Teresa sem medo: Decisões
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5 Dicas para fazer Escolhas mais coerentes e alcançar o Equilíbrio

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Se realmente quer começar a cuidar melhor de si, comece por aceitar fazer um trabalho coerente com aquilo que deseja para a sua vida, com aquilo que sente ser a sua identidade e a sua vontade.

Este trabalho significa, desde logo, aceitar que aquilo que pretende desenvolver depende, em primeiro lugar, de si! Significa aceitar que está disposta a não colocar o seu bem-estar na dependência de alguma coisa ou de alguém.

1. CORAGEM PARA SE ESCOLHER EM PRIMEIRO LUGAR
A sua primeira atitude deve ser ter coragem de se escolher em primeiro lugar. Escolher escolher-se irá aumentar a sua consciência de merecimento.

2. DESENVOLVER A CONSCIÊNCIA DE MERECIMENTO
Desenvolva a sua consciência de merecimento identificando quais as suas acções e pensamentos que neste momento representam esforços inúteis. Abandone-os de imediato.

3. ELIMINE SITUAÇÕES QUE LHE SUGAM ENERGIA
Sinta o alívio de não continuar amarrada a situações que lhe retiram energia, que a desgastam e que a fazem questionar sobre a sua capacidade de fazer as melhores escolhas para si.

4. MEXA-SE! QUANDO SE MOVE, AS COISAS COMEÇAM A MUDAR
Dê a si própria a oportunidade de mudar a sua vida para aquilo que quiser. Você merece. Ponha-se a caminho! Para tal, aprenda a respeitar os seus próprios limites fazendo com que aqueles que a rodeiam os reconheçam.

5. DIGA "NÃO" SEM CULPAS
Diga “não” as vezes que forem necessárias. Não se sinta culpada por isso. Não sinta em permanência que se não fizer uma coisa vai quebrar as expectativas que têm sobre si. Estas são crenças enraizadas desde a nossa primeira infância. Mas nós não estamos condenados a permanecer no sistema de crenças dos nossos pais nem nas limitações que nos incutiram. Você é a pessoa que tem de prestar contas a si mesma. É você que conta, em primeiro lugar.

Escolhas Equilibradas

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Se o seu padrão é ficar à espera que a escolham, possivelmente acabará por concluir que está a deixar de liderar a sua vida.

Prefere fazer as suas opções ou sente-se mais confortável quando optam por si? Gosta mais de escolher ou que a escolham? Estas perguntas, aparentemente simples, podem tornar-se muito angustiantes, nomeadamente quando estamos a enfrentar dilemas difíceis de resolver.

Isso não é bom nem é mau. É apenas, e mais uma vez, uma escolha que fazemos. E as escolhas que fazemos ditam a nossa qualidade de vida.

A questão é que, mesmo quando escolhemos não escolher, já estamos a fazer uma escolha. Mesmo quando nos mantemos num emprego que não gostamos ou numa relação que não nos dá alegria, estamos a escolher ficar aí. Por muito que o nosso cérebro nos diga que não, que estamos em determinado sítio ou com determinada pessoa porque somos obrigados, porque não temos alternativa ou porque é melhor aceitar as condições, que algo melhor virá, mesmo assim, estamos a escolher.

A forma como escolhemos é pois determinante para o nosso equilíbrio. No entanto, raramente as escolhas que fazemos são em função daquilo que efectivamente é melhor para nós. Escolhemos, muitas vezes, em função do que é melhor para que os outros nos aceitem como iguais. Resumindo, raramente nos escolhemos a nós mesmos, antes de escolhermos qualquer coisa, situação ou pessoa.

A forma como exercemos o nosso poder de escolha reflecte pois o modo como nos tratamos e revela muito sobre a nossa auto-estima e a forma como nos vemos. De facto, começamos a ganhar qualidade de vida quando nos tratamos bem, quando cuidamos de nós. Quando nos estimamos.

