Teresa sem medo: Dicas
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Frases que nos impedem de ser feliz...

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“Nada me corre bem!”, “Eu já sabia que não ia conseguir. Comigo é sempre assim!”, “É muito difícil arranjar emprego nesta época de crise!”, “Não está fácil!”. Se costuma usar este tipo de frasesquando fala de si ou da sua vida, saiba que está a limitar a sua felicidade! O nosso diálogo negativo irá tornar-se naquilo que acabará por nos acontecer.


Alterar a forma como verbalizamos as nossas emoções, o que sentimos e o que nos acontece é uma competência emocional e um dos recursos mais úteis para reformular crenças e padrões negativos.

As frases negativas, repetidas constantemente, transformam-se em emoções tóxicas que nos provocam sentimentos como o desamor, a raiva, a culpa, o medo, a angústia e a solidão. Ao ponto de nos tornarmos ansiosas. Preocupadas. Compulsivas. Ao ponto, mesmo, de adoecermos! Emocional e fisicamente.

Reformular aquilo que dizemos substituindo expressões e palavras negativas por palavras nas quais exista esperança, optimismo, confiança e fé processo da vida, permite-nos olhar para o que nos acontece de forma positiva. Mesmo quando sentimos caos, insegurança, medo, frustração e incerteza, tudo pode mudar se transformarmos a forma como verbalizamos o que nos acontece. Isto significa que encontraremos soluções onde outros vêem problemas e descobriremos caminhos mais simples para situações complexas.

Viktor Frankl, Psiquiatra, fundador da logoterapia, sobreviveu aos campos de concentração nazis ao usar as palavras para ajudar outros prisioneiros a encontrarem um sentido para a vida, onde 100% via o fim da sua existência!O modo como descrevemos a nossa vida altera de facto a forma como nos sentimos e aquilo que sentimos muda a forma como reagimos às situações. Ou seja, o que dizemos torna-se verdade para nós. Passa a ser a nossa realidade. A Programação Neurolinguística (PNL) baseia-se no mesmo princípio: somos mais felizes, mais realizados, mais esperançosos e mais saudáveis, quando usamos palavras de incentivo e expressões de optimismo!


É pois muito importante que consiga mudar aquilo que diz, a forma como o diz e até o que pensa!
Alterar o que diz envolve mudar, não apenas aquilo que diz aos outros, mas também o que diz a si mesma! O seu diálogo interior! Esta mudança é essencial para fortalecer a sua capacidade para reagir de forma positiva às adversidades.


Será que conseguimos mudar o nosso diálogo e tornarmo-nos mais positivas? Sim! Cabe-nos a nós a decisão de optar, em cada momento, pela escolha das palavras certas. E as palavras certas são aquelas que nos elevam a auto-estima, que melhoram a nossa auto-imagem e que nos impulsionam a agir!

8 IDEIAS PARA REPROGRAMAR O SEU DIÁLOGO NEGATIVO: 

  1.  A nossa vida é aquilo que dizemos que é! Se passamos o tempo a dizer que somos infelizes, por certo, mesmo que a felicidade esteja ao nosso lado, não a conseguiremos ver! 

  2. Aquilo que dizemos torna-se verdade para nós pois é nisso que acreditamos! 

  3. O facto de acreditarmos em algo negativo sobre nós mesmas ou sobre a nossa vida, não significa que tal seja verdadeiro! 

  4.  Se alguma coisa não está a funcionar bem na sua vida, verbalize-a de outra maneira. Não diga que acordou sem vontade alguma de ir trabalhar. Diga: “Vou aproveitar este dia, o melhor que conseguir! Eu mereço que tudo me corra bem!” 

  5. Enquanto acreditarmos que algo não está bem… esse algo dificilmente irá melhorar. 

  6. Os nossos pensamentos são afirmações não verbalizadas. Para ter um diálogo positivo deve começar por mudar os seus pensamentos para melhor! 

  7. Mudar aquilo que dizemos significa escolher, de forma consciente, palavras que nos ajudam a mudar os nossos padrões negativos e, com isso, a forma como nos sentimos. Mudar a forma como nos sentimos é a base de qualquer mudança que desejemos na nossa vida. 

