Teresa sem medo: Dicas da semana
Mostrar mensagens com a etiqueta Dicas da semana. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dicas da semana. Mostrar todas as mensagens

Dicas: Como Praticar o Desapego?

Comente este artigo

“Desapegar” é desconfortável pois obriga a contactar com aquilo que nos dói. desapego é uma atitude e resulta da nossa capacidade para ultrapassar o medo da insegurança e da carência.

Veja abaixo algumas dicas para o ajudar a Praticar o Desapego.

Como Praticar o Desapego?


  1. Valorizar menos as expectativas que os outros têm sobre si e os objectivos que lhe colocam. As contas finais da sua vida são dadas por si, a si mesma! 

  2. Treinar o merecimento libertando a ideia de que aquilo que merece depende do valor que os outros lhe atribuem. 

  3. Ser menos perfeccionista deixando ir a ideia de que nunca é suficiente. 

  4. Identificar os pesos que a sua vida tem e se ainda precisa deles para ser feliz. Perceba se aquilo que carrega como importante para a sua sobrevivência não é algo pelo qual está a pagar um preço elevadíssimo. 

  5. Permita-se ser quem é e como é e liberte a necessidade de controlar o que os outros são.

  6. Comece por se desapegar de coisas simples: diminuir o número de cafés por dia; a quantidade de vezes que troca de mala ou de sapatos; os pequenos-almoços fora; o último gadget; levar o carro até à porta do emprego. Aos poucos vai começar a sentir-se melhor pois está usar a força do fazer para se desapegar de coisas que afinal até pode prescindir. 


COMO DESAPEGAR-SE...

…de bens materiais?
Praticar o desapego de bens materiais exige coragem para nos assumirmos pelo que somos e não pelo que temos. Um bom exercício é reduzir as nossas necessidades e perceber que, mesmo vivendo com menos, sobrevivemos. Este exercício permite-nos resgatar a fé na nossa capacidade criativa e no nosso potencial de mudança. Muitas vezes vivemos situações de dependência material às quais nos apegamos porque deixamos de acreditar na nossa capacidade de mudar, de fazer algo diferente, de seguir sem o apoio das pessoas habituais. Todas estas são estratégias que a nossa mente percepciona como confortáveis pois não nos obrigam a ir para o desconhecido. Ter menos bens materiais não nos deve preocupar. O que deve preocupar-nos é perdermos a vontade própria, a resiliência e a capacidade de acreditar no nosso potencial e na nossa força criativa.

…de sentimentos negativos?
Os nossos sentimentos resultam daquilo que pensamos. Como tal, para agir sobre a forma como se sente tem de agir primeiro sobre a forma como pensa, sobre aquilo que pensa. Praticar o desapego relativo a sentimentos negativos significa estar consciente de que a única coisa que podemos efectivamente controlar é a escolha do que sentimos face ao que nos acontece. Esta é a base da sabedoria emocional. Tudo o resto é apego a velhas fórmulas que já testámos e que já não nos servem para nada. Seja honesta com aquilo que sente. Este processo é complexo, mas pode simplificá-lo assumindo, de uma vez por todas, o respeito pela sua verdade interior. Seja honesta e assuma o que é melhor para si. Isso fará com que os sentimentos negativos fiquem cada vez mais longe.

…de pessoas?
A maioria das situações que nos prendem são de natureza relacional: “não consigo viver sem esta pessoa”, “não consigo seguir em frente sozinha”. Um dos melhores exercícios que pode fazer para se desligar de pessoas que já não contribuem para o seu bem-estar é fazer o exercício do “regresso à origem”. Isto é: antes de existir a pessoa da qual tem de se afastar já era pessoa. Já tinha a sua vida. Bem ou mal, existia, produzia, crescia e avançava. Trabalhe o amor e a aceitação por si mesma. Quanto mais se aceitar e acreditar em si, mais as circunstâncias lhe parecerão simples e as soluções possíveis. Porque as situações ficarão a depender cada vez mais de si e não daquilo que os outros possam ou não fazer. Logo, ficará menos presa ao que a envolve e mais ligada à sua vontade pessoal.

…do passado?
O desapego relativo ao passado (face ao que tivemos e já não temos, face ao que amámos e que será irrepetível, face à culpa e à perda) ultrapassa-se com aceitação. Para tal, anule a crítica e a culpabilização. O que passou está lá. Aceite-se como é agora e as circunstâncias como se apresentam. Só aceitando a situação presente, sem fugir, pode construir algo diferente para o seu futuro. Tenha orgulho em si e na sua história. Apesar de tudo o que possa estar a sentir, foi ela que a fez chegar aqui. Não podemos ser felizes se permanecemos amarrados a esqueletos antigos, que não nos deixam seguir em frente. Não tenha receio de percorrer caminhos novos. Buscar o que ainda não alcançou traz-lhe uma sensação de liberdade incrível! E, dessa liberdade pessoal também nasce a felicidade. A culpa é algo que tem de aprender a deixar para trás, se quer ser feliz. A culpa não serve para nada! Apenas para nos sobrecarregar de angústia, de vazio e de tristeza. Aquilo que fez, e que está a gerar essa culpa, fê-lo o melhor que sabia, nas condições e com os conhecimentos que tinha na altura.

…do futuro?
O desapego face ao futuro significa tranquilizarmo-nos pelo que pode ou não vir a acontecer. Porque o apego ao futuro representa o nosso desejo de controlo: o desejo de controlar aquilo que não podemos mas desejamos. Para nos desapegarmos dos “E se?” que nos prendem, temos de ter vontade de entrar no desconhecido, o campo de todas as possibilidades. Trabalhe para criar o futuro que deseja. Essa é a principal forma de o alcançar. Neste trabalho, desprenda-se do resultado e foque-se no caminho que está a fazer para o alcançar. Isso diminui-lhe a ansiedade pela concretização permitindo-lhe observar alternativas mais simples para alcançar o que deseja. O foco no resultado está sempre ligado ao medo e à insegurança. E estes são as nossas grandes prisões. Seja qual for a sua origem familiar, as suas condições de partida, os seus traumas e inseguranças, pode sempre trabalhar para criar o futuro que deseja. Lembre-se que mais importante do que aquilo que fizeram de nós e aquilo que nos deram, é aquilo que conseguimos fazer com o que temos agora.


Estas Dicas fazem parte de um artigo originalmente escrito por mim para a revista Prevenir e publicado na edição de Maio 2015. Estas são as Dicas sobre a primeira parte do artigo, que pode ler aqui no blog.


Teresa Marta

Estarei feliz com as minhas Amizades?

Comente este artigo
A sua felicidade nas amizades e nas relações sociais é um factor de peso para a sua felicidade num todo, pois somos seres sociais. Mas como anda a sua? Este artigo faz parte de um conjunto de questões de auto-diagnóstico na sequência do artigo Sou Feliz? publicado na edição de Fevereiro da revista Prevenir, e que pode ler também aqui no blog.

