder o outro ou de não conseguirmos viver connosco? De não ser autónomos? De não conseguirmos liderar a nossa vida sem que o outro esteja nela? Seremos nós suficientes? Ou vivemos na ansiedade de deixar de ser caso, o outro saia da nossa vida?
Respeite a individualidade do outro

Olhar e sentir o «outro» tal como ele é, sem mais nem menos, com a sua individualidade. Este é o verdadeiro sentido de uma relação amorosa equilibrada. Sempre que tentamos acrescentar ou retirar alguma coisa ao outro, estamos a fazer com que se transforme em algo que não é. E isso, mais tarde ou mais cedo, vai correr mal. Como refere Erich Fromm, “O respeito implica a preocupação de que a outra pessoa cresça e se desenvolva tal como é. Implica a ausência de exploração”, ou seja, a ausência de condicionamento.
Ame, começando por Si

Brinque mais, ria mais, cuide mais, perdoe mais, respeite mais, ame mais! Mas lembre-se de começar por Si.

Dicas para a Felicidade

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Praticar a Aceitação

Se pretende fazer alguma mudança estrutural na sua vida, comece por aceitar o que é e quem é neste preciso momento. Mesmo que isso signifique aceitar algumas partes de si que não considere tão interessantes, ou que não lhe agradem, tudo o que é neste momento é a matéria que lhe vai permitir alavancar a mudança que deseja fazer. Mais: aceitar o que a vida nos tem colocado no caminho, caso não seja algo de positivo, não é uma condenação nem um acto de submissão. Trata-se apenas da base para trabalharmos no sentido de percebermos porque continuamos mergulhados em processos que não gostamos.
Mergulhar nos nossos medos

Mergulhar nos nossos medos, naquilo que mais tememos pode parecer aterrador, mas é indispensável para que se revelem todas as bênçãos que procuramos e que não conseguimos alcançar. Como diz o ditado “depois da tempestade vem a bonança”. No entanto, para que a mesma ocorra é necessário que enfrentemos a tempestade. É necessário enfrentarmos o que pensamos ser impossível. Paradoxalmente, qualquer transformação que sinta ser a mais difícil é a que mais precisa de fazer para que a mudança positiva se manifeste.
Acreditar no timing dos processos

As soluções que procuramos estão normalmente mais perto do que pensamos. No entanto, não as vemos pois estamos muito preocupados e concentrados no que se vai passar e como se vai passar mais à frente, no futuro. Antes pois de fazer planos sobre como as coisas virão até si, tente perceber se as respostas que procura já não se encontram perto de si. Perdemos tantas oportunidades por estarmos focados naquilo que pode vir a acontecer! Os processos têm os seus timings. Confie na sua intuição para decidir quando se pode deixar guiar por eles. Pacifique o seu Coração.
Abrace a mudança

Por vezes sentimos que as mudanças que desejamos tendem a demorar. Na grande maioria das vezes em que isso acontece, não vemos as respostas porque efectivamente, não estamos dispostos a mudar. Se fizermos as mudanças necessárias, as respostas que procurávamos surgem mesmo à nossa frente.
Agir com consequência

“Não estou psicologicamente preparado!”, “Não vale a pena, já não vou chegar a tempo”, “Amanhã estará a temperatura ideal para fazer isso, hoje não”. Se estas razões lhe surgem frequentemente na cabeça para não fazer o que planeia, significa que a sua acção não tem consequência. É vazia. E como tal nunca lhe trará o retorno esperado. Se as acções que planeamos fazer são de facto importantes para o nosso crescimento pessoal, continuar a adiar, por muito válido que o nosso cérebro considere serem as razões, só nos traz tristeza e culpa para connosco próprios. E ninguém pode ser feliz assim!

Dicas para cuidar melhor de Si

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NÃO COLOQUE O SEU BEM-ESTAR NA DEPENDÊNCIA DE ALGUMA COISA OU ALGUÉM
Se realmente quer começar a cuidar melhor de si, comece por aceitar fazer um trabalho coerente com aquilo que deseja para a sua vida, com aquilo que sente ser a sua identidade e a sua vontade. Este trabalho significa, desde logo, aceitar que aquilo que pretende desenvolver depende, em primeiro lugar de si! Significa aceitar que está disposta a não colocar o seu bem-estar na dependência de alguma coisa ou de alguém.



ESCOLHA-SE A SI MESMA EM PRIMEIRO LUGAR
A sua primeira atitude deve ser ter coragem de se escolher em primeiro lugar. Escolher escolher-se irá aumentar a sua consciência de merecimento.