  8.  Use o negativo ao contrário. Isto é, ao invés de focar o seu cérebro no que não funciona foque-se no que funciona! Por exemplo, ao invés de focar o seu pensamento na doença dirija-o para a saúde.







5 EXEMPLOS PARA MUDAR O SEU DISCURSO:

  1. “NADA FUNCIONA NA MINHA VIDA!” 
  2. “Algumas coisas na minha vida estão a funcionar bem! Tudo está a correr cada vez melhor. Eu assumo a responsabilidade! Eu posso mudar! Eu posso fazer algo diferente para mudar esta situação!". 

  3. “A MINHA DOENÇA TENDE A PIORAR!” 
  4. “Cuido de mim todos os dias para ser mais saudável. Evito pessoas e pensamentos tóxicos! Escolho ter pensamentos positivos! É possível recuperar a minha saúde! Não desisto!” 

  5. “NINGUÉM ME CONSEGUE FAZER FELIZ!”
  6. “Não há ninguém que me consiga fazer infeliz! Eu escolho quem me faz bem. Eu sou dona das minhas escolhas e opto de acordo com aquilo que me faz sentir bem!” 

  7. “É MUITO DIFÍCIL ARRANJAR EMPREGO!”
  8. “O emprego ideal para mim surge facilmente. Trabalho diariamente nesse sentido! Sou competente e o mercado precisa dos meus talentos! Esta situação não me vai levar a melhor!”

  9. “NÃO QUERO SENTIR ESTA CULPA!”
  10. “Fiz o que achava correcto com os conhecimentos e as condições que tinha na altura. Trato de mim com carinho e isso melhora a minha relação com os outros. Sinto-me cada vez melhor com as minhas atitudes!”.


Teresa Marta

A Teresa Responde:
Viver com Amor é viver sem Medo?

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Só quem já se mudou pode ambicionar contribuir para o processo de mudança do outro. Quem me conhece sabe que já passei por vários processos de mudança. Processos, por vezes, bem difíceis.

Não tive uma vida fácil, nem familiar, nem financeira, nem mesmo, a dada altura, em termos de saúde. Talvez por isso seja, para mim, mais simples entender aquilo que são as dores emocionais dos outros. E talvez por isso, seja simples para mim devolver esperança para quem já a perdeu.

Não sou melhor que ninguém, sou apenas uma pessoa em caminho, com tudo o que isso significa. Por isso, continuo aqui a ouvir-vos, no Teresa Sem Medo. E por isso, decidi prolongar a ação A Teresa Responde. Para poder também contribuir para o vosso processo de mudança.


Abaixo pode encontrar os novos vídeos de resposta às questões que me foram colocando na página:

Viver sem Medo é viver com Amor?



Qual a estratégia para me libertar das coisas que fazem mal, mas nas quais persisto?



Como desbloquear a minha vida profissional para me sentir realizada?



Sou depressiva-compulsiva. Como me posso livrar deste tormento?



Desde o dia 18 de Julho de 2014, estivemos a recolher as suas dúvidas existenciais, os seus bloqueios e frustrações, na página de Facebook do Teresa Sem Medo. De todas as questões submetidas em comentário aos posts, a Teresa Marta escolheu cinco para responder durante o mês de Agosto. Depois do sucesso da primeira fase, este artigo pretende publicar os vídeos do prolongamento da acção, até ao dia 30 de Setembro.

 As primeiras respostas estão todas aqui, em vídeo.

7 Dicas para Libertar o que lhe Faz Mal

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1. IDENTIFIQUE O QUE O PERTURBA
Identifique quais os aspectos da sua vida relativamente aos quais sente que está a perder a sua alegria. Em aspectos está a deixar para trás os seus valores e as suas prioridades? Onde está a deixar esquecido o seu Eu?