Colocar-se no centro não é um acto de egoísmo. É, ao contrário, um acto de equilíbrio emocional. Um acto de coragem que melhora a sua vida, o seu bem-estar, a sua auto-estima. E isso faz com que você consiga melhorar a vida dos que o rodeiam. Só quem se compromete genuinamente consigo mesmo consegue estabelecer um compromisso com os outros. No fundo, esta atitude significa perguntar: “o que é que eu inspiro aos outros com a minha presença?”.

Não seremos nós o poder de que andamos à procura?

Teresa Marta


DICAS PARA FAZER ESCOLHAS MAIS COERENTES E ALCANÇAR O EQUILÍBRIO:
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Desenvolver a Resiliência

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Porque é que pessoas de poucos recursos económicos e educacionais, face a circunstâncias adversas, conseguem dar a volta por cima? Enquanto outras, por vezes com grandes capacidades financeiras e “intelectuais”, desistem ou caem facilmente perante os problemas?
Essa diferença chama-se Resiliência.

A Resiliência é algo que nenhum status nos pode dar, constituindo uma aptidão humana fundamental.

Vai-se andando! Mais ou menos! Não está fácil! 
Se estas são algumas das suas respostas típicas, está na altura de trabalhar a sua Resiliência. Isto é, de fortalecer a sua capacidade de enfrentar os acontecimentos menos bons reagindo de forma positiva às adversidades.

A Resiliência é uma competência emocional básica e um dos recursos mais úteis para reformular padrões negativos de comportamento, permitindo-nos olhar a vida e os seus acontecimentos de forma positiva. Mesmo quando sente caos, insegurança, medo, frustração, mudança e incerteza você consegue segurar-se se for resiliente.

Aumentar a Resiliência permite-lhe desenvolver o pensamento colateral (também designado por pensamento criativo), isto é, encontrar soluções onde outros vêem problemas, pensar de forma um pouco ao lado descobrindo caminhos simples para problemas complexos.

Será que conseguimos tornar-nos mais resilientes? SIM! Embora nos pareça o contrário, somos nós que nos fazemos: em cada decisão que tomamos, quando optamos ou sempre que, não optando, ficamos parados deixando que os outros optem por nós. Como disse Jean-Paul Sartre, não importa o que fizeram connosco, mas aquilo que conseguimos fazer com o que fizeram de nós.

Teresa Marta


DICAS PARA AUMENTAR A SUA RESILIÊNCIA:
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A Resiliência é fundamental para enfrentar a fase em que vivemos!

Vamos a isso!

Dicas para aumentar a sua Resiliência

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ACREDITAR QUE É POSSÍVEL 
Acreditar que é possível dar a volta por cima é o primeiro pensamento que deve cultivar. Mesmo sentido que a situação concreta não depende de si, ou apenas de si, pode sempre fazer algo para mudar as circunstâncias. Se de todo não puder mudar nada talvez possa olhar para o problema de outra forma. Esta atitude mental pode marcar o início de uma solução.

NÃO ADIE DECISÕES 
Pode também aumentar a sua Resiliência não adiando decisões. Adiar é o primeiro passo para deixar os acontecimentos dominarem a sua vida e não ser você a dominar os acontecimentos. Com isso estagnamos. Perdemos a confiança em nós mesmos. Começamos a acreditar que não somos capazes. E vamos adiando tudo na nossa vida. Começando por aquilo com que sonhamos.

IDENTIFIQUE OS SEUS RECURSOS 
Faça uma lista dos seus recursos, isto é, de todos os pontos onde alguma vez se saiu bem, onde tenha conseguido superar obstáculos. Este será o seu guia sempre que necessitar de ir buscar forças. Passar no exame de condução, ter perdido o medo de nadar fora de pé, conseguir fazer aquele relatório que julgava impossível… Você já mostrou ser capaz imensas vezes!