 Auto-Diagnóstico: Eu sou Feliz nas minhas Amizades?
(Relacionamentos)


A minha felicidade nas amizades e relações sociais:

a) Não consigo dizer Não.
Os meus amigos não respeitam os meus limites e têm dificuldade em pôr-se no meu lugar. Sinto que dou mais do que recebo. Não consigo dizer “não”.

b) Não gosto de pedir ajuda aos meus amigos.
Prefiro contar comigo a incomodar os outros. Por vezes duvido se podemos mesmo confiar em alguém.

c) Sei respeitar o espaço, o tempo e os problemas dos meus amigos.
Não me imponho nem culpabilizo. Não dou conselhos que não pratico. Digo não quando preciso e sei estabelecer limites saudáveis.


A trabalhar: 
As amizades são dos relacionamentos mais importantes que podemos ter ao longo da vida.

Podemos perder familiares, não ter filhos ou marido, mas tudo se torna mais fácil quando temos amigos.

Não há duração nem intensidade para as amizades. As amizades podem ser breves ou durarem muito tempo. Podem ser mais intensas ou mais suaves. Todas têm a sua função na nossa vida e todas nos recordam que ninguém é feliz isolado. Não podemos escolher os nossos pais. Ao invés, os nossos amigos fazem parte das nossas escolhas conscientes.

No entanto, como em todos os relacionamentos, as amizades também têm limites para não se tornarem relações que nos adoecem. Não se culpabilize quando as amizades não correm como esperava. A culpa é algo que tem de aprender a deixar para trás, se quer ser feliz. A culpa apenas serve para nos sobrecarregar de angústia, de vazio e de tristeza.

Não se sinta Obrigada a dizer “Sim, vou ao cinema contigo!”, “Estou muito cansada, mas podes ligar logo de manhã!”, quando a resposta que lhe apetece dar é: “Estou cansada e manhã é domingo e quero dormir!”. Você está a viver a sua vida, não a dos seus amigos.

Auto-Diagnóstico: Estou feliz de Finanças?

Comente este artigo
Este artigo de auto-diagnóstico faz parte de um conjunto de questões que vêm na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição da revista Prevenir de Fevereiro, e que está disponível também aqui no blog. Para alcançar a Felicidade, terá que acreditar na possibilidade de a encontrar. É capaz?

 Auto-Diagnóstico: Sou Feliz com as minhas Finanças?


Qual é a minha relação com o Dinheiro?

a) Sempre tive uma má relação com o dinheiro.
Por mais que tente, o dinheiro escapa-se. Nunca consigo chegar com dinheiro ao fim do mês. Existe sempre mais uma conta para pagar.

b) Acho que o dinheiro não dá felicidade.
O dinheiro não me traz felicidade. Aliás, o dinheiro só faz com que as pessoas sintam que nunca é suficiente. Habituei-me a viver com o essencial e isso basta-me.

c) Gosto assumidamente de dinheiro por o que pode proporcionar e pela independência que me dá.
Trabalho para isso e mereço ser bem paga. Não tenho vergonha de assumir o prazer de não ter problemas financeiros. E, se algum dia os tiver, farei tudo para recuperar a minha independência, nem que tenha de ter dois empregos.


A trabalhar: 
Se as suas convicções sobre dinheiro estão representadas nas afirmações a) e b), deve começar por trabalhar as suas crenças sobre merecimento no que respeita à prosperidade financeira.

Existe uma enorme diferença entre o que dizemos merecer e aquilo que sentimos merecer!

Não adianta afirmar que merece ter dinheiro, se lá no fundo não é isso que sente. Irá falhar o objectivo. Trabalhe a confiança na sua capacidade para ganhar dinheiro. Talvez tenha crescido numa família onde o dinheiro foi sempre visto como algo difícil de conseguir, algo que só chega às mãos de alguns ou que os ricos são fúteis.

Anule a visão do dinheiro como algo ao qual é difícil chegar.

Finalmente, note que para sermos felizes no capítulo financeiro não basta termos mais dinheiro. Há quem tenha muito dinheiro e continue a sentir carência financeira vivendo atormentado para não gastar. Têm medo de ficar sem dinheiro.

O dinheiro tem de contribuir para termos uma vida de qualidade. Tem efectivamente de contribuir para a nossa felicidade. Se para termos dinheiro tivermos de nos subjugar a uma profissão que detestamos ou que aguentamos para pagar as contas, continuamos a viver na ideia de carência.

Você merece ter o dinheiro que necessita para viver desafogadamente, por direito próprio. Mas tem de se sentir merecedora disso. Caso contrário afastará de si o dinheiro, mesmo que o ganhe.

Auto-Diagnóstico: Como estou de Saúde?

Comente este artigo
"Serei Feliz?" -  Pergunta bem. Para alcançar a Felicidade, tem de acreditar na possibilidade de a encontrar.  Este artigo faz parte de um conjunto de questões de auto-diagnóstico, na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição da revista Prevenir de Fevereiro, e que está disponível também aqui no blog.


 Auto-Diagnóstico: Estou Feliz com a minha Saúde?


A felicidade na minha saúde:

a) O meu nível de energia é baixo.
Sinto-me exausta frequentemente. Acho que é de família. A minha mãe é igual.

b) A minha saúde não é o meu ponto forte e por isso protejo-me
Protejo-me imenso. Tomo vitaminas e faço check-ups anuais. Tento fazer uma alimentação cuidada e não tenho dependências.

c) Tenho uma boa relação com a saúde. Cuido de mim, física, mental e espiritualmente.
Sigo o que o meu corpo me diz que me faz bem. Não sou escrava de dietas, nem de medicação. Isso torna-me mais forte, mais saudável e consequentemente mais feliz.


A trabalhar: 
Se a sua ideia sobre saúde está próxima de afirmações como as de a) e b), poderá caminhar para uma vida com baixos níveis de energia anímica, bem-estar e felicidade.

Aprenda a cuidar de si, na totalidade. Isto significa cuidar do seu corpo, da sua mente e do seu espírito. Significa não insistir em comportamentos que já percebeu serem prejudiciais para si.

Afaste-se igualmente de pessoas que se queixam muito e que têm imensa preocupação com doenças. Vigie as suas emoções. Perceba que curar as suas emoções negativas é curar a sua saúde. Liberte raivas, ressentimentos, passados sofredores, pessoas que lhe fizeram mal. Liberte-se daquilo que lhe dá peso, que lhe recorda maus momentos, más experiências.

Você está agora aqui. Conseguiu, apesar de tudo. 
Como tal, abençoe o que conseguiu. O seu corpo, por ter resistido. O seu cérebro por não a ter abandonado. E coloque alegria e sorriso na sua vida. Mesmo que acorde sem grandes motivos para estar alegre, anime-se e vá para a rua distribuir alegria.

Sinta o que recebe. Isso é saúde. Isso dá verdadeira felicidade.

Auto-Diagnóstico: Sou Feliz... no trabalho?