2. NÃO INVENTE DESCULPAS PARA NÃO MUDAR
É natural que encontre imensas desculpas para ficar dependente daquilo que aprendeu como sendo correcto. Viver no conforto do conhecido é de facto mais agradável do que fazer rupturas para ir em busca de algo que, regra geral, não faz sentido para os outros. Mas o importante é que faça sentido para Si. Se uma situação, pessoa ou local lhe retiram a energia, está na altura de mudar!    


3. NÃO TENHA MEDO DA OPINIÃO DOS OUTROS
Neste processo de resgate da sua alegria vai sentir-se avaliado. Não desista! Pode estar a fazer algo incómodo mas não está a fazer nada de errado. Recorde que o Tempo é limitado. Por isso, devemos desenvolver acções com propósito: acções que estejam em sintonia com aquilo que é o sentido da nossa vida, mais do que viver no sentido da vida dos outros, sejam eles quem forem.


4. NÃO ADIE DECISÕES
Se é para cortar, corte! Se é para iniciar, inicie! Não prolongue as coisas para além do limite do desejável, nem as antecipe, ao ponto de comprometer o seu sucesso. Ouça-se! Saberá qual o melhor momento para agir. Mas tem de o fazer.


5. SEJA COERENTE
Seja coerente entre o que diz e o que faz. A falta de coerência entre discurso e acção leva-nos a comportamentos de culpa, de auto-punição e de falta de confiança nas nossas capacidades pessoais.


6. LIVRE-SE DO ACESSÓRIO
Livrar-se do acessório permite focalizar-se naquilo que é realmente importante para o objectivo traçado. Permite-lhe fazer as mudanças que realmente deseja na sua vida. Se sente que é acessório, porque o mantém? Porque se foca nisso? Porque deixa para trás o mais importante e avança com aquelas coisas simples e fáceis para si, que não geram mudanças significativas?


7. NÃO TENHA MEDO
Não tenha medo de ser incompreendido nem do julgamento dos outros. É impossível agradarmos a toda a gente. Quando ficamos presos àquilo que podem ou não pensar de nós, ficamos presos a uma vida que não nos preenche nem nos faz felizes. Anule pois aquelas situações em que sente que vai fazer algo para “parecer bem”. Centre-se em fazer aquilo que sente ser importante para aumentar a sua auto-estima e o seu amor-próprio. Liberte-se de viver em função de!

8 Dicas para Aumentar o Poder Pessoal

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Tenha fé em si

Confiemos que, independentemente das pedras no nosso caminho, vamos chegar ao sítio certo. Esse sentimento, também chamado de "fé em nós", potencia o nosso poder pessoal. Um poder que existe em nós, à espera de ser resgatado.

Aproveite todas as Oportunidades

A Natureza aproveita todas as oportunidades para se reinventar. Na maior das adversidades, sabe recriar-se. Surge, como se fosse do nada, nos locais onde menos se espera. Onde, à partida, existiria fim, secura e marasmo, a Natureza prospera. Estamos a perder esta ligação ancestral aos ciclos naturais. E, com isso, a sentir mais dificuldade em prosperar na adversidade.


Esperar para estar preparado?

A questão de esperar até estarmos preparados é pura má-fé para connosco mesmos. Nós nunca sabemos se estamos preparados sem avançarmos. A desculpa do esperar é apenas mais uma para não mergulharmos definitivamente naquilo que sabemos que necessitamos fazer. Se é para fazer, façamos!

O que os outros acham que devemos ser e fazer

O que é que os outros acham que devemos ser e fazer? E nós? O que achamos nós que devemos ser e fazer? E o que fazemos, de facto? O pólo onde investimos mais tempo condiciona a nossa autenticidade. E isso determina o nosso nível de bem-estar.

Não se conforme

Acabo de ouvir "Temos de nos contentar com o que temos, não é verdade?" Não! Sempre que dizemos isto estamos nós mesmos a fechar um conjunto imenso de novas oportunidades. Porque fechamos tudo o que de potencial existe para nós, esperando apenas que digamos: "Quero mais. Mereço mais!"

