Teresa sem medo: depressão
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Como “desligar” durante as férias?

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Finalmente de férias!
No entanto, que tanto planeámos, os nossos dias de descanso, afinal, não nos descansam! Devíamos estar a sentir-nos felizes, leves e libertas! Mas não estamos!


Que impacto tem na nossa saúde e no nosso bem-estar não conseguirmos desligar do trabalho, mesmo quando estamos de férias?

Ir de férias pode de facto causar-nos mal-estar ao ponto de podermos mesmo ter sintomas físicos como distúrbios gastro-intestinais, febre ligeira e dores musculares.

Esteja atenta a sinais de alerta como: sentimentos de angústia e de ansiedade por ir de férias, que se intensificam nas vésperas da data marcada. Cansaço quando está sem fazer nada. Não conseguir descansar. Necessidade de interromper as férias. Irritabilidade, falta de paciência para os outros, necessidade de comer mais do que o habitual, fortes dores de cabeça, descontrole do ciclo menstrual e perturbações do ciclo do sono/vigília.


Porque não conseguimos deixar de sentir stress, nem desligar do trabalho, quando estamos de férias?

Porque sofremos por um tipo muito especial de stress: o “stress do vazio”.
O stress que ocorre quando simplesmente não temos obrigações para cumprir, objectivos a atingir e marcações na agenda.

São sentimentos que resultam de um conjunto de factores, nomeadamente: o facto do nosso conceito de valor pessoal resultar daquilo que fazemos e do que possuímos (cargo, prestígio, dinheiro, bens materiais, amizades, companhia). O facto do ócio ter sido algo a que não fomos habituadas. O facto de nos terem ensinado que descansar é algo a que não nos devemos permitir, algo improdutivo, pouco sério e pouco útil à sociedade. O facto de podermos usar o nosso trabalho como tábua de salvação para os nossos problemas emocionais, relacionamentos insatisfatórios, solidão, sensação de desamor ou falta de objectivos pessoais.

Em todos estes pontos o trabalho é sentido como o refúgio que nos ajuda a enfrentar o que de menos bom acontece na nossa vida. Quando crescemos com a ideia de que o nosso valor pessoal depende da nossa produtividade precisamos do nosso trabalho para nos sentimos seguras: em relação a nós e em relação aos outros.

Clique aqui para conhecer 13 Estratégias para Conseguir “Desligar” durante as Férias


Este artigo foi originalmente escrito por Teresa Marta, para ser publicado na revista Prevenir, na sua edição de Agosto de 2015.

Blue Monday

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Nunca acreditei nas Blue Mondays! Ponto!
Há teorias para tudo e teorias para nada.
Eleger, através de uma fórmula matemática, um dia que se supõe ser o mais triste do ano, é, no mínimo, juntar todo o Rossio dentro de uma Chávena no Café Nicola! Não cabe!
As emoções são o que são. E no dia que as emoções e os sentimentos sejam matematicizáveis, despeço-me do Coaching e da Psicoloterapia!

Sabemos, claro, que esta fase do ano é mais dada a estados depressivos e ansiosos. São vários os motivos: o frio, as poucas horas de sol, a humidade dos nevoeiros e o aumento da pressão atmosférica, são algumas das razões climáticas para o estado energético mais frágil que atravessamos.
E sabemos também, que os comportamentos mais leves que tivemos no final do ano e no início do outro, nos levam a maiores desafios, com a entrada "a doer", num longo Janeiro de 31 dias, sem feriados e com umas quantas contas extra para pagar. Tudo isto é verdade. Mas tudo isto não pode ser somado num conjunto de números e cálculos que signifiquem tristeza e depressão num dia em concreto!

Se as segunda são tristes, alegres, esperançosas, desmotivantes ou angustiantes, depende, mais uma vez, de nós! Sempre de nós! Por tudo o que fizemos antes. Por tudo o que deixámos de fazer. Por tudo o que nos fizeram e por tudo o que deixámos que nos fizessem!

Vamos lá a acreditar na nossa infinita capacidade de mudança!
Amanhã é terça! E o resto são dias para continuar a concretizar aquilo que desejamos.

Sem culpa. Nem desculpa!
Teresa Marta

A Teresa Responde:
Viver com Amor é viver sem Medo?

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Só quem já se mudou pode ambicionar contribuir para o processo de mudança do outro. Quem me conhece sabe que já passei por vários processos de mudança. Processos, por vezes, bem difíceis.

Não tive uma vida fácil, nem familiar, nem financeira, nem mesmo, a dada altura, em termos de saúde. Talvez por isso seja, para mim, mais simples entender aquilo que são as dores emocionais dos outros. E talvez por isso, seja simples para mim devolver esperança para quem já a perdeu.

Não sou melhor que ninguém, sou apenas uma pessoa em caminho, com tudo o que isso significa. Por isso, continuo aqui a ouvir-vos, no Teresa Sem Medo. E por isso, decidi prolongar a ação A Teresa Responde. Para poder também contribuir para o vosso processo de mudança.


Abaixo pode encontrar os novos vídeos de resposta às questões que me foram colocando na página:

Viver sem Medo é viver com Amor?



Qual a estratégia para me libertar das coisas que fazem mal, mas nas quais persisto?



Como desbloquear a minha vida profissional para me sentir realizada?



Sou depressiva-compulsiva. Como me posso livrar deste tormento?



Desde o dia 18 de Julho de 2014, estivemos a recolher as suas dúvidas existenciais, os seus bloqueios e frustrações, na página de Facebook do Teresa Sem Medo. De todas as questões submetidas em comentário aos posts, a Teresa Marta escolheu cinco para responder durante o mês de Agosto. Depois do sucesso da primeira fase, este artigo pretende publicar os vídeos do prolongamento da acção, até ao dia 30 de Setembro.

 As primeiras respostas estão todas aqui, em vídeo.