Comente este artigo
Como vê a Felicidade? Considera-se uma pessoa feliz? Sob que parâmetros avaliar, precisa de ajuda?
Em Fevereiro, saiu na revista Prevenir o artigo Serei Feliz? que já publiquei num post aqui no blog, na sequência do qual, surgem algumas questões de auto-diagnóstico. Esta é a terceira:

 Auto-Diagnóstico: Eu sou Feliz no meu trabalho?
(Profissão)


Sou feliz na minha profissão?

a) Odeio o meu trabalho.
Detesto o que faço e não me sinto feliz com o meu trabalho. Mas preciso do salário, por isso obrigo-me.

b) Mais ou menos.
Não digo que seja infeliz com o que faço, mas não sou propriamente uma pessoa realizada profissionalmente. Mas é o que tenho...

c) Sempre vi a minha profissão como uma das bases da minha realização pessoal.
Quando não me sinto plena com o que faço, crio objectivos pessoais para não me desmotivar. Nem que seja ajudar colegas em tarefas complicadas. Isso faz-me sentir útil e dá sentido ao meu dia.


A trabalhar: 
Estamos sempre à procura do melhor emprego. Com isso, pensamos em ter uma casa melhor, um carro melhor e uma melhor condição social. A questão é que esta azáfama em busca do next-step, faz-nos escravas da nossa própria procura.

Seremos felizes nesta azáfama? Ou será que aumenta a nossa insegurança e o nosso medo de não sermos suficientes?

Se assim for, tenha coragem pare cortar esta corrente. Não tenha medo do que ainda não tentou. Não podemos ser felizes amarradas a esqueletos que nos impedem de seguir em frente.

Avalie o significado pessoal do seu trabalho. Trata-se de uma obrigação que tem de cumprir? Ou algo que lhe dá prazer e bem-estar? Avalie se o seu trabalho a realiza, se contribui para dar significado à sua vida. Se a resposta for negativa crie um PPMP - Plano Pessoal de Mudança Profissional©.

Finalmente, mas não menos importante para a sua felicidade profissional: mesmo que o seu trabalho não seja o que deseja sinta-se grata. Pare queixas e negativismo. Caso contrário vai sentir-se angustiada, triste e sem forças para mudar.

Pense no seu actual trabalho como rampa de lançamento para outro que a realize. Mas lembre-se: a mudança só acontece se agir nesse sentido!

Auto-Diagnóstico: Sou Feliz... no Amor?

Comente este artigo
Ser feliz é o objectivo máximo de vida. Mas é também um dos mais difíceis de alcançar. Este artigo faz parte de um conjunto de questões de auto-diagnóstico que vêm na sequência do artigo Sou Feliz? que saiu na edição de Fevereiro da revista Prevenir, e que publiquei também aqui no blog.

Auto-Diagnóstico: Eu sou Feliz no Amor?
(relacionamentos)


Eu sou Feliz nos meus relacionamentos?

a) Ainda não encontrei a minha alma gémea.
Não sei se um dia vou conseguir amar e ser amada. Sinto-me incompleta e isso faz-me infeliz.

b) Nunca fui muito feliz no amor.
Sinto sempre medo de perder o outro. Isso estraga tudo. Acabo sempre por ser abandonada.

c) Retiro das minhas relações o melhor que me dão.
Acho que aprendo com todas, mesmo quando não correm tão bem como esperava.


A trabalhar: 
Acreditamos que para sermos felizes temos de ter um relacionamento amoroso e que este nos deve dar a felicidade que imaginámos. No entanto, felicidade e amor podem nem sempre andar de mãos dadas. Desde logo, porque não podemos pedir ao outro que nos dê aquilo que nós não conseguimos dar ou criar.

Não devemos ver os relacionamentos como base da nossa felicidade. Isso é transferir para o outro a responsabilidade de sermos ou não felizes. Se o outro estiver presente e corresponder às expectativas, estamos bem.

Quando não existe ninguém ou não corresponde àquilo que esperávamos, ficamos ansiosas, angustiadas, perdidas e a vida fica sem sentido.

Foque-se nos momentos de alegria dos seus relacionamentos e viva-os em pleno. Quanto mais usar a alegria na sua vida amorosa, sem julgamentos prévios e comparações com o passado, mais feliz se sentirá.


Auto-diagnóstico: Para mim, felicidade é...?

Comente este artigo
Na continuação do artigo Serei Feliz? que publiquei num post anterior aqui no blog, surgem algumas questões de auto-diagnóstico. Não pretendo aqui definir Felicidade, mas ajudar a identificar aspectos da sua vida que pode melhorar para se sentir mais feliz.

Auto-diagnóstico - como vejo a Felicidade?


1. Para mim a Felicidade é:
a)   Algo inalcançável. Nunca somos completamente felizes.
b)   Uma meta difícil. Depende da conjugação de muitos factores que não podemos controlar.
c)   A Felicidade é um estado de equilíbrio global que consigo sentir quando me foco no lado positivo da vida, mesmo quando não parece haver nenhum.


2. Já fui feliz?
a)   Nunca me senti completamente feliz.
b)   Sim, quando era (nova/casada/solteira/amada…) e tinha (dinheiro, amigos, uma profissão que gostava, casa de praia…).
c)   Nunca me sinto infeliz. Posso ter momentos maus, mas tento sempre ver o lado positivo das situações. Isso leva-me para o que posso fazer e desfoca-me daquilo que perdi ou posso perder.


A trabalhar:
Se vê a felicidade como difícil de atingir, é natural que ela teime em não ir ao seu encontro. 

Recorde que aquilo em que colocamos energia prospera. Se dedicar as suas forças ao lado negativo da vida terá dificuldade em alcançar aquilo que deseja de bom. Neste sentido a felicidade exige que nos reprogramemos.

Se o seu cérebro tende a ver o lado negativo e facilmente perde a esperança, tem de mudar os seus pensamentos, pois isso mudará a forma como se sente. O pensamento treina-se. Pode conduzi-lo para o lado  positivo, mesmo em situações que à partida parecem desesperantes.
A felicidade constrói-se dia-a-dia, sem pressa, a partir de momentos simples, que por vezes nem temos consciência de estarem a ocorrer. Acredite na sua capacidade infinita de mudar. Aja em função da mudança que deseja ver na sua vida, começando por mudar os seus pensamentos.

Dicas para aumentar a gratidão

Comente este artigo

 Dicas para aumentar a Gratidão

1. Valorize a pessoa que já é.  Para chegar aqui fez um caminho. Mais fácil ou mais difícil, mas é o seu caminho. Um caminho que deve respeitar por tudo aquilo que aprendeu e tudo aquilo que conseguiu ultrapassar.

2. Sinta-se grata por pequenas coisas às quais não costuma estar atenta. Por exemplo, poder estar agora a ler este artigo. Ter tempo para isso. Mais: estar a ler, sem ser em Braille. Talvez esteja em casa, no cabeleireiro, na sala de espera de um consultório. Agradeça. Está a ler por si mesma!