O seu maior Inimigo é Você mesmo

Somos os nossos maiores opositores. Criamos a peça, escolhemos os actores, montamos o cenário, e a seguir começamos a arranjar pontos em que podemos vir a falhar. Ok. Ok. Voltar atrás. Reescrever a peça, mudar cenário. Escolher actores. E de repente damos por nós e é final de Fevereiro. E tudo o que dissemos que iríamos fazer este ano continua na fase de redacção da peça.

Não tente controlar tudo

Temos uma imensa necessidade de controlo. Julgamos que controlando a vida ela nos devolve aquilo que desejamos. Mas a vida flui, independentemente dos diques. Quando queremos mesmo uma coisa, o importante não são tanto as variáveis que temos de controlar para a conseguir. Trata-se mais de pensar: "afinal, o que me pode impedir?"

Caminhe o seu Caminho

Estamos todos a fazer o nosso caminho. Neste caminho, não há melhor nem pior. Estamos a caminhar com as nossas forças e as nossas fraquezas, com os nossos medos e todo o nosso potencial. Estamos a fazer o melhor que sabemos, com os conhecimentos que temos. Um dos maiores entraves à nossa caminhada não são os obstáculos do próprio terreno. São aqueles que tantas vezes teimamos em lá colocar. Aqueles que, no fim, acabamos por constatar que foram lá colocados por nós próprios.

Dicas para Reforçar o seu Valor Pessoal

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Valorize as suas vitórias

As vitórias não são grandes nem pequenas. A primeira vez que deu um passo, foi apenas um passinho. Pequeno. Inseguro. Mas na sua vida pessoal foi uma grande vitória. Valorize os seus sucessos. Deixe de os considerar como algo necessário para merecer a aprovação dos outros. Os seus sucessos são, em primeiro lugar, seus. Fazem parte do seu valor pessoal.
Aceite o seu valor como um direito próprio e natural

Valorizar-se, sem precisar que os outros o façam por si, é essencial pois reflecte o modo como se trata a si mesma. Começamos a ganhar qualidade de vida quando aprendemos a reconhecer o nosso valor. Nesse sentido, o auto-valor é também uma forma de cuidamos de nós e de nos estimarmos. Não o veja como um acto de egoísmo. Quem não se reconhece valor também não consegue ver valor nos outros.
Valorize as suas tentativas de melhoria

Conseguirmos auto-elogiar-nos, sem receio de cairmos no ridículo ou de sermos humilhados é essencial para a nossa auto-estima, a nossa auto-valorização e o nosso crescimento pessoal. Não diga a si mesma o que correu mal. Pense naquilo que correu bem. Valorize as suas tentativas e o seu esforço para melhorar. Isso aumenta a sua auto-confiança e das próximas vezes que tentar vai sentir-se melhor consigo própria.
Identifique e reforce os seus pontos fortes

Faça uma lista dos seus pontos fortes e reforce-a com novos conhecimentos e competências. Faça-o proactivamente e ciclicamente ao longo da vida. Esta atitude faz com que se sinta sempre em sintonia com o que há de novo na sua profissão, na forma como gere os seus relacionamentos e no modo como lida com as suas próprias emoções e sentimentos. Aumenta o seu poder pessoal.
Não assuma o papel de vítima

Para reforçar o seu valor pessoal, elimine os papéis de vitimização, de tipo: “nunca me elogias!”, “faça o que fizer nada é perfeito para ti”, “ninguém me dá valor!”. Para além de nos colocar no papel de vítimas este tipo de atitude também nos retira a capacidade de liderarmos a nossa vida.
Diga abertamente o que precisa

Fale abertamente (e sem criticar o outro), sobre aquilo que sente quando acha que merece que lhe reconheçam valor e não o fazem. Sobretudo porque pode estar em presença de alguém que nunca aprendeu a valorizar os outros ou que acha que valorizar significa perder poder. Amuar, ficar calada ou “remoer” a mágoa, apenas servirá para retirar qualidade aos seus relacionamentos.