AUMENTE A SUA CONSCIÊNCIA DE MERECIMENTO
No desenvolvimento da consciência de merecimento é essencial que identifique quais as acções que neste momento representam esforços inúteis para si. Abandone-as de imediato e sinta o alívio de não continuar amarrada a situações que lhe retiram energia, que a desgastam e que a fazem questionar a sua capacidade de fazer as melhores escolhas para si. Isto significa dar-se a si própria a oportunidade de mudar a sua vida para aquilo que quiser. Você merece!


RESPEITE OS SEUS LIMITES 
 Aprenda a respeitar os seus limites fazendo com que aqueles que a rodeiam os reconheçam. Diga “não” as vezes que forem necessárias. Não se sinta culpada por isso. Não sinta em permanência que se não fizer uma coisa vai quebrar as expectativas que têm sobre si. Estas são crenças enraizadas desde a nossa primeira infância. Mas nós não estamos condenados a permanecer no sistema de crenças dos nossos pais nem nas limitações que nos incutiram. Você é a pessoa que tem de prestar contas a si mesma. É você que conta, em primeiro lugar.

Dicas para Diminuir o Stress

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Assuma que tem medos

Se quer diminuir o seu stress relativo ao vazio existencial, deve começar por assumir os seus medos ao invés de adoptar comportamentos que o impedem de contactar com a realidade. Deverá aceitar os seus medos como parte integrante de si, como ajudas preciosas para colocar limites contra actividades e pessoas que a possam estar a usar, a inibir ou a controlar a sua capacidade inata de resistir, de dar a volta por cima.

Aceite as suas ambiguidades

Aceitar que os nossos medos nos angustiam, provocando-nos situações limite incluindo stress e traumas, significa aceitar a nossa ambiguidade, a nossa humanidade. Aceitar que de facto nós não somos nem tudo bom, nem tudo mau, mas um conjunto harmonioso de muitas características.

Identifique o seu medo

Aceitar que temos medo é pois a primeira atitude a tomar quando nos sentimos em stress. E a pergunta a fazer deverá ser: “Afinal, estou com medo de quê?”. Talvez venha a descobrir que aquilo de que tem medo existe apenas na sua mente. Ou que é algo contornável, desde que tome determinadas acções e atitudes. Como tal, ponha-se a caminho!

Para ser mais feliz

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Seja honesta consigo
Ser honesto com aquilo que sentimos e desejamos é um dos caminhos mais eficazes para sermos felizes. Este processo é complexo, mas pode simplificá-lo assumindo, de uma vez por todas, o respeito pela sua verdade interior. Seja honesta e assuma o que é melhor para si.

Não se culpabilize
A culpa é algo que tem de aprender a deixar para trás, se quer ser feliz. A culpa não serve para nada! Apenas para nos sobrecarregar de angústia, de vazio e de tristeza. Aquilo que fez, e que está a gerar essa culpa, fê-lo o melhor que sabia, nas condições e com os conhecimentos que tinha na altura.

Não recei o que é novo
Não podemos ser felizes se permanecemos amarrados a esqueletos antigos, que não nos deixam seguir em frente. Não tenha receio de percorrer caminhos novos. Buscar o que ainda não alcançou traz-lhe uma sensação de liberdade incrível! E, dessa liberdade pessoal também nasce a felicidade.

Pare de tentar fazer de tudo para agradar aos outros
Não se sinta condicionada e obrigada a dizer “Estou bem”! “Está tudo bem!”, quando a resposta que lhe apetece dar é: “Não estou nada bem, sinto-me triste, não sei o que tenho”. Você está a viver a sua vida, não a vida dos outros.

Permita-se sentir a alegria
Não procure incessantemente um estado pleno de felicidade. Sinta os momentos de alegria e permita-se vivê-los. Quanto mais permitir que a alegria invada a sua vida, mais feliz se sentirá. Esteja plenamente no momento.

Não seja escrava na sua própria vida
Estamos sempre à procura do melhor emprego, da melhor casa, do melhor carro, da melhor companhia, da melhor condição social. Somos escravos da nossa procura infindável. Será que somos felizes nesta azáfama? Ela torna-nos mais confiantes? Aumenta a nossa auto-estima? Ou será que aumenta a nossa insegurança e o nosso medo de não sermos suficientes? Se assim for, tenha a coragem de parar esta corrente.

Ouça o seu coração
Se por alguma vez já se sentiu perdida na sua busca da Felicidade, talvez seja conveniente permitir-se alguns luxos, um dos quais o de abrandar e reflectir naquilo que realmente procura. Talvez esteja a procurar algo que já tem, que já existe em si mas que não vê, tal é a correria em que transformou os seus dias. Fique perto da voz do seu coração. Alinhe-se com ele. Ouça a sua sabedoria.