3. Agradeça sempre que conseguir deitar fora experiências, padrões, comportamentos e pessoas, que já não lhe faziam bem.

4. Seja grata pelas suas relações falhadas. Cada relação que termina é uma oportunidade única para praticar o perdão e para conhecer novas pessoas que façam realmente sentido na sua vida.

5. Agradeça, sempre que consegue desapegar-se coisas, pessoas e profissões aniquilantes, que já não contribuem para a sua felicidade. Se agora tem pouco. Vai ter mais. Se já tem muito vai ter mais. A gratidão é uma emoção win-win.

6. Se sente vazio (de amor, de tempo, de amizade, de sentido de vida), agradeça ao seu vazio a oportunidade que ele lhe oferece. Se sentir que tem pouco, agradeça o pouco. Significa que tem um campo imenso à sua frente para ter mais. Para produzir mais. Para amar mais. Para voltar a apaixonar-se. Tem espaço vazio para tudo isso!

7. Agradeça aos seus erros e aos seus medos. Reconheça-lhes o seu valor pois eles existiram para a fortalecer. Precisou deles ultrapassar obstáculos em determinada altura da sua vida.



Exercícios para aumentar a Gratidão

Passo a passo, exercitar a gratidão:

1. Auto-diagnóstico:
Faça um barómetro do seu nível de gratidão. Numa escala de 1 a 20, qual considera ser o seu nível de gratidão actual? Pense individualmente, quão grata se sente, nos seguintes pontos: Amor/relacionamentos; Família; Profissão; Saúde; Prosperidade Financeira.

2. Auto-análise:
Tente perceber porque se está a sentir pouco grata nos sectores a que atribuiu valores mais baixos.

3. Plano de acção:
Identifique estratégias e acções que possam aumentar o seu nível de gratidão actual, para cada um dos sectores da sua vida. Tente que o seu plano dependa essencialmente de si e daquilo que pode fazer e não dos outros ou das circunstâncias externas.

4. Partilhe a sua gratidão:
Partilhe amor, esperança e alegria, mesmo em tempos difíceis. Quando partilha alegria em situações complicadas tudo à sua volta se transforma. A situação difícil passa a ser vista de forma mais positiva e o outro passa também a sentir-se grato.

5. Cure a sua linguagem:
Anule expressões como: “Tive a infelicidade de ficar desempregada”, “Nada me corre bem”, “Sou fraca”, “Não consigo”, “Quando as coisas corem bem, até duvido!”, “Tenho um salário muito baixo”; “Ninguém me entende”; “Está tudo tão caro”, “O amor foge-me”. Estas frases anulam por completo a sua capacidade inata para se sentir grata. E isso faz com que a sua vida fique parada no ressentimento, no queixume e na vitimização. Algo que, decerto, não quer para si!



Estas dicas fazem parte do artigo que "Terapia da Gratidão" que saiu na edição de Fevereiro de 2015 da revista Prevenir e que pode ser lido aqui.

Emoções Positivas

Comente este artigo
Para evitar a depressão do sistema imunitário, é preciso manter a «alegria de viver», para isso é preciso definir as estratégias...

1. Pense em si 
Não tenha medo de tomar decisões em função do seu bem-estar e da sua felicidade, em detrimento daquilo que acha que os outros irão apreciar.

2. Diga “não” 
Diga-o as vezes que forem necessárias. Se perder alguém ou alguma coisa por dizer "não", acredite que essa pessoa ou essa “coisa” já não lhe pertencia.

3. Amplie o seu mundo 
Conheça novas pessoas e outras realidades. Mude a sua rotina, as pessoas habituais e os locais de sempre.

4. Não exija demais de si mesma
Liberte sentimentos de autoavaliação e de perfecionismo.

5. Deixe os acontecimentos negativos fluírem 
Em vez de os guardar, tente perceber o que lhe vieram ensinar. A seguir, liberte-os.

6. Assuma um ar menos sério 
Divirta-se mais. Ria mais. Brincar com as adversidades é muito importante para a nossa cura emocional e, consequentemente, o melhor remédio para a nossa saúde, o nosso bem-estar e a nossa felicidade.




Estas dicas fazem parte de um artigo da revista Prevenir para o qual colaborei, intitulado "Não fique doente" e disponível na edição de dezembro de 2014 da revista.

12 Dicas para curar as suas emoções

Comente este artigo

  1. Faça escolhas equilibradas. Escolher de forma equilibrada significa optar pelo que sente que lhe faz bem e não por aquilo que acha que os outros irão apreciar. Não tenha medo de escolher em função do seu bem-estar e da sua felicidade. Você está a viver a sua vida e é a si que tem de prestar contas.

  2. Seja carinhosa consigo. Respeite a sua vontade e sinta-se merecedora! Se existem pessoas e situações que sente serem tóxicas para si, tente eliminá-las o mais possível. Esta atitude faz parte de uma vida equilibrada, onde devemos criar limites saudáveis para os nossos relacionamentos.

  3. Aprenda a dizer não! Diga não as vezes que forem necessárias. Se perder alguém ou alguma coisa por fazê-lo, acredite que essa pessoa ou essa “coisa” já não lhe pertenciam. Não tenha medo! Respeite-se. Respeite o que sente. Você merece ser feliz!

  4. Elimine os“E Se?”do seu discurso e do seu pensamento. Todos os “ses” que imaginamos são apenas isso: imagens mentais que criamos! Troque o “Se…”, por afirmações no presente do indicativo, como: “Estou a conseguir ser cada vez mais positiva!”.“Hoje foi mais um dia em que consegui focar-me no presente, rodeando-me de pessoas, pensamentos e situações que me fazem bem”.

  5. Amplie o seu mundo. Conheça nova pessoas e outras realidades. Não precisa sair do País ou gastar muito dinheiro. Se quer mudanças na sua vida terá de mudar a sua rotina, as pessoas habituais e os locais de sempre.

  6. Coma alimentos curativos. Respeite o seu corpo quando este lhe dá sinais de que determinados alimentos não lhe fazem bem. Retire-os!

  7. Foque-se no presente e naquilo que, neste momento, consegue controlar. Por muito grave que lhe pareça a situação, lembre-se de que pode sempre fazer uso de recursos que já tem, mesmo que lhe pareça o contrário.

  8. Não exija demais de si mesma. Liberte sentimentos de auto-avaliação e de perfeccionismo. É bom colocarmos a nós mesmas objectivos ambiciosos, mas não podemos deixar-nos consumir pela angústia da superação.

  9. Afaste-se de pessoas negativas, que estão sempre a ver o lado pior dos acontecimentos. Se com essa atitude perder alguns amigos, deixe ir. É porque essas pessoas nunca foram, de facto, amigos.  

  10. Tranquilize o seu coração. Pratique pensamentos positivos como: “Não há razão para ter medo!”. “Tudo está a acontecer no tempo certo para mim!”. “Aconteça o que acontecer vou sair desta situação reforçada!”. “Eu consigo!”