Dicas para Relacionamentos mais Felizes

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Não veja no outro a solução para os seus problemas

Procurar no «outro» as nossas soluções, a nossa completude ou o nosso bem-estar é apenas uma forma de adiarmos o problema. De dizermos: “sozinho não sou nada; sem ti, não consigo”. Quando deveríamos estar a dizer: “sou inteiro, feliz e equilibrado, comigo mesmo”. Ou seja, quando colocamos no «outro» a responsabilidade de suprimir algo em nós, estamos apenas a criar mais insatisfação para todos.
Tome consciência de que o outro não foi feito para si

Estamos em permanência a considerar que tudo o que necessitamos nos pode ser dado por «eles», como se «eles» tivessem sido desenhados à nossa medida. Tomar consciência de que não é assim é um primeiro grande passo para não sentirmos injustiça, incompreensão e ausência de amor por parte dos «outros».
Livre-se do desejo de mudar o outro

Liberte-se da crença que pode, e até deve, mudar o «outro». Desde logo, porque nós não mudamos ninguém e ninguém nos muda a nós. Respeitamos ou não as diferenças do «outro». E o «outro» respeita ou não as nossas diferenças.
Liberte o medo de perder o outro

O medo de perder o outro está na base do insucesso de muitas relações amorosas. Sempre que sentimos receio de perder a pessoa que amamos, devemos começar por perguntar de que temos medo exactamente. De perder o outro ou de não conseguirmos viver connosco? De não ser autónomos? De não conseguirmos liderar a nossa vida sem que o outro esteja nela? Seremos nós suficientes? Ou vivemos na ansiedade de deixar de ser caso, o outro saia da nossa vida?
Respeite a individualidade do outro

Olhar e sentir o «outro» tal como ele é, sem mais nem menos, com a sua individualidade. Este é o verdadeiro sentido de uma relação amorosa equilibrada. Sempre que tentamos acrescentar ou retirar alguma coisa ao outro, estamos a fazer com que se transforme em algo que não é. E isso, mais tarde ou mais cedo, vai correr mal. Como refere Erich Fromm, “O respeito implica a preocupação de que a outra pessoa cresça e se desenvolva tal como é. Implica a ausência de exploração”, ou seja, a ausência de condicionamento.
Ame, começando por Si

Brinque mais, ria mais, cuide mais, perdoe mais, respeite mais, ame mais! Mas lembre-se de começar por Si.

Dicas para Praticar o Desapego e Ser Mais Feliz

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Faça uma lista daquilo que já não o faz feliz

Verifique aquilo que já não lhe faz falta, aquilo que já não o faz feliz, aquilo que já não contribui para o seu crescimento pessoal, aquilo que lhe custa imenso fazer. Tudo isso é aquilo que necessita deitar fora para viver mais leve e com mais entusiasmo.
Desligue-se do peso das expectativas que criaram sobre si

Desapegue-se das expectativas que colocaram sobre si e dos objectivos que perspectivaram para si. Deixe ir a ideia de que aquilo que merece ou não merece depende do que os outros acham. Depende do valor que os outros lhe atribuem.
Desconfie do sentimento que lhe diz: “Já não é suficiente!”

Sempre que sentir que algo ou alguém já não lhe é suficiente, pare para reflectir se isso é um sentimento seu ou se é algo imposto pelo que a sociedade espera de si. Muitas vezes crescemos com a ideia de que nunca somos suficientes, façamos o que fizermos. Os objectivos são essenciais na nossa vida. Desde que saibamos manter o distanciamento suficiente para não sermos dominados por eles.
Deixe ir

Deixe ir. Deixe partir. Renda-se. Sem culpa. Assuma o que é, mais do que aquilo que tem. Esta atitude ir fazer sair de si o nó no estômago, o medo de falhar, o perfeccionismo, a preocupação do “e se?” e do “como vou conseguir lá chegar?”.
Preocupe-se apenas com o que consegue controlar

Interiorize que a única coisa que pode efectivamente controlar é a escolha do que sente face ao que lhe acontece. A escolha do que sente e o comportamento que escolhe ter. Esta é a base da sabedoria emocional. Tudo o resto é apego ao “velho” e não nos serve para nada.