VEJA O ERRO COMO ALGO POSITIVO 
Treine a sua capacidade de ver o erro como algo positivo. Assumir o erro como aprendizagem é excelente para verificarmos que é possível dar a volta por cima. Enfrente as suas limitações. Se nunca as enfrentar, nunca vai saber se teria sido capaz. E, lá à frente, irá pensar em tudo o que perdeu por ter ficado acomodado às suas limitações, ou pior, à ideia de que tinha limitações.

SUPERE METAS 
Finalmente é importante que estabeleça metas pessoais e que as tente superar (até quando vou fazer isto ou conseguir aquilo? Como o vou fazer?).

NÃO DESISTA À PRIMEIRA 
Seja perseverante. Vai sentir medo muitas vezes. Vontade de desistir. Resista à tentação de desistir. Ou de dizer que faz mais tarde. Por isso, ter um plano de acção pessoal é muito importante para que consiga crescer com os momentos negativos ao invés de se deixar inundar por eles. Confiando em si e nas suas capacidades inatas.

A Resiliência é fundamental para enfrentar a fase em que vivemos!

Vamos a isso!

Libertar o que nos faz mal

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Tive a sorte de crescer no campo. E a essa sorte juntei a de ser filha única de um pai que gostaria de ter tido um filho. Bem cedo, o meu pai cativou-me para as coisas mais comuns que naquela altura os rapazes faziam. Os rapazes que cresciam no campo, claro. Como tal, logo me afastei das tarefas domésticas que, aliás, sempre achei enfadonhas.

Embora o meu pai não fosse agricultor, aprendi com ele os segredos de tarefas agrícolas. Entre elas, sempre fui apaixonada pela época de podar a vinha e as árvores de fruto. Ficava vidrada naquela destreza de cortar troncos pelo sítio certo. Pelo local ideal. No início fazia-me impressão ver a terra coberta de galhos sem vida. Imensos troncos deitados fora! Parecia que o meu pai mutilava as árvores. Mas, mais tarde, nasciam os rebentos novos, as primeiras folhas, as primeiras flores e os esperados frutos. E toda aquela tarefa de deitar fora troncos e galhos fazia sentido.

Se é muito pesado, deixe ir!


O que é que a poda tem a ver com bem-estar existencial? Com paz e felicidade? Acho que tem tudo! Quando podamos uma árvore estamos a eliminar matéria que já não faz falta à árvore. Que já não contribui para o seu crescimento harmonioso, que já não a faz dar os melhores frutos. Estamos a libertar a árvore do peso que não a permite prosperar.


Connosco passa-se exactamente o mesmo! De quando em vez, é necessário libertarmos o que já não serve o nosso propósito, o que nos impede de crescer, o que nos torna tristes e que nos rouba energia.  Isto, significa deixar ir coisas, pessoas e situações que sabemos já não servirem para nada a não ser para nos mostrar que sem elas seríamos mais felizes. Em termos existenciais, libertarmos estes “troncos velhos” da nossa vida significa respeitar a nossa Singularidade e tomar consciência das nossas prioridades e daquilo que realmente é importante para nos sentirmos equilibrados.

Teresa Marta


DICAS PARA LIBERTAR O QUE LHE FAZ MAL:
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7 Dicas para Libertar o que lhe Faz Mal

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1. IDENTIFIQUE O QUE O PERTURBA
Identifique quais os aspectos da sua vida relativamente aos quais sente que está a perder a sua alegria. Em aspectos está a deixar para trás os seus valores e as suas prioridades? Onde está a deixar esquecido o seu Eu?


2. NÃO INVENTE DESCULPAS PARA NÃO MUDAR
É natural que encontre imensas desculpas para ficar dependente daquilo que aprendeu como sendo correcto. Viver no conforto do conhecido é de facto mais agradável do que fazer rupturas para ir em busca de algo que, regra geral, não faz sentido para os outros. Mas o importante é que faça sentido para Si. Se uma situação, pessoa ou local lhe retiram a energia, está na altura de mudar!    