  11. Aprenda a deixar fluir os acontecimentos negativos. Ao invés de os guardar tente perceber o que lhe vieram ensinar. A seguir, liberte-os.

  12. Pratique a capacidade de brincar com a vida! Assuma um ar menos sério. Divirta-se mais. Ria mais! Brincar com as adversidades é muito importante para a nossa cura emocional e, consequentemente, o melhor remédio para a nossa saúde, o nosso bem-estar e a nossa felicidade!

5 Dicas para fazer Escolhas mais coerentes e alcançar o Equilíbrio

Comente este artigo

Se realmente quer começar a cuidar melhor de si, comece por aceitar fazer um trabalho coerente com aquilo que deseja para a sua vida, com aquilo que sente ser a sua identidade e a sua vontade.

Este trabalho significa, desde logo, aceitar que aquilo que pretende desenvolver depende, em primeiro lugar, de si! Significa aceitar que está disposta a não colocar o seu bem-estar na dependência de alguma coisa ou de alguém.

1. CORAGEM PARA SE ESCOLHER EM PRIMEIRO LUGAR
A sua primeira atitude deve ser ter coragem de se escolher em primeiro lugar. Escolher escolher-se irá aumentar a sua consciência de merecimento.

2. DESENVOLVER A CONSCIÊNCIA DE MERECIMENTO
Desenvolva a sua consciência de merecimento identificando quais as suas acções e pensamentos que neste momento representam esforços inúteis. Abandone-os de imediato.

3. ELIMINE SITUAÇÕES QUE LHE SUGAM ENERGIA
Sinta o alívio de não continuar amarrada a situações que lhe retiram energia, que a desgastam e que a fazem questionar sobre a sua capacidade de fazer as melhores escolhas para si.

4. MEXA-SE! QUANDO SE MOVE, AS COISAS COMEÇAM A MUDAR
Dê a si própria a oportunidade de mudar a sua vida para aquilo que quiser. Você merece. Ponha-se a caminho! Para tal, aprenda a respeitar os seus próprios limites fazendo com que aqueles que a rodeiam os reconheçam.

5. DIGA "NÃO" SEM CULPAS
Diga “não” as vezes que forem necessárias. Não se sinta culpada por isso. Não sinta em permanência que se não fizer uma coisa vai quebrar as expectativas que têm sobre si. Estas são crenças enraizadas desde a nossa primeira infância. Mas nós não estamos condenados a permanecer no sistema de crenças dos nossos pais nem nas limitações que nos incutiram. Você é a pessoa que tem de prestar contas a si mesma. É você que conta, em primeiro lugar.

8 Dicas para planear a Vida que Deseja

Comente este artigo
Dicas-Planear-Vida-Deseja
1. IMAGINE-SE DAQUI A 3 ANOS
Imagine o que gostaria de estar a fazer daqui a três anos e como gostaria que a sua vida fosse. Imagine como deseja que sejam os seus dias a nível profissional, familiar, pessoal, financeiro, de lazer e de novos desafios. Onde gostaria de estar a viver? Com quem? A fazer o quê? De que pessoas gostaria de estar rodeada? Imagine a sua vida sem problemas. Como seria?


2. IDENTIFIQUE O QUE A ESTÁ A LIMITAR
Se não conseguir imaginar como gostaria que fosse a sua vida pergunte a si própria o que a está a limitar. Imaginar como será a sua vida é algo em que não pensa, nem lhe interessa? É algo que a frustra ou a deixa com medo? Tente perceber se está limitada pelas dificuldades do momento ou se aquilo que a limita é a sua própria dificuldade em ver a vida de forma positiva. Se está frustrada, ansiosa e triste devido à sua própria dificuldade para ver a vida a cores, possivelmente está a abusar de padrões derrotistas, como a queixa, a culpa e o medo.



3. ABANDONE PADRÕES DERROTISTAS DE QUEIXA E CULPA 
Se é uma pessoa que se queixa muito da vida que tem, será difícil conseguir projectar uma vida melhor. Está tão focada naquilo que é mau, que tudo lhe vai parecer insuficiente e precário. Entra num padrão derrotista e começa a achar que a culpa é de alguém ou de alguma coisa. Ou acha que a culpa é sua! Este ciclo vicioso retira-lhe toda a energia e pode levá-la a estados depressivos. Terá de ser radical consigo própria! Retire as queixas daquilo que pensa e daquilo que diz! Da mesma forma, evite estar com pessoas que se queixam “por tudo e por nada!”. Quanto à culpa, só se poderá culpar do que não fez. Todas as tentativas que fizer são para a sua felicidade! Algumas irão falhar. Mas muitas serão bem sucedidas! Se não tentar nunca saberá!


4. EXPLORE AS SUAS CAPACIDADES DE RESILIÊNCIA
Todos nós temos capacidades inatas inexploradas que nos permitem agarrar a vida de frente e ultrapassar o que nos acontece. Temos recursos pessoais que por vezes nem suspeitamos. Olhe para a sua vida e identifique os momentos em que teve de ser forte, em que foi corajosa e lutadora. Olhe para o que conseguiu! Para os obstáculos e os medos que ultrapassou. Se não se lembrar de nada peça a alguém que a conheça bem para lhe dizer em que situações acha que você foi corajosa! Vai surpreender-se!


5. APRENDA A VER O POSITIVO DO NEGATIVO
Há sempre algo de positivo que podemos retirar dos momentos de aflição. O sofrimento é transitório na temporalidade do Ser. Os acontecimentos negativos têm início e fim. A questão é que quando estamos a sofrer temos dificuldade em retirar daí aspectos positivos. Mas eles estão lá. Nos momentos em que está em baixo pergunte: “Preciso mesmo de me sentir assim?”, “Esta situação merece mesmo o meu desespero e a minha angústia?”, “Posso fazer já alguma coisa para sentir-me melhor?”, “Que parte do problema só depende de mim e posso tratar já?”. Este exercício fará parar o ciclo de pensamento negativo e foca-a nas possibilidades e não nas impossibilidades. Faz toda a diferença!  


6. ARRUME A SUA VIDA
Comece por arrumar as diferentes gavetas dos problemas que foi abrindo na sua vida e que neste momento são um enorme caixote com um turbilhão de situações desarrumadas. Abra cada uma das gavetas e vá eliminando o que já não lhe faz falta. Não tenha pena de deitar coisas fora. Se pensou que já não lhe fazem falta, livre-se delas! É porque já estão a mais!


7. PERMITA-SE OUVIR A SUA VOZ INTERIOR: "QUERO SER FELIZ"
Permita-se ouvir aquela voz que lhe diz em permanência: “Fecha de vez esse ciclo que só te faz mal!”; “Porque não o fazes?”; “O que te impede?”. Comece a pensar o que fazer para poder dizer: “Sou Feliz!”. “Sinto-me bem!”. A verdade é que isso pode mesmo acontecer consigo! Basta que comece a trabalhar! O primeiro passo é escutar o que o seu coração tem para dizer. Abandone por momentos o seu pensamento! Permita-se sentir! A sua sabedoria interior sabe para onde deve caminhar. Não tenha medo.


8. ACREDITE EM SI
A maioria dos fantasmas que vemos no nosso caminho são construções mentais do nosso Eu. Permita-se Ser e valorizar-se pelo que é! Por quem já é! Coloque de lado o que os outros esperam de si, como esperam que aja ou o que esperam que seja. Anule os pensamentos críticos que diz a si mesma. Deixe de pensar se está ou não à altura. Se vai conseguir dar conta ou não do recado. Você é a única pessoa que estará “lá” para prestar contas a si mesma! Liberte-se da prisão de colocar o seu valor nas mãos dos outros!

Dicas para aumentar a sua Resiliência

Comente este artigo
ACREDITAR QUE É POSSÍVEL 
Acreditar que é possível dar a volta por cima é o primeiro pensamento que deve cultivar. Mesmo sentido que a situação concreta não depende de si, ou apenas de si, pode sempre fazer algo para mudar as circunstâncias. Se de todo não puder mudar nada talvez possa olhar para o problema de outra forma. Esta atitude mental pode marcar o início de uma solução.

NÃO ADIE DECISÕES 
Pode também aumentar a sua Resiliência não adiando decisões. Adiar é o primeiro passo para deixar os acontecimentos dominarem a sua vida e não ser você a dominar os acontecimentos. Com isso estagnamos. Perdemos a confiança em nós mesmos. Começamos a acreditar que não somos capazes. E vamos adiando tudo na nossa vida. Começando por aquilo com que sonhamos.

IDENTIFIQUE OS SEUS RECURSOS 
Faça uma lista dos seus recursos, isto é, de todos os pontos onde alguma vez se saiu bem, onde tenha conseguido superar obstáculos. Este será o seu guia sempre que necessitar de ir buscar forças. Passar no exame de condução, ter perdido o medo de nadar fora de pé, conseguir fazer aquele relatório que julgava impossível… Você já mostrou ser capaz imensas vezes!

VEJA O ERRO COMO ALGO POSITIVO 
Treine a sua capacidade de ver o erro como algo positivo. Assumir o erro como aprendizagem é excelente para verificarmos que é possível dar a volta por cima. Enfrente as suas limitações. Se nunca as enfrentar, nunca vai saber se teria sido capaz. E, lá à frente, irá pensar em tudo o que perdeu por ter ficado acomodado às suas limitações, ou pior, à ideia de que tinha limitações.

SUPERE METAS 
Finalmente é importante que estabeleça metas pessoais e que as tente superar (até quando vou fazer isto ou conseguir aquilo? Como o vou fazer?).

NÃO DESISTA À PRIMEIRA 
Seja perseverante. Vai sentir medo muitas vezes. Vontade de desistir. Resista à tentação de desistir. Ou de dizer que faz mais tarde. Por isso, ter um plano de acção pessoal é muito importante para que consiga crescer com os momentos negativos ao invés de se deixar inundar por eles. Confiando em si e nas suas capacidades inatas.

A Resiliência é fundamental para enfrentar a fase em que vivemos!

Vamos a isso!

7 Dicas para Libertar o que lhe Faz Mal

1 comment

1. IDENTIFIQUE O QUE O PERTURBA
Identifique quais os aspectos da sua vida relativamente aos quais sente que está a perder a sua alegria. Em aspectos está a deixar para trás os seus valores e as suas prioridades? Onde está a deixar esquecido o seu Eu?


2. NÃO INVENTE DESCULPAS PARA NÃO MUDAR
É natural que encontre imensas desculpas para ficar dependente daquilo que aprendeu como sendo correcto. Viver no conforto do conhecido é de facto mais agradável do que fazer rupturas para ir em busca de algo que, regra geral, não faz sentido para os outros. Mas o importante é que faça sentido para Si. Se uma situação, pessoa ou local lhe retiram a energia, está na altura de mudar!    


3. NÃO TENHA MEDO DA OPINIÃO DOS OUTROS
Neste processo de resgate da sua alegria vai sentir-se avaliado. Não desista! Pode estar a fazer algo incómodo mas não está a fazer nada de errado. Recorde que o Tempo é limitado. Por isso, devemos desenvolver acções com propósito: acções que estejam em sintonia com aquilo que é o sentido da nossa vida, mais do que viver no sentido da vida dos outros, sejam eles quem forem.


4. NÃO ADIE DECISÕES
Se é para cortar, corte! Se é para iniciar, inicie! Não prolongue as coisas para além do limite do desejável, nem as antecipe, ao ponto de comprometer o seu sucesso. Ouça-se! Saberá qual o melhor momento para agir. Mas tem de o fazer.


5. SEJA COERENTE
Seja coerente entre o que diz e o que faz. A falta de coerência entre discurso e acção leva-nos a comportamentos de culpa, de auto-punição e de falta de confiança nas nossas capacidades pessoais.


6. LIVRE-SE DO ACESSÓRIO
Livrar-se do acessório permite focalizar-se naquilo que é realmente importante para o objectivo traçado. Permite-lhe fazer as mudanças que realmente deseja na sua vida. Se sente que é acessório, porque o mantém? Porque se foca nisso? Porque deixa para trás o mais importante e avança com aquelas coisas simples e fáceis para si, que não geram mudanças significativas?


7. NÃO TENHA MEDO
Não tenha medo de ser incompreendido nem do julgamento dos outros. É impossível agradarmos a toda a gente. Quando ficamos presos àquilo que podem ou não pensar de nós, ficamos presos a uma vida que não nos preenche nem nos faz felizes. Anule pois aquelas situações em que sente que vai fazer algo para “parecer bem”. Centre-se em fazer aquilo que sente ser importante para aumentar a sua auto-estima e o seu amor-próprio. Liberte-se de viver em função de!

8 Dicas para Aumentar o Poder Pessoal

Comente este artigo
Tenha fé em si

Confiemos que, independentemente das pedras no nosso caminho, vamos chegar ao sítio certo. Esse sentimento, também chamado de "fé em nós", potencia o nosso poder pessoal. Um poder que existe em nós, à espera de ser resgatado.

Aproveite todas as Oportunidades

A Natureza aproveita todas as oportunidades para se reinventar. Na maior das adversidades, sabe recriar-se. Surge, como se fosse do nada, nos locais onde menos se espera. Onde, à partida, existiria fim, secura e marasmo, a Natureza prospera. Estamos a perder esta ligação ancestral aos ciclos naturais. E, com isso, a sentir mais dificuldade em prosperar na adversidade.


Esperar para estar preparado?

A questão de esperar até estarmos preparados é pura má-fé para connosco mesmos. Nós nunca sabemos se estamos preparados sem avançarmos. A desculpa do esperar é apenas mais uma para não mergulharmos definitivamente naquilo que sabemos que necessitamos fazer. Se é para fazer, façamos!

O que os outros acham que devemos ser e fazer

O que é que os outros acham que devemos ser e fazer? E nós? O que achamos nós que devemos ser e fazer? E o que fazemos, de facto? O pólo onde investimos mais tempo condiciona a nossa autenticidade. E isso determina o nosso nível de bem-estar.

Não se conforme

Acabo de ouvir "Temos de nos contentar com o que temos, não é verdade?" Não! Sempre que dizemos isto estamos nós mesmos a fechar um conjunto imenso de novas oportunidades. Porque fechamos tudo o que de potencial existe para nós, esperando apenas que digamos: "Quero mais. Mereço mais!"

O seu maior Inimigo é Você mesmo

Somos os nossos maiores opositores. Criamos a peça, escolhemos os actores, montamos o cenário, e a seguir começamos a arranjar pontos em que podemos vir a falhar. Ok. Ok. Voltar atrás. Reescrever a peça, mudar cenário. Escolher actores. E de repente damos por nós e é final de Fevereiro. E tudo o que dissemos que iríamos fazer este ano continua na fase de redacção da peça.

Não tente controlar tudo

Temos uma imensa necessidade de controlo. Julgamos que controlando a vida ela nos devolve aquilo que desejamos. Mas a vida flui, independentemente dos diques. Quando queremos mesmo uma coisa, o importante não são tanto as variáveis que temos de controlar para a conseguir. Trata-se mais de pensar: "afinal, o que me pode impedir?"

Caminhe o seu Caminho

Estamos todos a fazer o nosso caminho. Neste caminho, não há melhor nem pior. Estamos a caminhar com as nossas forças e as nossas fraquezas, com os nossos medos e todo o nosso potencial. Estamos a fazer o melhor que sabemos, com os conhecimentos que temos. Um dos maiores entraves à nossa caminhada não são os obstáculos do próprio terreno. São aqueles que tantas vezes teimamos em lá colocar. Aqueles que, no fim, acabamos por constatar que foram lá colocados por nós próprios.

Dicas para Reforçar o seu Valor Pessoal

1 comment
Valorize as suas vitórias

As vitórias não são grandes nem pequenas. A primeira vez que deu um passo, foi apenas um passinho. Pequeno. Inseguro. Mas na sua vida pessoal foi uma grande vitória. Valorize os seus sucessos. Deixe de os considerar como algo necessário para merecer a aprovação dos outros. Os seus sucessos são, em primeiro lugar, seus. Fazem parte do seu valor pessoal.
Aceite o seu valor como um direito próprio e natural

Valorizar-se, sem precisar que os outros o façam por si, é essencial pois reflecte o modo como se trata a si mesma. Começamos a ganhar qualidade de vida quando aprendemos a reconhecer o nosso valor. Nesse sentido, o auto-valor é também uma forma de cuidamos de nós e de nos estimarmos. Não o veja como um acto de egoísmo. Quem não se reconhece valor também não consegue ver valor nos outros.
Valorize as suas tentativas de melhoria

Conseguirmos auto-elogiar-nos, sem receio de cairmos no ridículo ou de sermos humilhados é essencial para a nossa auto-estima, a nossa auto-valorização e o nosso crescimento pessoal. Não diga a si mesma o que correu mal. Pense naquilo que correu bem. Valorize as suas tentativas e o seu esforço para melhorar. Isso aumenta a sua auto-confiança e das próximas vezes que tentar vai sentir-se melhor consigo própria.
Identifique e reforce os seus pontos fortes

Faça uma lista dos seus pontos fortes e reforce-a com novos conhecimentos e competências. Faça-o proactivamente e ciclicamente ao longo da vida. Esta atitude faz com que se sinta sempre em sintonia com o que há de novo na sua profissão, na forma como gere os seus relacionamentos e no modo como lida com as suas próprias emoções e sentimentos. Aumenta o seu poder pessoal.
Não assuma o papel de vítima

Para reforçar o seu valor pessoal, elimine os papéis de vitimização, de tipo: “nunca me elogias!”, “faça o que fizer nada é perfeito para ti”, “ninguém me dá valor!”. Para além de nos colocar no papel de vítimas este tipo de atitude também nos retira a capacidade de liderarmos a nossa vida.
Diga abertamente o que precisa

Fale abertamente (e sem criticar o outro), sobre aquilo que sente quando acha que merece que lhe reconheçam valor e não o fazem. Sobretudo porque pode estar em presença de alguém que nunca aprendeu a valorizar os outros ou que acha que valorizar significa perder poder. Amuar, ficar calada ou “remoer” a mágoa, apenas servirá para retirar qualidade aos seus relacionamentos.

Dicas para Relacionamentos mais Felizes

1 comment
Não veja no outro a solução para os seus problemas

Procurar no «outro» as nossas soluções, a nossa completude ou o nosso bem-estar é apenas uma forma de adiarmos o problema. De dizermos: “sozinho não sou nada; sem ti, não consigo”. Quando deveríamos estar a dizer: “sou inteiro, feliz e equilibrado, comigo mesmo”. Ou seja, quando colocamos no «outro» a responsabilidade de suprimir algo em nós, estamos apenas a criar mais insatisfação para todos.
Tome consciência de que o outro não foi feito para si

Estamos em permanência a considerar que tudo o que necessitamos nos pode ser dado por «eles», como se «eles» tivessem sido desenhados à nossa medida. Tomar consciência de que não é assim é um primeiro grande passo para não sentirmos injustiça, incompreensão e ausência de amor por parte dos «outros».
Livre-se do desejo de mudar o outro

Liberte-se da crença que pode, e até deve, mudar o «outro». Desde logo, porque nós não mudamos ninguém e ninguém nos muda a nós. Respeitamos ou não as diferenças do «outro». E o «outro» respeita ou não as nossas diferenças.
Liberte o medo de perder o outro

O medo de perder o outro está na base do insucesso de muitas relações amorosas. Sempre que sentimos receio de perder a pessoa que amamos, devemos começar por perguntar de que temos medo exactamente. De perder o outro ou de não conseguirmos viver connosco? De não ser autónomos? De não conseguirmos liderar a nossa vida sem que o outro esteja nela? Seremos nós suficientes? Ou vivemos na ansiedade de deixar de ser caso, o outro saia da nossa vida?
Respeite a individualidade do outro

Olhar e sentir o «outro» tal como ele é, sem mais nem menos, com a sua individualidade. Este é o verdadeiro sentido de uma relação amorosa equilibrada. Sempre que tentamos acrescentar ou retirar alguma coisa ao outro, estamos a fazer com que se transforme em algo que não é. E isso, mais tarde ou mais cedo, vai correr mal. Como refere Erich Fromm, “O respeito implica a preocupação de que a outra pessoa cresça e se desenvolva tal como é. Implica a ausência de exploração”, ou seja, a ausência de condicionamento.
Ame, começando por Si

Brinque mais, ria mais, cuide mais, perdoe mais, respeite mais, ame mais! Mas lembre-se de começar por Si.

