Teresa sem medo: existência
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A vida que desejamos!

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“Como está a minha vida?”, “E no próximo ano como estarei?”, “Estarei feliz?”. Estas são perguntas difíceis de responder. Porque são Existenciais: respeitam ao próprio Ser. Ao Eu. Ou seja, à forma como nos vemos hoje e como nos projectamos no futuro.


Quando não conseguimos projectar aquilo que desejamos ser, limitamos a linha temporal da nossa existência. E quando não temos planos para a vida, a vida deixa de ter planos para nós. A nossa motivação baixa e a nossa frustração aumenta. Deixamos de atribuir significado à vida. Pior: por vezes passamos a atribuir à vida um significado negativo. E. Minkowski (1968) chamou a este fenómeno “Doença do Tempo”. É como se nós bloqueássemos o nosso próprio caminho, o nosso próprio devir.


Isto não significa que vivamos os nossos dias preocupados com o futuro. Nem significa deixar de viver o presente, pois é nele que a vida acontece.

Projectar a nossa vida significa criar continuidade. Imaginar aquilo que desejamos para nós. Criar a nossa estória. Ser capaz de usar tudo o que nos acontece, as coisas boas e as menos boas, como passos necessários no nosso caminho. Para isso temos de saber para onde queremos ir. E que vida desejamos ter.

Nós conseguimos mudar o significado que damos aos acontecimentos negativos. Para tal, temos de usá-los como passos para algo melhor. Para algo maior. E não como barreiras que se instalaram para sempre. Quando nascemos, no minuto zero, não víamos problemas em nada! Então, quem nos mudou? O que nos mudou? E nós deixámos? Será que neste momento ainda precisamos continuar a abdicar do nosso poder pessoal?

Temos a capacidade infinita de transformar a nossa vida, na vida que desejamos. 
E podemos começar já!

Teresa Marta


DICAS PARA TER A VIDA QUE DESEJA:
Clique nos títulos abaixo para seguir o link e explorar as Dicas listadas:



Encontrar um sentido para o sofrimento

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Encontrar um sentido para o que vivemos e sentimos. Sem culpas nem julgamentos. Vivendo a existência, cada momento, aceitando que, independentemente do que possa estar a acontecer, tudo se está a passar no ritmo e no tempo certos.

Mais que vivermos em stress permanente pelo que ainda temos de fazer, pelo que não fizemos ontem, nem antes de ontem, nem nos anos que passou, aprendamos a criar em cada dia espaço para encontrar um sentido para a nossa vida.

Para isso, temos de nos escutar. Temos de sentir. Temos de contactar com o que de mais íntimo temos em nós. Temos de deixar vir "cá para fora" as mensagens que todos os dias anulamos por nos parecerem "sem sentido". Ou muito radicais para o momento. Ou muito desafiantes. Ou que nos colocam em zonas de desconforto.

Homem busca sentido livro

Viktor Frankl, Psicoterapeuta, viveu quatro anos em campos de concentração nazis, durante a II Guerra Mundial. Perdeu o pai, a mãe e a mulher, grávida do seu primeiro filho. Só percebeu isso quando voltou a casa e lhe contaram a estória, para além da História. Frankl, sobreviveu às condições que passou nos campos de concentração. Conta a sua estória num fantástico livro "Um homem em busca de sentido.", que vivamente aconselho.

Frankl conta que foi salvo por ter encontrado um sentido para o sofrimento que viveu. E o sentido era manter-se vivo, pois precisava de ajudar outros prisioneiros a, também eles, encontrarem o seu sentido. Um sentido para o que viviam.

Talvez valha a pena olhar um pouco mais atentamente para aquilo que estamos agora a viver. Tentando entender que sentido maior podemos daí retirar. E fazê-lo com um imenso respeito pelo que verdadeiramente sentimos e desejamos.Esta capacidade imensa de transformar o que nos está a acontecer, por muito negativo que seja, em pontos de resiliência, de resistência, é uma capacidade emocional inata. Está em nós. Independentemente das nossas circunstâncias.

Teresa Marta