Teresa sem medo: fé
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Deixar fluir, sem culpa

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Faz hoje precisamente dois meses que assinalámos o Dia sem medo. Após essa aventura rumo à coragem, tenho recebido largas dezenas de mensagens com questões sobre "Como ultrapassar o medo". Não me é humanamente possível responder a todas as dúvidas. E também não gosto de usar mensagens formatadas para feedback massivo. Porque tenho um enorme respeito pela singularidade de cada pessoa. É assim que gosto que me tratem. É assim que trato quem me lê e me procura. 

Um sincero agradecimento a todos os que comigo fazem este caminho de transformação dos medos em coragem, aqui no Teresa sem medo
Esta semana, já somos 15 mil! Em menos de um ano! OBRIGADA!

Entrevista na SIC  Caso apenas hoje tenha chegado a este espaço, pode ver a minha entrevista da Coragem, na SIC, aqui: http://youtu.be/En0Wxk9ojmY


O tamanho do medo


O medo não é grande nem pequeno. O medo tem o tamanho da história que contamos a nós mesmos. Também eu continuo esse caminho. Sem vergonha de quem sou. Assumidamente pessoa. Com angústias, receios, frustrações. Mas também com uma fé inabalável no processo da vida. No meu processo, em particular, e, desde há um ano, com uma Fé Inabalável no processo de todos aqueles que comigo têm partilhado experiências de medo e coragem, quer no Teresa sem medo. 


Deixar fluir

Procuramos a melhor forma de reagir às coisas que nos acontecem. Tenho-me habituado, que a melhor forma nem sempre é aquela que teimamos em aplicar. Amiúde, a melhor forma é apenas aquilo que sempre evitámos fazer. Talvez por parecer mal a alguém. Talvez por ser diferente do que sempre fizemos. Talvez porque tenhamos receio de seguir o Coração. Talvez porque deixar fluir é algo complicado para nós. Porque deixar fluir significa deixar o controlo. E isso nós temos muita dificuldade em fazer.

Deixar fluir a vida significa também olhar para os lados opostos. Para os caminhos paralelos. Perceber que eles lá estão e, mesmo assim, sentir conforto por estarmos no caminho que escolhemos. Estar atento às oportunidades. Atento às pequenas clareiras por entre a densidade da floresta. Seguir, mesmo quando tudo à nossa volta nos motiva a desistir. 

Largar a necessidade de controlar

A nossa necessidade extrema de controlo reside na nossa insegurança pessoal. Achamos que se controlarmos as coisas, a vida acontece como desejamos. No entanto, basta estar vivo para sabermos que não é assim. Quando nos permitimos abrandar o controlo, sendo mais suaves connosco e com a vida, percebemos que existe ordem na desordem. E o quanto isso pode mudar tudo. Para melhor!

Ao longo da vida temos fases de dúvida sobre aquilo de que somos capazes. Ensinaram-nos que para sermos alguém, temos, primeiro, de mostrar o nosso potencial. A verdade é que o nosso potencial está sempre cá. Nós é que estamos a evitá-lo, exercendo o controlo sobre o que sentimos, para sentir e agir de acordo com aquilo que nos dizem ser o correcto. Porque esse é o preço que pagamos para termos um lugar. Para sermos aceites. Para que nos amem. 

O que estamos a deixar para trás? O que estamos a deixar de fazer, ser, desejar e criar? Estaremos a deixar para trás aquilo que é essencial para a nossa felicidade? Escondendo os nossos sonhos? Esquecendo que somos merecedores? 

Deixar fluir. Pensar um pouco mais em si. Sem culpa!

Teresa Marta



Manter a Fé no processo da vida

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Quando passei pelo meu difícil processo de saúde (sim, digo saúde, não doença), tive situações incríveis, como amigos que passavam por mim e simplesmente não me diziam nada. Não era por nada! Era apenas porque eu estava irreconhecível. Pesava 42Kg, com 1,65m, e passei do 36 para o 32! Passei a vestir-me na secção juvenil...

Mas, se o peso me abandonou, à semelhança dos glóbulos brancos, das plaquetas e outros que tais, houve algo que passei a ter elevado ao expoente infinito: a Fé inabalável no processo da vida. Nunca, por momento algum acreditei que "ia embora daqui".

Com a passagem dos anos, refiz-me como ser biológico, mas também como ser espiritual. Acredito profundamente que recebemos (do Universo?), aquilo em que acreditamos! Como tal, vamos lá a acreditar que conseguimos, seja lá o que for que precisemos conseguir!

Bom fim-de-semana! Obrigada por me lerem!

Teresa Marta

8 Dicas para Aumentar o Poder Pessoal

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Tenha fé em si

Confiemos que, independentemente das pedras no nosso caminho, vamos chegar ao sítio certo. Esse sentimento, também chamado de "fé em nós", potencia o nosso poder pessoal. Um poder que existe em nós, à espera de ser resgatado.

Aproveite todas as Oportunidades

A Natureza aproveita todas as oportunidades para se reinventar. Na maior das adversidades, sabe recriar-se. Surge, como se fosse do nada, nos locais onde menos se espera. Onde, à partida, existiria fim, secura e marasmo, a Natureza prospera. Estamos a perder esta ligação ancestral aos ciclos naturais. E, com isso, a sentir mais dificuldade em prosperar na adversidade.


Esperar para estar preparado?

A questão de esperar até estarmos preparados é pura má-fé para connosco mesmos. Nós nunca sabemos se estamos preparados sem avançarmos. A desculpa do esperar é apenas mais uma para não mergulharmos definitivamente naquilo que sabemos que necessitamos fazer. Se é para fazer, façamos!

O que os outros acham que devemos ser e fazer

O que é que os outros acham que devemos ser e fazer? E nós? O que achamos nós que devemos ser e fazer? E o que fazemos, de facto? O pólo onde investimos mais tempo condiciona a nossa autenticidade. E isso determina o nosso nível de bem-estar.

Não se conforme

Acabo de ouvir "Temos de nos contentar com o que temos, não é verdade?" Não! Sempre que dizemos isto estamos nós mesmos a fechar um conjunto imenso de novas oportunidades. Porque fechamos tudo o que de potencial existe para nós, esperando apenas que digamos: "Quero mais. Mereço mais!"

O seu maior Inimigo é Você mesmo

Somos os nossos maiores opositores. Criamos a peça, escolhemos os actores, montamos o cenário, e a seguir começamos a arranjar pontos em que podemos vir a falhar. Ok. Ok. Voltar atrás. Reescrever a peça, mudar cenário. Escolher actores. E de repente damos por nós e é final de Fevereiro. E tudo o que dissemos que iríamos fazer este ano continua na fase de redacção da peça.

Não tente controlar tudo

Temos uma imensa necessidade de controlo. Julgamos que controlando a vida ela nos devolve aquilo que desejamos. Mas a vida flui, independentemente dos diques. Quando queremos mesmo uma coisa, o importante não são tanto as variáveis que temos de controlar para a conseguir. Trata-se mais de pensar: "afinal, o que me pode impedir?"

Caminhe o seu Caminho

Estamos todos a fazer o nosso caminho. Neste caminho, não há melhor nem pior. Estamos a caminhar com as nossas forças e as nossas fraquezas, com os nossos medos e todo o nosso potencial. Estamos a fazer o melhor que sabemos, com os conhecimentos que temos. Um dos maiores entraves à nossa caminhada não são os obstáculos do próprio terreno. São aqueles que tantas vezes teimamos em lá colocar. Aqueles que, no fim, acabamos por constatar que foram lá colocados por nós próprios.