Dicas para Praticar o Desapego e Ser Mais Feliz

1 comment
Faça uma lista daquilo que já não o faz feliz

Verifique aquilo que já não lhe faz falta, aquilo que já não o faz feliz, aquilo que já não contribui para o seu crescimento pessoal, aquilo que lhe custa imenso fazer. Tudo isso é aquilo que necessita deitar fora para viver mais leve e com mais entusiasmo.
Desligue-se do peso das expectativas que criaram sobre si

Desapegue-se das expectativas que colocaram sobre si e dos objectivos que perspectivaram para si. Deixe ir a ideia de que aquilo que merece ou não merece depende do que os outros acham. Depende do valor que os outros lhe atribuem.
Desconfie do sentimento que lhe diz: “Já não é suficiente!”

Sempre que sentir que algo ou alguém já não lhe é suficiente, pare para reflectir se isso é um sentimento seu ou se é algo imposto pelo que a sociedade espera de si. Muitas vezes crescemos com a ideia de que nunca somos suficientes, façamos o que fizermos. Os objectivos são essenciais na nossa vida. Desde que saibamos manter o distanciamento suficiente para não sermos dominados por eles.
Deixe ir

Deixe ir. Deixe partir. Renda-se. Sem culpa. Assuma o que é, mais do que aquilo que tem. Esta atitude ir fazer sair de si o nó no estômago, o medo de falhar, o perfeccionismo, a preocupação do “e se?” e do “como vou conseguir lá chegar?”.
Preocupe-se apenas com o que consegue controlar

Interiorize que a única coisa que pode efectivamente controlar é a escolha do que sente face ao que lhe acontece. A escolha do que sente e o comportamento que escolhe ter. Esta é a base da sabedoria emocional. Tudo o resto é apego ao “velho” e não nos serve para nada.

Dicas para a Felicidade

Comente este artigo
Praticar a Aceitação

Se pretende fazer alguma mudança estrutural na sua vida, comece por aceitar o que é e quem é neste preciso momento. Mesmo que isso signifique aceitar algumas partes de si que não considere tão interessantes, ou que não lhe agradem, tudo o que é neste momento é a matéria que lhe vai permitir alavancar a mudança que deseja fazer. Mais: aceitar o que a vida nos tem colocado no caminho, caso não seja algo de positivo, não é uma condenação nem um acto de submissão. Trata-se apenas da base para trabalharmos no sentido de percebermos porque continuamos mergulhados em processos que não gostamos.
Mergulhar nos nossos medos

Mergulhar nos nossos medos, naquilo que mais tememos pode parecer aterrador, mas é indispensável para que se revelem todas as bênçãos que procuramos e que não conseguimos alcançar. Como diz o ditado “depois da tempestade vem a bonança”. No entanto, para que a mesma ocorra é necessário que enfrentemos a tempestade. É necessário enfrentarmos o que pensamos ser impossível. Paradoxalmente, qualquer transformação que sinta ser a mais difícil é a que mais precisa de fazer para que a mudança positiva se manifeste.
Acreditar no timing dos processos

As soluções que procuramos estão normalmente mais perto do que pensamos. No entanto, não as vemos pois estamos muito preocupados e concentrados no que se vai passar e como se vai passar mais à frente, no futuro. Antes pois de fazer planos sobre como as coisas virão até si, tente perceber se as respostas que procura já não se encontram perto de si. Perdemos tantas oportunidades por estarmos focados naquilo que pode vir a acontecer! Os processos têm os seus timings. Confie na sua intuição para decidir quando se pode deixar guiar por eles. Pacifique o seu Coração.
Abrace a mudança

Por vezes sentimos que as mudanças que desejamos tendem a demorar. Na grande maioria das vezes em que isso acontece, não vemos as respostas porque efectivamente, não estamos dispostos a mudar. Se fizermos as mudanças necessárias, as respostas que procurávamos surgem mesmo à nossa frente.
Agir com consequência

“Não estou psicologicamente preparado!”, “Não vale a pena, já não vou chegar a tempo”, “Amanhã estará a temperatura ideal para fazer isso, hoje não”. Se estas razões lhe surgem frequentemente na cabeça para não fazer o que planeia, significa que a sua acção não tem consequência. É vazia. E como tal nunca lhe trará o retorno esperado. Se as acções que planeamos fazer são de facto importantes para o nosso crescimento pessoal, continuar a adiar, por muito válido que o nosso cérebro considere serem as razões, só nos traz tristeza e culpa para connosco próprios. E ninguém pode ser feliz assim!

Dicas para Ultrapassar a Angústia do Tempo

1 comment
Deixar o desejo de controlar tudo

Aprender a deixar as coisas acontecerem, deixando-lhes o tempo que necessitam para se transformarem numa realidade que seja efectivamente a que melhor nos serve, é fundamental para restaurar a nossa fé na dinâmica natural da vida. O nosso desejo de tudo controlar, para que nada falhe, para que tudo corra a nosso favor, quando levado a extremos, cria estados ansiosos intensos e faz com que sejamos inundados pela frustração, sempre que as coisas não correm exactamente como planeámos.

Aprender com os ciclos naturais

Aprender a ficar mais perto da natureza e dos seus sábios ciclos permite-nos reflectir e agir de forma adequada perante o que nos acontece. Recorda-nos que também nós funcionamos por ciclos de crescimento, com paragens, renovações, morte e mudança constantes. E que tudo isso não é nada mais que viver. De forma assumida.

Limitar o desejo de abreviar os processos da vida

Sempre que abreviamos os processos estamos a retirar sentido aos factos e aos acontecimentos deixando de entender porque estão a ocorrer na nossa vida. Estamos, por conta própria, a interromper o nosso percurso de crescimento. Não permitimos sequer que o novo se instale, se organize e se mostre.

Permitir-se sentir medo, sem drama

A angústia para que as coisas aconteçam com brevidade impossibilitar-nos também de sentir como é habitar dentro de nós mesmos, com os nossos medos e os nossos fantasmas. Também eles precisam de completar o seu ciclo de vida. Só no seu tempo, os processos dolorosos podem transformar-se e terminar.

Praticar a espera

O desejo de que as coisas corram depressa e de que os resultados surjam rapidamente, traz para a nossa vida muito stress e limita a nosso bem-estar. Ficamos na ansiedade de saber rapidamente o resultado do que plantámos e não nos permitimos afrouxar para dar oportunidade a que as sementes se materializem.

Deixar as nossas acções darem frutos

Como disse Johann Peter Hebel (1760), “nós somos plantas que, quer nos agrade quer não, apoiadas em raízes, têm de romper o solo para florescer e dar frutos”. Cabe a cada um de nós perguntar-se o que estamos a fazer para deixar as nossas raízes fazerem o seu caminho.