Dicas para a Felicidade

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Praticar a Aceitação

Se pretende fazer alguma mudança estrutural na sua vida, comece por aceitar o que é e quem é neste preciso momento. Mesmo que isso signifique aceitar algumas partes de si que não considere tão interessantes, ou que não lhe agradem, tudo o que é neste momento é a matéria que lhe vai permitir alavancar a mudança que deseja fazer. Mais: aceitar o que a vida nos tem colocado no caminho, caso não seja algo de positivo, não é uma condenação nem um acto de submissão. Trata-se apenas da base para trabalharmos no sentido de percebermos porque continuamos mergulhados em processos que não gostamos.
Mergulhar nos nossos medos

Mergulhar nos nossos medos, naquilo que mais tememos pode parecer aterrador, mas é indispensável para que se revelem todas as bênçãos que procuramos e que não conseguimos alcançar. Como diz o ditado “depois da tempestade vem a bonança”. No entanto, para que a mesma ocorra é necessário que enfrentemos a tempestade. É necessário enfrentarmos o que pensamos ser impossível. Paradoxalmente, qualquer transformação que sinta ser a mais difícil é a que mais precisa de fazer para que a mudança positiva se manifeste.
Acreditar no timing dos processos

As soluções que procuramos estão normalmente mais perto do que pensamos. No entanto, não as vemos pois estamos muito preocupados e concentrados no que se vai passar e como se vai passar mais à frente, no futuro. Antes pois de fazer planos sobre como as coisas virão até si, tente perceber se as respostas que procura já não se encontram perto de si. Perdemos tantas oportunidades por estarmos focados naquilo que pode vir a acontecer! Os processos têm os seus timings. Confie na sua intuição para decidir quando se pode deixar guiar por eles. Pacifique o seu Coração.
Abrace a mudança

Por vezes sentimos que as mudanças que desejamos tendem a demorar. Na grande maioria das vezes em que isso acontece, não vemos as respostas porque efectivamente, não estamos dispostos a mudar. Se fizermos as mudanças necessárias, as respostas que procurávamos surgem mesmo à nossa frente.
Agir com consequência

“Não estou psicologicamente preparado!”, “Não vale a pena, já não vou chegar a tempo”, “Amanhã estará a temperatura ideal para fazer isso, hoje não”. Se estas razões lhe surgem frequentemente na cabeça para não fazer o que planeia, significa que a sua acção não tem consequência. É vazia. E como tal nunca lhe trará o retorno esperado. Se as acções que planeamos fazer são de facto importantes para o nosso crescimento pessoal, continuar a adiar, por muito válido que o nosso cérebro considere serem as razões, só nos traz tristeza e culpa para connosco próprios. E ninguém pode ser feliz assim!

Dicas para Ultrapassar a Angústia do Tempo

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Deixar o desejo de controlar tudo

Aprender a deixar as coisas acontecerem, deixando-lhes o tempo que necessitam para se transformarem numa realidade que seja efectivamente a que melhor nos serve, é fundamental para restaurar a nossa fé na dinâmica natural da vida. O nosso desejo de tudo controlar, para que nada falhe, para que tudo corra a nosso favor, quando levado a extremos, cria estados ansiosos intensos e faz com que sejamos inundados pela frustração, sempre que as coisas não correm exactamente como planeámos.

Aprender com os ciclos naturais

Aprender a ficar mais perto da natureza e dos seus sábios ciclos permite-nos reflectir e agir de forma adequada perante o que nos acontece. Recorda-nos que também nós funcionamos por ciclos de crescimento, com paragens, renovações, morte e mudança constantes. E que tudo isso não é nada mais que viver. De forma assumida.

Limitar o desejo de abreviar os processos da vida

Sempre que abreviamos os processos estamos a retirar sentido aos factos e aos acontecimentos deixando de entender porque estão a ocorrer na nossa vida. Estamos, por conta própria, a interromper o nosso percurso de crescimento. Não permitimos sequer que o novo se instale, se organize e se mostre.

Permitir-se sentir medo, sem drama

A angústia para que as coisas aconteçam com brevidade impossibilitar-nos também de sentir como é habitar dentro de nós mesmos, com os nossos medos e os nossos fantasmas. Também eles precisam de completar o seu ciclo de vida. Só no seu tempo, os processos dolorosos podem transformar-se e terminar.

Praticar a espera

O desejo de que as coisas corram depressa e de que os resultados surjam rapidamente, traz para a nossa vida muito stress e limita a nosso bem-estar. Ficamos na ansiedade de saber rapidamente o resultado do que plantámos e não nos permitimos afrouxar para dar oportunidade a que as sementes se materializem.

Deixar as nossas acções darem frutos

Como disse Johann Peter Hebel (1760), “nós somos plantas que, quer nos agrade quer não, apoiadas em raízes, têm de romper o solo para florescer e dar frutos”. Cabe a cada um de nós perguntar-se o que estamos a fazer para deixar as nossas raízes fazerem o seu caminho.

Dicas para cuidar melhor de Si

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NÃO COLOQUE O SEU BEM-ESTAR NA DEPENDÊNCIA DE ALGUMA COISA OU ALGUÉM
Se realmente quer começar a cuidar melhor de si, comece por aceitar fazer um trabalho coerente com aquilo que deseja para a sua vida, com aquilo que sente ser a sua identidade e a sua vontade. Este trabalho significa, desde logo, aceitar que aquilo que pretende desenvolver depende, em primeiro lugar de si! Significa aceitar que está disposta a não colocar o seu bem-estar na dependência de alguma coisa ou de alguém.



ESCOLHA-SE A SI MESMA EM PRIMEIRO LUGAR
A sua primeira atitude deve ser ter coragem de se escolher em primeiro lugar. Escolher escolher-se irá aumentar a sua consciência de merecimento.



AUMENTE A SUA CONSCIÊNCIA DE MERECIMENTO
No desenvolvimento da consciência de merecimento é essencial que identifique quais as acções que neste momento representam esforços inúteis para si. Abandone-as de imediato e sinta o alívio de não continuar amarrada a situações que lhe retiram energia, que a desgastam e que a fazem questionar a sua capacidade de fazer as melhores escolhas para si. Isto significa dar-se a si própria a oportunidade de mudar a sua vida para aquilo que quiser. Você merece!


RESPEITE OS SEUS LIMITES 
 Aprenda a respeitar os seus limites fazendo com que aqueles que a rodeiam os reconheçam. Diga “não” as vezes que forem necessárias. Não se sinta culpada por isso. Não sinta em permanência que se não fizer uma coisa vai quebrar as expectativas que têm sobre si. Estas são crenças enraizadas desde a nossa primeira infância. Mas nós não estamos condenados a permanecer no sistema de crenças dos nossos pais nem nas limitações que nos incutiram. Você é a pessoa que tem de prestar contas a si mesma. É você que conta, em primeiro lugar.

Dicas para Diminuir o Stress

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Assuma que tem medos

Se quer diminuir o seu stress relativo ao vazio existencial, deve começar por assumir os seus medos ao invés de adoptar comportamentos que o impedem de contactar com a realidade. Deverá aceitar os seus medos como parte integrante de si, como ajudas preciosas para colocar limites contra actividades e pessoas que a possam estar a usar, a inibir ou a controlar a sua capacidade inata de resistir, de dar a volta por cima.

Aceite as suas ambiguidades

Aceitar que os nossos medos nos angustiam, provocando-nos situações limite incluindo stress e traumas, significa aceitar a nossa ambiguidade, a nossa humanidade. Aceitar que de facto nós não somos nem tudo bom, nem tudo mau, mas um conjunto harmonioso de muitas características.

Identifique o seu medo

Aceitar que temos medo é pois a primeira atitude a tomar quando nos sentimos em stress. E a pergunta a fazer deverá ser: “Afinal, estou com medo de quê?”. Talvez venha a descobrir que aquilo de que tem medo existe apenas na sua mente. Ou que é algo contornável, desde que tome determinadas acções e atitudes. Como tal, ponha-se a caminho!