3. NÃO TENHA MEDO DA OPINIÃO DOS OUTROS
Neste processo de resgate da sua alegria vai sentir-se avaliado. Não desista! Pode estar a fazer algo incómodo mas não está a fazer nada de errado. Recorde que o Tempo é limitado. Por isso, devemos desenvolver acções com propósito: acções que estejam em sintonia com aquilo que é o sentido da nossa vida, mais do que viver no sentido da vida dos outros, sejam eles quem forem.


4. NÃO ADIE DECISÕES
Se é para cortar, corte! Se é para iniciar, inicie! Não prolongue as coisas para além do limite do desejável, nem as antecipe, ao ponto de comprometer o seu sucesso. Ouça-se! Saberá qual o melhor momento para agir. Mas tem de o fazer.


5. SEJA COERENTE
Seja coerente entre o que diz e o que faz. A falta de coerência entre discurso e acção leva-nos a comportamentos de culpa, de auto-punição e de falta de confiança nas nossas capacidades pessoais.


6. LIVRE-SE DO ACESSÓRIO
Livrar-se do acessório permite focalizar-se naquilo que é realmente importante para o objectivo traçado. Permite-lhe fazer as mudanças que realmente deseja na sua vida. Se sente que é acessório, porque o mantém? Porque se foca nisso? Porque deixa para trás o mais importante e avança com aquelas coisas simples e fáceis para si, que não geram mudanças significativas?


7. NÃO TENHA MEDO
Não tenha medo de ser incompreendido nem do julgamento dos outros. É impossível agradarmos a toda a gente. Quando ficamos presos àquilo que podem ou não pensar de nós, ficamos presos a uma vida que não nos preenche nem nos faz felizes. Anule pois aquelas situações em que sente que vai fazer algo para “parecer bem”. Centre-se em fazer aquilo que sente ser importante para aumentar a sua auto-estima e o seu amor-próprio. Liberte-se de viver em função de!

Escolher-se a si mesma

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E, mesmo quando escolhemos não escolher, já estamos a fazer uma escolha. Mesmo quando nos mantemos num emprego que não gostamos ou numa relação que não nos dá alegria, estamos a escolher ficar aí. Por muito que o nosso cérebro nos diga que não, que estamos em determinado sítio ou com determinada pessoa porque somos obrigados, porque não temos alternativa ou porque é melhor aceitar as condições, que algo melhor virá, mesmo assim, estamos a escolher.

Escolher-se a si própria Prefere fazer as suas opções ou sente-se mais confortável quando optam por si? Gosta mais de escolher ou que a escolham? 

Estas perguntas, aparentemente simples, podem tornar-se muito angustiantes, nomeadamente quando estamos a enfrentar dilemas difíceis de resolver.


Se o seu padrão é ficar à espera que a escolham, possivelmente acabará por concluir que está a deixar de liderar a sua vida. Isso não é bom nem é mau. É apenas, e mais uma vez, uma escolha que fazemos. E as escolhas que fazemos ditam a nossa qualidade de vida.

A forma como escolhemos é pois determinante para o nosso equilíbrio. No entanto, raramente as escolhas que fazemos são em função daquilo que efectivamente é melhor para nós. Escolhemos, muitas vezes, em função do que é melhor para que os outros nos aceitem como iguais. Raramente nos escolhemos a nós mesmos, antes de escolhermos qualquer coisa, situação ou pessoa.

A forma como exercemos o nosso poder de escolha reflecte o modo como nos tratamos e revela muito sobre a nossa auto-estima e a forma como nos vemos. De facto, começamos a ganhar qualidade de vida quando nos tratamos bem, quando cuidamos de nós. Quando nos estimamos.

Teresa Marta

DICAS PARA CUIDAR MELHOR DE SI: